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quinta-feira, 28 de julho de 2016

OUÇA A ENTREVISTA COM DEANNE ALMEIDA - judoca da Seleção Paralímpica Brasileira

Ouça a entrevista do nosso Programa Inclusão e Eficiência Especial (Rádio Inconfidência FM) com  Deanne Almeida - atleta da Seleção  Brasileira Paralimpica de Judô  - CLIQUE AQUI

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

OUÇA AQUI - ENTREVISTA COM GUSTAVO PORTUGAL AO INCLUSÃO E EFICIÊNCIA ESPECIAL














Ouça, no link a seguir, a entrevista com o coordenador do Departamento de Esportes a AAISR - Associação dos Amigos do Instituto São Rafael e integrante da Comissão Técnica da Seleção Brasileira Paralímpica pelo CPB - Comitê Paralímpico Brasileiro, Gustavo Portugal:
http://www.inconfidencia.com.br/modules/debaser/singlefile.php?id=7661

INCLUSÃO E EFICIENCIA ESPECIAL: OUÇA A ENTREVISTA COM CLÁUDIA BARSAND














No link a seguir, confira a entrevista com a professora da PUC-MG e da Rede Municipal na Escola de Ensino Especial Frei Leopoldo-SUPERAR e membro pesquisador  da Academia Paralímpica Brasileira, Cláudia Barsand:

quinta-feira, 25 de julho de 2013

LYON 2013 - ALAN FONTELES VENCE NOS 100m e CONQUISTA O SEGUNDO OURO NO MUNDIAL DE ATLETISMO

Márcio Rodrigues/CPB/MPIX
DESCRIÇÃO IMAGEM: Alan Fonteles durante os 100m, T43. Ele liderou a prova desde o início
O paraense Alan Fonteles tornou-se campeão mundial dos 100m da classe T43 (bi-amputados) na tarde desta terça-feira, 23, em Lyon, na França. Com o tempo de 10s80, o brasileiro não teve dificuldades para cruzar a linha de chegada na primeira colocação
Alan fez uma prova impecável, liderando desde a largada e não dando chances para o principal adversário na prova, o norte-americano Blake Leeper (11s34). O tempo feito pelo brasileiro ficou apenas três centésimos acima do recorde mundial (10s77), que pertence ao próprio Alan e que foi estabelecido em abril, na Alemanha. “Não bati o recorde, mas estou feliz pelo tempo, que chegou perto. Sei que dá para melhorar”, comentou o campeão mundial. “Quando saí, vi que estava liderando. Olhei de cantinho de olho e vi que não tinha ninguém perto e eu conseguiria chegar em primeiro”, contou.
No domingo, o paraense já havia atraído a atenção do mundo ao, não apenas vencer os 200m, como também pulverizar o recorde mundial da prova, que pertencia ao sul-africano Oscar Pistorius. Ele cumpriu a distância em 20s66, 64 centésimos mais rápido que Pistorius (21s30) em 2012. Alan, agora, detém as melhores marcas do planeta entre homens bi-amputados nos 100m e nos 200m.
O campeão mundial Alan Fonteles é integrante do Time São Paulo, uma parceria do CPB com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com deficiência de São Paulo, que apoia 41 atletas de nove modalidades.
A participação do Brasil no Mundial de Atletismo é custeada por um convênio do Ministério do Esporte com o CPB.
Acompanhe a cobertura completa do Mundial de Atletismo Paralímpico em Lyon (#lyon2013)
- Twitter (@cpboficial)
- Facebook (facebook.com/ComiteParalimpico)
Transmissão ao vivo no site do Comitê Paralímpico Brasileiro (www.cpb.org.br)
Assista também a exibição, ao vivo, pelo canal Sportv 3 (13h – horário Brasil)
Resultados em tempo real: http://www.ipcathleticsworlds.com/
fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro

segunda-feira, 4 de março de 2013

PRIMEIRA ETAPA DO CIRCUITO PARALÍMPICO CAIXA LOTERIAS 2013

(descrição imagem = atleta em prova de natação - foto: Guilherme Taboada)

