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terça-feira, 6 de julho de 2021

CRISTINA ABREU LANÇA O LIVRO "Trabalho, Gestão em Rede e Pessoas Com Deficiência"

 O lançamento acontece no dia 16, na Livraria da Rua


FOTO: RENATA LUCIA


 

Será no dia 16 de julho, sexta-feira, às 17h, na Livraria da Rua (Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi – BH – MG), a tarde de autógrafos e lançamento do Livro “Trabalho, Gestão em Rede e Pessoas Com Deficiência -  perspectivas de participação e articulação de coletivos”, de Maria Cristina Abreu Domingos. 

Reconhecida e premiada pela sua atuação constante e pública,  na área dos direitos humanos,  da cidadania e  da inclusão da Pessoa Com Deficiência, a escritora, natural de Belo Horizonte, lança seu livro pela Editora Appris.

O livro chega com uma importância valiosa para pessoas e setores relacionados  ao seu foco. A contribuição deste estudo destaca a riqueza de fóruns voltados para a defesa dos direitos humanos de populações vulnerabilizadas, como o caso das Pessoas com Deficiência (PCD), compostos pela diversidade de seus componentes e a sua característica intersetorial e dialógica. O campo de gestão social ou de gestão do desenvolvimento social apresenta-se como uma grande possibilidade, um reflexo das práticas e do multiconhecimento construído por múltiplas disciplinas, delineando-se uma proposta emblemática no campo da articulação social.

Com entrada franca, o lançamento do dia 16, terá o livro comercializado a R$52,00.

A AUTORA

Maria Cristina Abreu Domingos nasceu em Belo Horizonte, em 05/02/1958, filha de Vicente Trindade Domingos e Olga Celso de Abreu Domingos. Mestra em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte (2012); especialidade em Educação Inclusiva pela Universidade Castelo Branco – UCB/RJ (2006); em Serviço Social e Política Social pela Universidade de Brasília (2001) e Aperfeiçoamento em Saúde Mental e Trabalho pelo Centro Universitário Newton Paiva de Belo Horizonte (2000); possui graduação em Serviço Social pela PUC-Minas (1982). Pesquisadora da Faculdade de Medicina da UFMG. Docente do curso de Pós-Graduação lato sensu em Serviço Social da Universidade de Ensino e Aprendizado de Viçosa – Unesav. Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Serviço Social – Cress, Coordenadora Geral da Política da Garantia de Direitos das Pessoas com Deficiência do Município de Belo Horizonte na Secretaria Adjunta de Direitos e Cidadania (2013-2017); Gerente de Desenvolvimento Esportivo e Paradesportivo junto à Secretaria de Esportes do Município de Belo Horizonte (2012). Diretora de Promoção da Responsabilidade Social da Subsecretaria de Direitos Humanos de Minas Gerais (2007-2012). Presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Minas Gerais (2009-2012). Primeira-secretária do Conselho Municipal de Pessoas com Deficiência de Belo Horizonte (2013); Coordenadora do Fórum Pró-Trabalho da Pessoa com Deficiência – gestão 2007-2009. Membro do Conselho Regional de Serviço Social ­– Cress/MG, Consultora da Unesco (2003-2006) e PNUD (2002-2003), Palestrante de temas relacionados à Educação e ao Trabalho Inclusivo. Agraciada pela People Expression 2016 – Special Category Best Practices in Education, BRAIN CONNECTION – The First International Congress of Neuroscience, homenageada no Dia Internacional da Mulher Negra e Latino-Americana e Caribenha pelo Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais. Diploma de Honra ao Mérito na categoria Parceiros de Excelência pelo Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais.

 

O LIVRO

Esta obra analisou um fórum participativo e intersetorial que se organizava em rede com o objetivo de promover processos em defesa da garantia de direito ao trabalho, pautada na política afirmativa de cumprimento da Lei de Cotas, referente ao emprego de PCDs no mercado de trabalho. O campo do estudo realizado deu-se no Fórum Pró-Trabalho das Pessoas com Deficiência e Reabilitadas (FPT), com atuação na região metropolitana de Belo Horizonte, indicando possibilidades e limites de sua atuação no contexto da inserção produtiva das PCDs. Utilizou-se de abordagem qualitativa, realizando observação participante, análise documental do regimento e das atas (de 2008 a 2010), por meio do software Atlas TI, e entrevista semiestruturada com seis participantes e um egresso do fórum.

