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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Deficientes físicos buscam ajuda para ter vida sexual ativa

A francesa Laetitia Rebord tem uma atrofia muscular e tenta encontrar pessoas que a ajudem a ter uma
Descrição imagem: A francesa Laetitia Rebord tem uma atrofia muscular e tenta encontrar pessoas que a ajudem a ter uma relação carnal

Muitas vezes vistos como crianças, eles buscam ajuda de terapeutas especializados em sexo

Grenoble, França. Em suas fantasias sexuais, ela é uma loira impetuosa e em boa forma, que domina seus parceiros. Porém, na vida real, ela é uma virgem que se locomove em uma cadeira de rodas e tem o corpo tocado apenas por cuidadores e médicos.
“Pessoas com deficiências são vistas como crianças”, afirmou a mulher na cadeira de rodas, Laetitia Rebord, 31. “E, inevitavelmente, crianças e sexo são duas coisas que não combinam”. Tradutora e professora, ela tem uma atrofia muscular espinhal genética que a deixou completamente paralisada, a não ser pelo dedão esquerdo e pelos músculos da face.
Rebord afirmou que possui sensações físicas agudas e já buscou relações sexuais com amigos de amigos e homens em sites de relacionamento, chegando até mesmo a procurar os serviços de acompanhantes. Porém, sua deficiência afastou muitos deles, e ela afirmou que está disposta a pagar para fazer sexo na Suíça ou na Alemanha, onde serviços de terapeutas sexuais são legalizados.
Histórias como a de Rebord estão longe de ser incomuns. Pessoas com deficiências encontram dificuldades para ter uma vida sexual ativa. Seus desejos muitas vezes são ignorados, e, embora a prostituição seja legalizada em muitos locais, raramente é permitido servir de intermediário entre o cliente e terapeutas sexuais.
DEBATE. A questão dos terapeutas sexuais veio à tona em março, depois que o Comitê Nacional de Ética, que aconselha o governo francês em relação a questões da área de saúde, publicou um relatório criticando a prática como um “uso antiético do corpo humano para propósitos comerciais”. O relatório, encomendado em 2011, foi aprovado pelas autoridades governamentais, incluindo Marie-Arlette Carlotti, ministra júnior, responsável por questões envolvendo pessoas com deficiências na França, que afirmou que a assistência sexual para deficientes é “uma forma de prostituição”.

Porém, alguns legisladores e associações de pessoas com deficiências físicas passaram a exigir a legalização do trabalho dos terapeutas sexuais. “O debate em torno da prostituição não é verdadeiro; os objetivos são distintos”, afirmou Pascale Ribes, fundadora do Grupo Deficiências e Sexualidade, uma associação que, desde 2011, defende a legalização da terapia sexual na França. “A assistência sexual permite que a pessoa com deficiências tenha acesso à sexualidade de forma satisfatória para se reconectar com o próprio corpo”, afirmou Ribes.
Sua associação faz lobby para conquistar uma mudança na lei e permitir que pessoas com deficiências, pais, amigos ou diretores de associações aprovadas intermedeiem encontros. Ela fala a respeito do “estresse sexual” de muitos dos 1,8 milhão de portadores de deficiências físicas na França em idade produtiva, especialmente no caso das mulheres.
Ajuda. Algumas pessoas precisam de assistência sexual para recuperar a libido após um acidente, conta Ribes. Outros casais com deficiências físicas querem ajuda para “compartilhar momentos de intimidade”. Muitos desejam explorar a sexualidade e reconquistar a autoconfiança, afirma. Boa parte dos terapeutas sexuais é composta por mulheres, diz Ribes, acrescentando que “isso dificulta ainda mais a vida de mulheres que buscam a ajuda”.
Porém, muitos portadores de deficiências físicas, incluindo Rebord, acreditam que têm o direito de recorrer à assistência sexual, um meio físico e psicológico de superar inibições e ganhar coragem para encontrar um parceiro.

Marcel Nuss, um pai com problemas físicos extremos que respira com a ajuda de um aparelho de respiração artificial, é autor do livro “I Want to Make Love” (Quero fazer amor, em tradução literal). Ele afirmou que suas experiências o convenceram a apoiar o uso de terapeutas sexuais. “O sexo ajuda os deficientes a recuperarem seu aspecto humano”, afirmou Nuss, que é dono de uma empresa de consultoria especializada em ajudar pessoas com limitações físicas. 
(fonte: The New York Times)

segunda-feira, 4 de março de 2013

BH RECEBE COPA BRASIL DE ESGRIMA EM CADEIRA DE RODAS

(descrição imagem: cadeirantes em competição de esgrima)
Competição reunirá os melhores esgrimistas em cadeira de rodas do País na capital mineira, entre os dias 8 e 10 de março A cidade de Belo Horizonte (MG) receberá pela primeira vez uma competição de esgrima em cadeira de rodas. A Copa Brasil da modalidade reunirá 32 atletas de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo no salão do Ouro Minas Hotel, entre os dias 8 e 10 de março.
Entre os competidores estará o medalhista de ouro nas Paralimpíadas de Londres-2012, Jovane Guissone. O gaúcho que foi o primeiro brasileiro a subir ao pódio em uma edição dos Jogos na modalidade, se prepara para sua primeira competição internacional após Londres, a Copa do Mundo de Montreal, no Canadá, no mês que vem.
A competição em Belo Horizonte será importante para a definição da Seleção Brasileira que representará o País no Canadá.
Com patrocínio da Caixa Loterias, a Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas tem duas etapas. A próxima acontecerá em junho, em São Paulo (SP).
I Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas 2013
Local: Ouro Minas Hotel – Avenida Cristiano Machado, 4001 – Palmares, Belo Horizonte (MG)

Programação
DIA 8: SEXTA-FEIRA
• 9h: Competições – Florete Masculino A, Espada Feminina A, Espada Masculina B, Florete Feminino B, Florete Masculino C e Espada Feminina C
• 17h: Finais do dia

DIA 9: SÁBADO
• 9h: Competições – Espada Masculina A, Florete Feminino A, Florete Masculino B, Espada Feminina B, Espada Masculina C e Florete Feminino C
• 17h: Finais do dia

DIA 10: DOMINGO
• 8h: Competições – Provas por Equipe Masculina e Feminina
• 12h: Finais e Cerimônia de Premiação

(fonte: CPB)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

4º CAMPEONATO BRASILEIRO DE RUGBY EM CADEIRA DE RODAS


 

 

 

 

 

 

 

 

(descrição da foto: cartaz do 4º Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas)

O 4º Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas, de 17 a 24 de julho, no Sesc Venda Nova - BH/MG,  reunirá sete equipes do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Minas Gerais, representada pela BH Rugby. Na ocasião serão divulgados os pré-convocados para a Seleção Brasileira, que competirá no Panamericano, em Bogotá. Saiba mais: (31) 32791442

PUC MINAS VIRTUAL OFERECE CURSO DE LIBRAS

A partir do próximo semestre letivo, a PUC Minas Virtual oferece a disciplina língua brasileira de sinais (LIBRAS), na modalidade à distância. Aberta a todos os interessados, a inscrição pode ser feita até 5 de agosto nas secretarias acadêmicas dos polos de apoio presencial (lista: http://www.virtual.pucminas.br/) ou no campus Coração Eucarístico, em BH-MG, prédio 3. Saiba mais: (31) 32385656

terça-feira, 12 de julho de 2011