O ciclo paralímpico para os Jogos do Rio-2016 começou em grande estilo. Neste final de semana, 2 e 3, o Rio de Janeiro recebeu a Etapa Regional Rio-Sul do Circuito Caixa Loterias 2013, a primeira competição do calendário deste ano.
Os 400 atletas do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul enfrentaram chuva fina e céu nublado no sábado, e sol forte no domingo carioca, mas ainda assim obtiveram grandes resultados. Foram estabelecidos sete recordes nacionais, sendo seis no atletismo.
A velocista Suéllen Marcheski de Oliveira, de apenas 14 anos, não estabeleceu nenhuma marca nacional nova, mas voltou para casa, no Balneário Camboriú, em Santa Catarina, com três medalhas de ouro.
Ela foi a melhor nos 100 m, 200 m e 400 m na classe T37, para atletas com paralisia cerebral e dificuldades de movimento em dois membros. Além disso, atingiu índice para representar seu clube, a Afadefi, nas etapas nacionais do Circuito Caixa Loterias 2013, a partir do segundo semestre. “Vou chegar em casa com uma lembrancinha do Cristo Redentor, que comprei, e três medalhas que conquistei”, vibrou Suéllen.
Imagens do evento: www.fotocom.net 
O atleta Adriel de Souza foi um dos destaques na natação. O carioca, que treina pelo Vasco, é uma das novas promessas para 2016. Com apenas 15 anos ele conquistou três medalhas.
“Nado desde que nasci, a natação é um esporte que traz muitos benefícios. Sonho em ser um grande atleta e representar o Brasil em 2016″ empolgou-se Adriel. Ele conquistou duas medalhas de prata, nos 50m e 100m livre, e bronze nos 50m borboleta
Thayla Becal, de 22 anos, estava muito contente com os resultados. A nadadora de Borrazópolis, Paraná, ficou tetraplégica há três anos em um acidente de carro. Ela acredita que seu sonho de integrar a seleção pode estar mais perto. Thayla levou pra casa duas medalhas de prata.
A Etapa Regional Rio-Sul marcou, também, a estreia de uma nova prova no atletismo. O lançamento de club, que atende às classes de atletas com grau de mobilidade mais severo.
“O Circuito é de enorme importância, pois forma a base de atletas. É uma competição que filtra, que traz a renovação. É a oportunidade para muitos mostrarem seu potencial na modalidade e conquistarem seu lugar na Seleção Brasileira. Fazemos questão que os técnicos nacionais das modalidades estejam presentes. Eles funcionam como observadores”, explica Edilson Alves Tubiba, diretor técnico do CPB.
 Os resultados podem ser conferidos no site: http://www.neocompeticao.com.br/circaixariosul 
Confira, abaixo, o calendário do Circuito Caixa Loterias 2013:
Calendário Circuito Caixa Loterias
Etapas regionais
Rio-Sul (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) 
Data: 2 e 3 de março
Local: Rio de Janeiro (RJ)

Norte-Nordeste (Pará, Amazonas, Maranhão, Roraima, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Paraíba, Piauí, Ceará, Alagoas e Sergipe) 
Data: 22 a 24 de março
Local: Manaus (AM)

São Paulo 
Data: 13 e 14 de abril
Local: São Paulo (SP)

Centro-Leste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia, Minas Gerais e Espírito Santo)
Data: 18 e 19 de maio
Local: Uberlândia (MG)

Etapas nacionais (atletismo, halterofilismo e natação)
7 a 9 de junho – São Paulo (SP)
13 a 15 de setembro – Porto Alegre (RS)
8 a 10 de novembro – Fortaleza (CE)

(fonte: CPB)

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Entrevista com o Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro

Dirigente comenta sobre o excelente rendimento do Brasil em Londres 2012 e sobre as expectativas para a primeira edição dos Jogos na América do Sul
Descrição imagem>Andrew Parsons abraça Alan Fonteles enrolado na bandeira do Brasil (Foto: CPB)
O ouro de Fonteles ajudou o Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e membro do Comitê Executivo do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons, de 34 anos, a cumprir a promessa feita ao público brasileiro antes de Londres 2012: o sétimo lugar no quadro de medalhas, duas acima da classificação de Pequim 2008. Para Rio 2016™, a meta é a quinta posição, o que, na edição londrina, significaria 12 medalhas de ouro a mais.
Nesta entrevista, o dirigente, que ocupa o cargo mais alto do Movimento Paralímpico no Brasil desde 2009, comenta sobre o desafio dos próximos quatro anos, uma continuação do planejamento até agora bem-sucedido que iniciou com a vitória do Rio de Janeiro para sediar os Jogos.  Fala ainda dos esforços para a mudança de foco na imagem do atleta paraolímpico. Confira:
Como foi seu início no Movimento Paralímpico?
O esporte fez parte da minha vida desde muito novo. Pratiquei muitos esportes, mas não me profissionalizei. Sempre quis trabalhar com algo relacionado e procurava me informar sobre as entidades esportivas. Morava em Niterói, vizinha ao Rio, e estava terminando o curso de Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense, onde ficava o CPB. O esporte paralímpico tinha todos os ingredientes que eu queria. Além da emoção e adrenalina, continha um elemento social.
Costumo dizer que não existe crise de identidade no Movimento Paralímpico, mas uma sinergia. Só conseguimos o respeito das pessoas com e sem deficiência enfatizando o alto rendimento e a competitividade. O reconhecimento do potencial do desporto paralímpico propicia uma reabilitação emocional para as pessoas com deficiência. Em certo ponto da gestão esportiva, não levamos em consideração o fato de serem pessoas com deficiência, mas atletas. A ideia é mostrar que a deficiência é uma entre as dezenas de características que essas pessoas têm.
O senhor é jornalista de formação e tem 15 anos de CPB. Como analisa a evolução do esporte paralímpico do Brasil neste período?
O Movimento Paralimpico se tornou mais maduro. Tomou consciência do seu tamanho e potencial. Temos um modelo bom de parceria, trabalhamos em coordenação com as confederações paralímpicas. O Movimento Paralímpico se profissionalizou em relação a verba e posicionamento. A aproximação com os meios de comunicação se deu a partir de Atenas 2004, quando o CPB adquiriu os direitos de transmissão dos Jogos e sublicenciou para 13 emissoras de televisão. Com isso conseguimos bater recordes de transmissão e cobertura jornalística dos Jogos Paralímpicos no Brasil. Foi aí que o Brasil passou a entender que os Jogos Paralímpicos não eram para pessoas com deficiência, mas sim para atletas de alto rendimento.
Atenas foi um divisor de águas?
Atenas nos ajudou no recrutamento de novos atletas. Daniel Dias e André Brasil, que hoje são estrelas, tomaram conhecimento do potencial do esporte paralímpico naquela edição dos Jogos. Se espelharam no Clodoaldo Silva (nadador detentor de 13 medalhas em Jogos Paralímpicos) e foram responsáveis por metade das medalhas de ouro que ganhamos em Pequim 2008 (ganharam oito medalhas de ouro, quatro cada). Em Pequim, repetimos a estratégia e em Londres não precisamos mais investir em compra de direitos de transmissão, pois uma emissora de tv se interessou e comprou. Mostramos que a transmissão dos Jogos Paralímpicos é comercialmente viável.
Quais os benefícios dos Jogos Paralímpicos em casa?
Acho que é o ápice da curva que o Movimento Paralimpico vem fazendo nos últimos anos. Espero que as pessoas assistam aos Jogos e torçam pelo esporte paralímpico. Espero que fique evidente o potencial do esporte paralimpico como diversão para o público de modo geral. O maior legado vai ser para as pessoas com deficiência. Afinal de contas, se eu posso vibrar por uma pessoa com deficiência que pode levar o meu país ao pódio numa competição esportiva,  esta pessoa pode ser meu amigo de trabalho, meu chefe. O esporte é um grande meio para mostrar que as pessoas com deficiência podem desempenhar diversos papéis na sociedade.
Como analisa os resultados obtidos pelo Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012?
O Brasil deu um passo firme e relevante para se incluir entre as potências paralímpicas mundiais. Tivemos momentos de afirmação do Brasil nos Jogos de Londres. A vitória do Alan Fonteles é um desses momentos. Ao mesmo tempo, conseguimos nos tornar uma referência positiva em gestão esportiva. Desenvolvemos projetos e programas para chegar ao sétimo lugar e conseguimos. Estamos falando de pular duas posições quando você já está entre os dez primeiros. Cada posição avançada é uma potência esportiva que você deixa para trás.
Quais os próximos passos?
Em 2009, depois que ganhamos o direito de sediar os Jogos Paralímpicos, fizemos um planejamento até 2016. Cada modalidade tem seu próprio caminho. Cada uma tem seu ritmo de intercâmbio de atletas, treinadores, investimento maior na base e apoio a atletas de ponta. Para 2016, teremos dois esportes novos no programa, que são a paracanoagem e o paratriatlo. O Brasil tem ótimos resultados nos campeonatos mundiais dessas modalidades, portanto acho que o ingresso desses esportes no programa irá nos ajudar a alcançar nossa meta.
E as maiores barreiras?
Continuamos trabalhando o quinto lugar como referência, mas temos que analisar melhor os Jogos de Londres. Avançamos as duas posições almejadas e repetir este feito se tornou muito mais difícil, por estarmos atrás apenas de grandes potências. Temos consciência que o referencial mudou. Existe uma concentração maior de medalhas nas grandes potências e isso faz com que tenhamos que ganhar um número maior de medalhas e em mais modalidades.
Estamos caminhando na direção certa, mas precisamos de mais estrutura e mais envolvimento. Acho que temos um bom apoio governamental, mas é fundamental o apoio da iniciativa privada. Ganhamos medalha de ouro em cinco esportes e precisamos ampliar esse leque. Temos potencial para isso, só precisamos de um gás a mais.