A literatura analisada indicou que há uma tendência a se enfatizar o aspecto quantitativo em detrimento da qualidade do tipo de inserção produtiva realizada. No âmbito da gestão social do FPT, verificou-se que o segmento governamental ocupa maior participação nos debates, conforme registrado nas atas analisadas. Por sua vez, os representantes das empresas apresentaram menor participação, dedicando-se mais a colher informações úteis ao cumprimento da Lei de Cotas. E, curiosamente, as PCDs demonstraram baixo nível de interlocução na tessitura das propostas a serem encaminhadas. Além disso, percebeu-se que o FPT não realizava processos de monitoramento e avaliação quanto ao tipo de inserção produtiva realizada; o cenário observado sugeriu que ainda prevaleciam práticas que podiam ser classificadas como procedimentos de inclusão marginal, e que a atuação do FPT não se orientava pela concepção de “inclusão produtiva”.

A contribuição deste estudo destaca a riqueza de fóruns voltados para a defesa dos direitos humanos de populações vulnerabilizadas, como o caso das Pessoas com Deficiência (PCD), compostos pela diversidade de seus componentes e a sua característica intersetorial e dialógica. O campo de gestão social ou de gestão do desenvolvimento social apresenta-se como uma grande possibilidade, um reflexo das práticas e do multiconhecimento construído por múltiplas disciplinas, delineando-se uma proposta multiparadigmática, de natureza interdisciplinar.

TARDE DE AUTÓGRAFOS E LANÇAMENTO DO LIVRO

TRABALHO, GESTÃO EM REDE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

perspectivas de participação e articulação de coletivos

de Maria Cristina Abreu Domingos

Editora Appris, 161 paginas

16 de julho, sexta-feira, às 17h

Livraria da Rua

Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi – BH – MG

Preço do livro, no evento: R$52,00

ENTRADA FRANCA

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Palco Hip Hop Danças Urbanas coloca diversidade e acessibilidade em pauta


Quarta edição do festival, que acontece neste fim de semana, traz apresentações artísticas e atividades de formação, como palestras, debates e workshops; evento conta com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura

Resistente desde 2011, o Palco Hip Hop é hoje um dos maiores e mais importantes festivais dedicados à cultura de rua do Brasil. Em 2018, o Palco retorna com uma programação intensa que, além de apresentações artísticas, traz ainda atividades de formação, como palestras, debates e workshops. Esta é a quarta edição do festival com o tema Danças Urbanas, mantendo sempre o espaço para as demais manifestações e elementos da cultura, como o MC, DJ e o Grafitti. O Palco Hip Hop Danças Urbanas 2018 é viabilizado através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O festival tem patrocínio da Oi, Cemig e Caixa Econômica Federal e conta com o apoio cultural do Sesc em Minas, Oi Futuro e apoio institucional do Goethe-Institut. A programação de 3 a 4 de fevereiro integra a programação do Verão Arte Contemporânea.
O evento acontecerá em quatro momentos distintos, dividindo as ações entre a região central e a periferia de BH e duas cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A primeira etapa da programação é parte do VAC - Verão Arte Contemporânea e acontecerá nos dias 3 e 4 de fevereiro no Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046- Centro- BH). Haverá programação também no dia 3, na Cafuá - Casa Fusion de Arte (Rua Brasília, 417, Carlos Prates) e na Sede do Grupo Cultura do Guetto (Rua Botelhos, 55A, Bonfim).
Além das várias atrações que representam um recorte importante do atual momento do Hip Hop na capital mineira, o festival reforça o compromisso com a diversidade e a acessibilidade dos vários públicos, a exemplo do debate que traz o tema “Acessibilidade nas danças da Cultura Hip Hop”, que contará com as presenças dos dançarinos, Perninha e Samuka, ambos jovens portadores de necessidades especiais de locomoção e que estão entre os maiores b.boys do país. Reforçando as ações de inclusão, os debates e palestras realizados no Palco Hip Hop contarão com tradução simultânea para Libras. Outro destaque desta edição é a presença de Storm, dançarino alemão considerado um dos maiores b.boys do mundo.