SAIBA MAIS SOBRE O MOVIMENTO PARALÍMPICO
A prática de atividades físicas por pessoas com deficiência teve início no mundo em meados do século XX, entre o fim dos anos 40 e o início dos anos 50, na Europa, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Durante a guerra, um considerável número de combatentes sofreu lesões na coluna vertebral, ficando paraplégicos ou tetraplégicos, principalmente nos países europeus envolvidos no conflito. Este contexto influenciou o neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann a iniciar um trabalho de reabilitação médica e social de veteranos de guerra que apresentavam sequelas, especialmente medulares, utilizando práticas esportivas.
A primeira edição dos Jogos Paralímpicos foi realizada em Roma em 1960. Naquela época, a estrutura e organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos eram bem diferentes das atuais. As competições aconteciam em cidades e datas diferentes.
No Brasil, a prática do esporte adaptado foi trazida quase uma década depois da primeira edição dos Jogos Paralímpicos, por pessoas que tratavam suas lesões em hospitais no exterior e que assistiam à prática esportiva de pessoas com deficiência. A primeira participação dos brasileiros em uma competição paradesportiva internacional foi nos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires em 1969.
Em Jogos Paralímpicos, a primeira participação foi em Heidelberg 1972, na Alemanha. A conquista da primeira medalha foi em Toronto 1976, por Luis Carlos da Costa e Robson Sampaio de Almeida na competição de duplas de Lawnballs, uma espécie de bocha na grama.
O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) foi criado em 1989. Seu atual presidente é Philip Craven. Cabe ao IPC a chancela dos Jogos Paralímpicos de verão e de inverno, e a supervisão dos campeonatos mundiais.
O CPB foi constituído em 1995. A entidade é o órgão máximo do esporte paraolímpico brasileiro e representante legal do país junto ao IPC. É responsável também pela organização, fomento e participação brasileira nos Jogos Paralímpicos, nos Jogos Parapanamericanos e nos campeonatos mundiais. A sede do CPB está localizada em Brasília. 

Fonte: rio2016.org

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Anastasia homenageia atletas paralímpicos mineiros

Governador entregou medalhas aos esportistas de Minas Gerais que integraram a equipe brasileira nas Paralimpíadas de Londres 2012
(descrição imagem: Sete atletas e um treinador foram homenageados por Anastasia em nome de 15 esportistas mineiros)
O governador de Minas Anõnio Anastasia homenageou, nesta terça-feira (25), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, os atletas mineiros que participaram dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012. Sete atletas e um treinador representaram os 15 mineiros que integraram a delegação brasileira. Cada homenageado recebeu uma medalha.
“Essa é uma iniciativa muito singela, muito modesta, muito aquém do merecimento desses atletas paralímpicos que superam diversas adversidades para apresentar uma performance espetacular. Eles receberam muito mais até do que as medalhas olímpicas e o reconhecimento formal dos governos. Receberam o carinho de todos os brasileiros”, disse o governador.
Foram homenageados os atletas Izabela Campos (arremesso de peso e de disco), Carlos José Silva (atletismo), Cássio Henrique Damião (atleta-guia), Deanne Almeida (judô), Rafael Medeiros (tênis sobre rodas), Daniel Rodrigues (tênis sobre rodas) e Carlo Di Franco (tênis de mesa), além de Leonardo Flávio de Oliveira (técnico de Daniel Alves e Rafael Medeiros).
O mesa-tenista Carlo Di Franco Michell falou em nome dos atletas e disse estar realizado como esportista. Foi a sua terceira participação em Paralímpiadas e ele quer está presente nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016.
“Foi emocionante sentir o clima, ver a festa em Londres e como o povo abraçou o esporte paralímpico. Para os Jogos de 2016, a preparação começa agora, com todos, setor público e privado, investindo bastante para alcançarmos resultados ainda melhores”, afirmou o mesa-tenista.
Com 43 medalhas – 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze – a delegação brasileira (182 atletas, sendo 115 homens e 67 mulheres) garantiu o recorde de medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos e o sétimo lugar no quadro geral. A meta estabelecida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi atingida.
“Nos Jogos Paralímpicos de Londres conseguimos muitas medalhas, colocando o Brasil em lugar de destaque. Nós mineiros nos orgulhamos muito e temos feito grande esforço a favor da questão olímpica no Estado. Inauguramos há pouco o novo centro olímpico de atletismo, que também atende aos atletas paralímpicos”, ressaltou Anastasia, lembrando que, em junho, foi inaugurada a pista de atletismo do Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fruto de parceria entre o Governo do Estado e a UFMG.
Três atletas que participaram das Paralimpíadas de Londres são beneficiários dos programas Bolsa Atleta e Oficina de Esportes, do Governo de Minas. Izabela Campos (Belo Horizonte) é beneficiária dos programas Oficina de Esportes e do Bolsa Atleta. Rodrigo Rosa de Carvalho Marques (Uberlândia) e Deanne Silva de Alexandre (Belo Horizonte) são do Oficina de Esportes.
Investimentos
Em 2011, O Governo de Minas criou, na Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), a Diretoria de Desenvolvimento do Paradesporto, que concentrou todas as iniciativas, projetos e eventos com relação ao esporte para pessoas com deficiência. Desde então, várias ações foram realizadas, sempre tendo como base o fomento e a divulgação do esporte para pessoas com deficiência, a formação e capacitação de profissionais e o treinamento de atletas de rendimento.
Atualmente, as Oficinas de Esporte com oito núcleos específicos de Paradesporto atendem a 147 atletas nas modalidades de atletismo, natação, goalball, halterofilismo, bocha e tênis sobre rodas. Em 2011, eram três núcleos específicos e 72 atletas beneficiados.
O governador afirmou que Minas Gerais está empenhada no apoio e preparação de atletas, de forma a aumentar cada vez mais a participação de esportistas do Estado e a conquista de medalhas. Segundo ele, mais do que um dever, é uma obrigação o apoio ao esporte paralímpico.
Também participaram da solenidade o secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, o secretário-adjunto de Estado de Esportes e da Juventude, Rogério Romero, o secretário municipal de Esporte e Lazer de Belo Horizonte, Roberto Rocha Tross, e o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons.
CONFIRA O VÍDEO:


(fonte Agencia Minas)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

DANIEL DIAS: MAIOR MEDALHISTA PARALÍMPICO DO BRASIL!

 
Dia histórico para Daniel Dias e a natação Paralímpica Brasileira!
Após conquistar CINCO OUROS, em 5 provas individuais disputadas, Daniel se tornou o MAIOR medalhista Paralímpico do BRASIL! Daniel  superou as 13 medalhas de Clodoaldo Silva e Ádria Santos.
A vitória desta sexta, 07 de setembro, os 50m borboleta (S5), veio com recorde mundial: 34s15. São 14 pódios em 2 Paralimpíadas. (Em Pequim: 4 ouros; 4 pratas e 1 bronze). Quem tem orgulho do SUPER NADADOR? Parabéns, Daniel!!!
( Foto: Buda Mendes/CPB)
(fonte: CPB)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

ALAN FONTELES CELEBRANDO A VITORIA: "DEMOREI A DORMIR"


(alan fonteles segura jornal em que traz sua imagem ao lado de Pistorius)
Alan Fonteles custou a pregar os olhos depois dos 21s45 que o alçaram a estrela do paradesporto mundial. O novo campeão paralímpico dos 200m T43 cumpriu todo o ritual esperado de alguém que acabara de desbancar o favoritíssimo sul-africano Oscar Pistorius. Depois do exame protocolar antidoping, entrevistas e cumprimentos, o brasileiro  chegou à vila quase 2h da manhã.
“Entrei no computador. Eram centenas de mensagens. Não consegui responder a todas. Mas também demorei a dormir”, contou, tímido, diante de cerca de 50 jornalistas de todo o mundo em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira (3) em Stratford, bairro onde fica o Parque Olímpico.
Se as imagens não saíam da cabeça de Alan de noite, faltava a materialização do feito: a medalha de ouro que o brasileiro foi buscar na manhã seguinte no Estádio Olímpico. Foi com ela ao redor do pescoço que o atleta falou à imprensa brasileira e estrangeira e posou pacientemente para fotos com novos admiradores: crianças, policiais, voluntários, senhores de idade.
“A medalha de ouro é real?”, perguntou uma menininha para sua mãe. “Abrace ele! Esse é o momento mais importante da sua vida, filha!”, disse uma outra senhora para a garota a seu lado.
Sem perder a serenidade e a simpatia, Alan Fonteles falou sobre as declarações de Pistorius a respeito do tamanho de suas próteses.
“Ninguém gosta de perder. Entendo o que ele devia estar sentindo depois da prova e falou de cabeça quente. Estou dentro das regras do Comitê Paralímpico Internacional, isso é o que importa”, comentou Alan. “Somos adversários dentro da pista, mas quero seguir amigo dele. Não quero essa polêmica que estão tentando fazer”, minimizou o paraense de 20 anos, nascido em Marabá.
Quando perguntado se pretendia buscar a vaga nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, Alan foi categórico: “Não! Sou um atleta paralímpico e quero fazer minha história nas Paralimpíadas”, frisou.
Com os principais jornais ingleses na mão (guardou todos de recordação), Alan lembrava da família. “Falei com meu pai (Almir), com minha mãe (Cláudia) e com minha namorada (Mariana). Eles assistiram à prova juntos pela televisão e estavam muito felizes e orgulhosos”, contou Alan, ainda sem data para chegar no Pará.
“Vou primeiro a São Paulo e depois sigo para ver minha família. Imagino o tamanho da festa que estão preparando. Quando fui prata, em Pequim, foi uma loucura. Imagina agora!”.
(fonte: imprensa CPB)