Pratas da casa
A maior parte da programação segue composta pelos talentos locais, jovens MCs, b.boys, b.girls, grafiteiros, grafiteiras e DJs que representam a força e a relevância do hip hop no estado ao longo destas três décadas de construção da cultura de rua por aqui – a cultura surgiu no Bronx em 1973 mas no Brasil as primeiras manifestações datam de 1983. Nomes como Grupo Contraste, NTAG, DJ Sense, DJ Robinho, DJ Pat Manoese, MCs Paula Ituassu, Monge, Ohana, Uai Sound System, DJ Guimyts entre outros, integram as atividades do festival.
Os ingressos custam R$ 2,00 (Inteira) R$1,00 (meia-entrada), venda de ingressos a partir de 12H na bilheteria do Sesc Palladium. Limite máximo de até 1 ingresso por pessoa. Sujeito à lotação.
As demais ações na Casa Fusion de Arte e na Sede do Grupo Cultura do Guetto são gratuitas.


PROGRAMAÇÃO
PALCO HIP HOP DANÇAS URBANAS 2018
03/02 (Sábado) - Sesc Palladium

Show - UAISS
Apresentações de Dança - Grupo Contraste /  ILL - ABILITIES
DJs - DJ Robinho (Seletiva Batalha Livre de Danças Urbanas)  / DJ Guimyts (Seletiva Batalha de Breaking)  / DJ Sense (Cypher)
Mestres de Cerimônia - Paola Bracho / Monge
Seletiva Batalha de Breaking (24 vagas) / Seletiva Batalha Livre de Danças Urbanas (32 vagas)
Jurado Batalha de Breaking - Storm
Jurados Batalha Livre de Danças Urbanas - Mascote, Chriss Portes e Fabgirl
Graffiti - Hisne e Tina
Feira de Marcas Locais - Abertura: 17H
Horário: 20H
Ingressos: 2,00 (Inteira) / 1,00 (Meia-entrada) - 01 ingresso por pessoa
Abertura da Bilheteria: 12H
Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Palestra - Acessibilidade nas danças da Cultura Hip Hop com Perninha e Samuka
Mediação - Brisa Marques
Local: Foyer da AV. Augusto de Lima (Sesc Palladium)
Horário: 16H
Entrada franca
Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

03/02 (Sábado) - Cafuá - Casa Fusion de Arte
Workshop de Popping com Storm (Alemanha)
Horário: 10H
Duração: 01H30
Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte
Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates
Vagas: 25
*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 09H)

Workshop de B.Girling com Fabgirl 
Horário: 14H
Duração: 01H30
Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte
Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates
Vagas: 25
*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

04/02 (Domingo) - Sesc Palladium
Show - Paula Ituassu
Apresentações de Dança -  NTAG / Storm (Alemanha) / Lasseindra (França)
DJs - Mano Pim (Finais Batalha Livre de Danças Urbanas) /  DJ Guimyts (Finais Batalha de Breaking) /  DJ Pat Manoese (Cypher)
Mestres de Cerimônia - Paola Bracho / Monge
Finais Batalha de Breaking (8 finalistas) / Finais Batalha Livre de Danças Urbanas (8 finalistas)
Jurado Batalha de Breaking - Storm
Jurados Batalha Livre de Danças Urbanas - Mascote, Chriss Portes e Fabgirl
Graffiti - Tina e Hisne
Feira de Marcas Locais - Abertura: 16H
Horário: 19H
Ingressos: 2,00 (Inteira) / 1,00 (Meia-entrada) - 01 ingresso por pessoa
Abertura da Bilheteria: 12H
Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Palestra - As Danças Urbanas pelos palcos do Mundo (Tradução Simultânea)
Palestrante - Storm (Alemanha)
Local: Teatro de Bolso do Sesc Palladium
Horário: 15H
Vagas: 80
Entrada Franca
*Ingressos distribuídos com 30 minutos de antecedência
Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

04/02 (Domingo) - Sede do Grupo Cultura do Guetto
Workshop de Breaking com Perninha e Samuka
Horário: 10H
Duração: 01H30
Local: Sede do Grupo Cultura do Guetto
Endereço: Rua Botelhos, 55A, Bonfim
Vagas: 25
*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 09H30)

Workshop de Rocking Dance com Arthur (Spin Force Crew)
Horário: 14H
Duração: 01H30
Local: Sede do Grupo Cultura do Guetto
Endereço: Rua Botelhos, 55A, Bonfim
Vagas: 25
*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