domingo, 2 de setembro de 2012

VIVA O PARALIMPISMO BRASILEIRO

(Descrição imagem: flyer/banner facebook com paratletas brasileiros,
Londres 2012, em homenagem do Eficiência Especial: VIVA O PARALIMPISMO BRASILEIRO! compartilhe à vontade)

BRASIL PARALÍMPICO: UM SUCESSO EM LONDRES 2012

Medalhas e mais medalhas conquistadas a cada dia, em Londres, por nossos paratletas brasileiros:
O registro agora é para
Terezinha Guilhermina, a cega mais rápida do mundo: é ouro! com 24s82!
Jerusa Santos  é prata, com 25s32! Jhulia Santos é bronze, com 26s65!

É O  ATLETISMO PARALÍMPICO BRASILEIRO, BRILHANDO! VAMOS TORCER!


(Descrição imagem: Terezinha em competição - Foto: Fernando Maia)
 
e Yohansson Nascimento é ouro, com recorde mundial!
Yo correu os 200m T45/46 em incríveis 22s05, nova melhor marca do mundo (T45).
Yo já havia corrido 22s27 e abaixou ainda mais sua marca.
Sua platéia foi o  estádio com lotação máxima: 80 mil pessoas, além da presença da princesa Kate.
(Descrição imagem: Yohansson, correndo para sua vitória - Foto: Patrícia Santos)
 
(fonte: CPB)

domingo, 17 de junho de 2012

Termina definição de vagas no atletismo e natação para as paralimpíadas

(descrição foto: Nadador Daniel Dias na prova 50m Livre S5 (Foto: Divulgação/CPB)
Tensão e confiança. A mistura dos sentimentos foi forte para os mais de 900 participantes da primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo e Natação, disputada neste fim de semana, em São Paulo. Última oportunidade de conquistar índice nas duas modalidades para os Jogos Paralímpicos de Londres, a competição teve mais de 70 recordes brasileiros e três mundiais quebrados (apenas um dentro do programa de provas das Paralimpíadas).
Os resultados refletem o desejo por uma das 20 vagas na Natação (14 no masculino e seis no feminino) e 35 no Atletismo (24 no masculino e 11 no feminino) para a maior competição do planeta para atletas de alto rendimento com deficiência. Reconhecida pelo nível técnico elevado e com a chancela do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), a primeira Etapa Nacional contou ainda com a participação de competidores da Argentina, México, Peru, Equador, Venezuela, República Dominicana e Nigéria.
“Foi a nossa última seletiva para a definição dos atletas que irão para os Jogos Paralímpicos. Os competidores deram o seu melhor aqui na pista do Estádio Ícaro de Castro Melo e puderam mostrar como seremos representados em Londres. Tenho certeza de que os que não forem convocados também se sentirão diretamente representados”, afirmou Ciro Winckler, coordenador técnico nacional do Atletismo.
Segundo o coordenador técnico nacional da Natação, Murilo Barreto, a expectativa em torno da convocação acompanhou os nadadores e toda a coordenação técnica do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) durante as provas disputadas no Sport Club Corinthians Paulista.
“O alto nível do Circuito mostrou que, até a última prova, todos os atletas estavam dando seu máximo, se superando. Isso tecnicamente é importante, pois demonstra a qualidade da natação paralímpica brasileira. A geração 2016 também mostrou sua força, nos dando segurança para apostar e investir nessas promessas. Em Londres, o Brasil será representado pelos 20 melhores do país, e contamos com a torcida de todos”, disse Barreto.
Veterana nas piscinas e medalhista nos Jogos de Pequim, Verônica Almeida também sonha com mais uma Paralimpíada no currículo. A baiana bateu três recordes brasileiros, nos 100m e 400m livres, com 1m24s71 e 6m26s04, respectivamente, e nos 50m borboleta, com 38s25. Em Pequim, Verônica conquistou a medalha de prata nos 50m borboleta, com 38s49.
“Estou muito satisfeita com a minha marca. Diminuir meus tempos é um incentivador, pois sonho em participar de mais uma edição dos Jogos. Se eu for, darei meu máximo em busca do pódio”, disse Verônica.
Daniel Dias, um dos maiores atletas da atualidade, animou a torcida com o seu desempenho no Circuito. Recordista mundial, campeão Paralímpico e detentor de 11 medalhas de ouro numa única edição do Parapan, o paulista saiu soberano na piscina do Corinthians após nadar os 100m S5 em 1min12s41. No próximo domingo, 24, Daniel competirá no Open de Berlim, na Alemanha. Seu objetivo é ajustar últimos detalhes para Londres, quando irá disputar oito provas, sendo seis delas individuais.
“Gosto muito de nadar em Berlim, é uma boa piscina. Sempre que vou bem na Alemanha, consigo ter bons desempenhos em Parapans e Mundial. Espero nadar bem e chegar no meu melhor em Londres”, disse Daniel.
A convocação da Delegação Brasileira que participará dos Jogos Paralímpicos de Londres será divulgada na quarta-feira, 20, no site do CPB. Os resultados completos da primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo e Natação podem ser conferidos em: http://neocompeticao.com.br/circaixanacional1/default.asp

(fonte: Comunicação CPB)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO PREMIA OS MELHORES DO ANO

(descrição da imagem: vista panorâmica da cerimonia de entrega do premio paralímpicos/palco e platéia - Palacio dos Bandeirantes/SP)
O Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, foi cenário do primeiro Prêmio Paralímpicos, nesta quarta-feira, 14. Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a cerimônia homenageou os melhores atletas e técnicos no ano de 2011 e contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alkmin, da secretária da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, o presidente do CPB, Andrew Parsons, os vice-presidentes Mizael Conrado e Luiz Claudio Pereira, além de presidentes das Confederações.
(descrição imagem: o governador Geraldo Alkmin - com a camisa 10, do Brasil)

“Ganhamos um jogador a mais, que tem ajudado o nosso time a ser mais que vencedor. Nosso camisa 10, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alkmin. Obrigado por ter aberto a sua casa para o paradesporto brasileiro”, agradeceu Andrew Parsons.
O governador recebeu das mãos do presidente do CPB uma camisa amarela, com seu nome gravado acima do número 10. Após ressaltar a importância do esporte paralímpico e suas conquistas pelos atletas brasileiros, Geraldo Alkmin disse que divide a responsabilidade da camisa 10 com a secretária Linamara.
“O paradesporto pode contar com o Estado de São Paulo”, afirmou o governador.
Foram 22 premiados como melhor atleta do ano nas modalidades que integram o programa de provas dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 e Rio 2016, os melhores atletas do ano pelo voto popular nas categorias feminino e masculino, atleta revelação em 2011, melhores técnicos em modalidaes individuais e coletivas, além de troféus em homenagem à pessoas ilustres do Movimento Paralímpico Brasileiro.
Como mestres de cerimônia, os jornalistas esportivos Tino Marcos e Glenda Kozlowski, anunciaram os melhores do ano. Cercada de muita emoção e surpresa, a cerimônia reuniu mais de 400 pessoas no auditório do Palácio.
Em reconhecimento pela dedicação ao paradesporto brasileiro, o CPB homenageou os dois primeiros presidentes do Comitê, João Batista e Vital Severino, com o Troféu Aldo Miccolis –  presidente de honra do CPB in memorian, ums dos dirigentes que inicou o Movimento Paralímpico no Brasil.
“Graças a sua ousadia o esporte paraolímpico no Brasil sobreviveu e cresceu. Graças ao seu trabalho o paradesporto entrou para a Lei Pelé”, lembrou Andrew Parsons.
“Agradeço à minha esposa e filhos, que compreenderam a minha ausência tantas vezes, e aos presidentes das Confederações, que me entregaram a missão de estruturar o CPB, em 1995, no Instituto Benjamin Constant”, disse João Batista.
Na entrega do segundo troféu, Andrew Parsons reforçou a mudança que o paradesporto brasileiro passou a começar pelo gerenciamento.
“Ele implementou a mudança do paradeporto na gerência. As Confederações, especializadas em suas modalidades, trazem hoje o nome do Brasil ao topo do paradesporto mundial e seu trabalho e dedicação levou o Brasil ao nono lugar em Pequim 2008”, ressaltou o presidente do CPB.
“Gostaria de agradecer ao Andrew, companheiro de muito tempo. Eu acreditei em sua competência e juventude. A minha participação como presidente do CPB foi a de sair do modelo do amadorismo para buscar o profissionalismo”, afirmou Vital.