04/02 (Domingo) - Cafuá - Casa Fusion de Arte
Workshop de Vogue com Lasseindra (França)
Horário: 14H
Duração: 01H30
Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte
Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates
Vagas: 25
*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

SERVIÇO
Palco Hip Hop Danças Urbanas 2018 (primeira etapa)
Quando: 3 a 4 de fevereiro
Locais e ingressos:
Cafuá - Casa Fusion de Arte - Rua Brasília, 417, Carlos Prates (entrada franca)
Sede do Grupo Cultura do Guetto - Rua Botelhos, 55A, Bonfim  (entrada franca)
Grande Teatro do Sesc Palladium  - Rua Rio de Janeiro, 1046- Centro- BH
Ingressos: R$ 2,00 (Inteira) R$1,00 (meia-entrada)

Vídeo do Festival

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

BLOCO CARNAVALESCO "TODO MUNDO CABE NO MUNDO" FAZ ULTIMO ENSAIO NO DIA 8!

"Neste bloco ninguém anda, todo mundo voa a 3 metros do chão..."
No dia 08 de fevereiro, às 19h, no o espaço Park Belo 9 Rua Piauí, 647 = Santa Efigênia - BH)  acontecerá o ensaio final do bloco carnavalesco "Todo Mundo Cabe no Mundo". 
Segundo a coordenação é sua última chance de afinar a voz e os instrumentos para o 
grande desfile 2018, que acontece no dia  11, com concentração a partir de 9h, no mesmo local dos ensaios.Participação totalmente livre e gratuita.  Muita música e animação no consagrado bloco que já se descreve como o  mais inclusivo do Brasil!!Leve seu instrumento musical. 


                                          (descrição imagem: arte de Marcelo Xavier, simbolizando o bloco "Todo mundo cabe no mundo")

"O bloco "Todo Mundo Cabe no Mundo" desfilou pelas ruas de Santa Efigênia e do Funcionários, pela primeira vez, em 2016. Mas essa ideia começou antes, em 2012, a partir da iniciativa "Preconceito Zero - Todo Mundo Cabe no Mundo", do artista plástico Marcelo Xavier e de outras pessoas interessadas em tornar o mundo um local mais aberto para o diferente, para os diferentes. O primeiro evento, em agosto desse ano, reuniu centenas de pessoas em uma movimentação artística espontânea na praça Duque de Caxias, em Santa Tereza. O principal símbolo da iniciativa foi uma sombrinha, que deveria ser enfeitada da forma que o dono achasse melhor. 4 anos depois, a ideia enveredou pelo caminho da folia e tomou corpo no bloco, que está aberto para todos que quiserem participar de uma sociedade mais inclusiva. 
CARNAVAL DE TODO MUNDO Nossa ideia de carnaval sempre foi a de afirmação da festa como manifestação folclórica – a maior do país – ou seja, popular, democrática, gratuita e aberta ao livre espaço da rua em que todos os cidadãos se sintam convidados a participar. Por sorte, a cidade optou pelo carnaval com estas características. Parece-nos viver a realização de um sonho. Como cantam os versos de uma das nossas 5 marchinhas (especialmente compostas para o carnaval de BH): “BH, a bela adormecida, que dormia em pleno carnaval, um dia acordou e não sai mais da rua e não quer mais parar de pular, de pular, de pular...” Festa popular sem a inclusão absoluta de todos, que condene parte da população, seja ela qual for, a meros espectadores é um contrassenso. Conhecemos muito bem o grande inimigo do ideal de inclusão social: o preconceito. Sabemos, também, da força de armas como a arte, o folclore, a alegria, o compartilhamento no combate a esse inimigo. O nosso carnaval tem essas armas e é com elas que botamos o nosso bloco na rua: “Todo mundo cabe no mundo” – pela paz, pela diversidade, pela liberdade." (Marcelo Xavier, artista plástico, idealizador do bloco)


Saiba mais: www.facebook.com/events/218568758712465

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

VOTE NO PROJETO EFICIÊNCIA ESPECIAL!

ATENÇÃO, amigos e amigas! 
Foi dada a largada! Preciso dos votos de cada um de vocês! 
Estou entre as três finalistas do Prêmio Mulheres de Impacto Minas, concorrendo com o meu projeto de responsabilidade social e voluntariado, no qual venho atuando há 10 anos, em favor da inclusão, necessária e possível, da pessoa com deficiência!As ações incluem os dois programas AM e FM, na Rádio Inconfidência e o nosso Blog Eficiência Especial. 
Eu quero ganhar! rs Porque esse prêmio pode me capacitar ainda mais para esta atuação! CLIQUE NO LINK E VOTE AGORA!
http://www.mulheresdeimpactominas.com/concurso.html
Muito obrigada e INCLUSÃO, SEMPRE!
Màrcia Francisco.


(Por favor, COMPARTILHE esse post! Atualize a página e vote quantas vezes quiser!)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

INCLUSÃO E EFICIENCIA ESPECIAL

Nesta quinta-feira, dia 12, eu converso com o coordenador geral do Movimento Unificado de Deficientes Visuais de Belo Horizonte - MUDEVI BH, Willian Nascentes e com a coordenadora da Comissão de Passeios, do mesmo projeto, Elisângela de Jesus. Eles vão falar sobre a ação da entidade junto aos órgãos públicos, como por exemplo, a PBH. Projetos como aplicativo Siu Mobile, instalação de piso tátil nas vias públicas e sinal sonoro, são alguns dos temas em questão. O funcionamento do MOVE e a satisfação das pessoas com deficiência visual, também está em nosso bate-papo. Não perca! Às 12h30, na Rádio Inconfidência AM880 ou www.inconfidencia.com.br
Inclusão, sempre!
Márcia Francisco

quinta-feira, 6 de julho de 2017

OUÇA A ENTREVISTA COM MICHELLE MALAB

Confira a entrevista do nosso programa "Inclusão e Eficiência Especial", exibido no dia 06 de julho, na Rádio Inconfidência. A entrevista com a escritora e palestrante, Michelle Malab, traz sua experiência com o filho autista e o diagnóstico,  tardio, dela própria: Asperger. Michelle nos transmite toda esta valiosa história através do recém-lançado livro "Na Montanha Russa". Ouça AQUI 
(descrição da foto: Michele Malab)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Michelle Malab lança "Na Montanha Russa – vivendo a maternidade no Autismo"

(descrição imagem: a escritora Michelle Malab)
 
Amante das letras, Michelle, desde a infância, sempre se considerou uma escritora nata. 

Após ter seu primeiro filho Pedro, diagnosticado com Sindrome de Asperger (Autismo), se deparou com um novo universo em sua vida. Com muitos erros e acertos, adquiriu um conhecimento amplo vivenciados pelas inúmeras tentativas acertadas e outras frustradas  no único propósito de estimular o desenvolvimento do filho e inseri-lo a sociedade na qual vivemos.

Para a autora, o desejo de escrever um livro já era algo muito forte, que se tornou mais pulsante após ser diagnosticada também com a mesma síndrome do seu filho.

Para Michelle Malab, escrever um livro relatando fatos vividos é compartilhar com o leitor sua vivência  contribuindo com famílias e mães que enfrentam situações similares quando recebem o diagnostico da Sindrome de Asperguer e, com isso, começam a enfrentar momentos cheios de questionamentos e negação

O livre recebe o nome da expressão ouvida por muitas pessoas que vivenciam o autismo demosntrando que nesta syndrome nada é relínio, linear mas vai e vem de altos e baixos sempre com a necessidade de recomeços e mudanças de trajeto.

Michelle Malab  foi diagnosticada com Síndrome de Asperger já na fase adulta, anos após ter tido o diagnóstico de seu filho Pedro. Com o filho diagnosticado, deparando-se com a falta de tratamentos eficazes e poucos profissionais capacitados na área começou a estudar sobre a síndrome, tornando-se co-terapeuta no tratamento do filho. Durante anos de estudo passou administrar palestras sobre autismo e organizar seminários sobre o tema, trazendo os melhores métodos e tratamentos que visam dar às pessoas com autismo as ferramentas necessárias para seu desenvolvimento. É militante na luta pelos Direitos das Pessoas com Autismo e, em particular, no que se refere a inclusão escolar efetiva e humanizada. O autismo do filho acabou por lhe trazer também um conhecimento sobre si mesma.

Saiba mais: 31 994316620 - michellemalab75@gmail.com