Entregue por Mizael Conrado, o Troféu Personalidade Paralímpica homenageou a secretária Linamara Rizzo Battistella.
“Ela no ano de 2011 contribuiu na realização da maior competição paradesportiva do mundo para estudante e criou o Time São Paulo”, anunciou Mizael.
Surpresa, a secretária não escondeu a emoção ao receber o troféu.
“Esse momento tem uma enorme importância pela presença de cada um, que é recebido com muito carinho pelo governador Geraldo Alkmin e pelo Estado de São Paulo. Andrew representa de maneira jovial e muito profissional a qualidade do esporte paralímpico brasileiro. O Brasil é hoje é uma referência. Quero lembrar também a importância do Mizael na melhoria do paradeporto no Estado de São Paulo. Você nos anima a trabalhar mais e construir mais para o esporte paraolímpico. Este troféu é a homenagem mais importante que recebi na minha vida”, ressaltou.
Pelo seu trabalho e dedicação à promoção do paradesporto na mídia, o jornalista da Rede Globo Renato Peters recebeu uma placa com agradecimento do CPB, representando também todos os profissionais dos meios de comunicação, que se empenham na cobertura do esporte paralímpico.
Com 71% dos votos populares, conquistados nas redes sociais e site do CPB, o nadador Daniel Dias foi o melhor atleta eleito pelo público.
“Esse prêmio não é só meu. Estamos mostrando o valor do esporte paralímpico para o Brasil e para o mundo. Agradeço a Deus, aos meus pais, minha família e a todos que votaram em mim”, disrcursou Daniel, que também foi eleito o melhor da Natação em 2011 e teve o prêmio entregue por  Mizael Conrado.
Na categoria feminina a disputa foi bastante acirrada. Entre a nadadora Joana Maria Neves, a jogadora de Basquete em Cadeira de Rodas Débora Cristina Costa e a corredora Terezinha Guilhermina, venceu a velocista com 46% dos votos.
“Estou muito feliz por receber esse prêmio. A Débora e a Joana foram concorrentes que nunca tive tão próximas. Esse prêmio tem um sabor ainda mais especial para mim. Nos últimos oito anos tenho me dedicado totalmente ao Atletismo e em 2011 ganhei todas as provas que disputas. Agradeço a todos que votaram em mim e ao Guilherme (seu atleta-guia) pela campanha que fez nas redes sociais”, disse Terezinha emocionada ao receber o troféu pelas mãos do presidente do CPB.
Ganhadores em 2011
Melhor atleta por voto popular
Feminino
Terezinha Guilhermina – Atletismo
Masculino
Daniel Dias – Natação
Melhor atleta por modalidade
Atletismo – Terezinha Aparecida Guilhermina
Basquete em Cadeira de Rodas – Débora Cristina Guimarães da Costa
Bocha – Eliseu dos Santos
Canoagem – Fernando Fernandes de Pádua
Ciclismo – Soelito Gohr
Esgrima – Jovane Silva Guissone
Futebol de 5 – Jefferson da Conceição Gonçalves
Futebol de 7 – Wanderson Silva de Oliveira
Goalball – Romário Diego Marques
Halterofilismo – Rodrigo Rosa de Carvalho Marques
Hipismo – Vera Lúcia Martins Mazzilli
Judô – Daniele Bernardes da Silva
Natação – Daniel de Faria Dias
Remo – Cláudia Santos
Rúgbi em Cadeira de Rodas – Alexandre Taniguchi
Tênis de Mesa – Carlo di Franco Michell
Tênis em Cadeira de Rodas – Carlos Alberto Chaves dos Santos
Tiro com Arco – Patricia France Marie O’Neill Layolle
Tiro Esportivo – Débora da Silva Rodrigues Campos
Triathlon – Rodrigo Feola
Vela – Bruno Landgraf das Neves
Voleibol Sentado – Gilberto Lourenço da Silva
Revelação
Thierb da Costa Siqueira – Atletismo
Melhor técnico
Modalidade Individual
Amaury Wagner Veríssimo – Atletismo
Modalidade Coletiva
Ramon Pereira de Souza – Futebol de 5
(fonte: CPB)