Confira a entrevista sobre "Inclusão Escolar", da presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos
da Pessoa com Deficiência - CONPED, Kátia Ferraz, ao nosso "Inclusão e Eficiência Especial", Rádio Inconfidência. OUÇA AQUI
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
sábado, 21 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
Outro olhar para a vida
Maquiador Marcos Costa ministra cursos para mulheres deficientes visuais. Iniciativa particular, ele exalta sua transformação pessoal e a mudança na autoestima das alunas
| descrição da imagem: Marcos Costa explica que a maior dificuldade das alunas é pintar os olhos |
Mulher e maquiagem são praticamente sinônimos. Pelo menos para as vaidosas. Sair de casa e aparecer em público sem pintar o rosto é pecado grave de beleza. O poder da transformação que vem dos pincéis, das cores e texturas é transformador. E pensar que o ato de maquiar nasceu na pré-história até se popularizar e chegar na versão moderna por meio do cinema dos anos 1920 é empolgante. Marcos Costa, maquiador da Natura, profissional disputado nas semanas de moda no Brasil, como a São Paulo Fashion Week , há anos no comando dos desfiles do estilista Ronaldo Fraga, revela um outro lado do seu trabalho: o de levar a maquiagem a quem vivia à margem desse mundo. Desde 2008, por iniciativa própria (não é um projeto corporativo), ouvindo no rádio as dificuldades dos deficientes visuais em lidar numa sociedade despreparada para abraçá-los no dia a dia, decidiu ajudá-los da forma que estava ao seu alcance. O goiano inquieto, criado para ter um olhar para o outro, decidiu dar curso de automaquiagem para pessoas com baixa visão e cegas. “Comecei com minha vizinha, ela chamou as amigas e a história cresceu.”
Até ano passado, Marcos não queria divulgar sua ação, mas foi convencido pela irmã para falar a respeito e chamar a atenção para essas pessoas, atrair novos participantes e outras contribuições e ações. Ele atende turmas na Fundação Dorina Nowill para Cegos em São Paulo e tem alunas que vão até sua casa ou num lugar combinado. “São encontros prazerosos, que me deixam feliz. Às vezes, até esqueço das dificuldades, cobro e dou bronca. Ao longo dos anos, aprendi a lidar com cada uma, foi intuitivo e recompensador.” Ele conta que são alunas de todas as idades e classes. “Elas ficam ansiosas, querem aprender tudo e peço paciência porque eu lhes ensino todos os passos da maquiagem, desde a preparação da pele.” Conhecido pela capacidade de maquiar com os dedos, seu diferencial no mercado, sua habilidade comungou com esse público. “Começo com as mãos, com os dedos, e sinto uma evolução incrível. Só depois de um tempo introduzo o pincel de boca.”
O maquiador revela que a maior dificuldade das alunas é pintar os olhos. “É onde está a sensibilidade. Por isso, o trabalho é redobrado de afeto e carinho. Quem perdeu a visão cedo lida melhor, mas quem deixou de enxergar mais tarde, tem mais barreiras”, mas nada que uma linda maquiagem não ajude a seguir em frente. “Tenho uma aluna que me manda a maquiagem que aprendeu comigo ou fez sozinha por aplicativo. É uma linda arquiteta que me deixa superorgulhoso.” Os encontros, lembra Marcos, fazem um bem danado. “As aulas são gostosas, divertidas, damos boas risadas e os nossos problemas ficam menores. Muitas vezes, a fechadura da porta travada ou um pneu furado se tornam um drama. Hipervalorizamos situações e desconhecemos os verdadeiros obstáculos. Meu olhar para a vida passou a ser outro. Quanto às alunas, acredito que passaram a perceber a vida de outra forma. Além da maquiagem, elas ficaram mais atentas com a imagem, em ter a unha feita e roupas mais arrumadas. Começaram a se cuidar mais.”
BLOG A arquiteta Lucia Helena Florio, de 38 anos, conheceu Marcos na Fundação Dorina, se encantou com ele e pela maquiagem. Inspirada, decidiu criar um blog para ensinar quem tem baixa visão a se maquiar. O endereço entrou no ar em setembro de 2014 e para acessá-lo basta clicar no site www.belezanapontadosdedos.com.br. Ela já postou quatro vídeos. “Preocupo-me em dar dicas com bastante descrição, para que todas possam aprender. Procuro ficar por dento das tendências, mas como também estou aprendendo, comecei com os passos mais simples. Sombras leves, batom mais claro para não aparecer tanto um erro, enfim, cores suaves para que elas possam perder o medo e se jogar.”
Lucia tem baixa visão. Ela conta que aos 8 anos percebeu a brusca perda da visão e foi diagnosticada com a doença de Stargardt, que se manifesta de forma progressiva. Profissional autônoma, ela faz projetos de interiores, consultorias e, agora, está focada no blog. “Fui a Dorina para cursos de mobilidade, do uso da bengala branca, e conheci o Marcos. Entrei para o grupo de maquiagem e tive a ideia do blog. Antes, não dava tanta importância, só me maquiava em ocasiões especiais. Mas me despertei e fiquei apaixonada. Ele nos ensina a quantidade para não exagerarmos com os produtos, já que tudo é ampliado para termos noção. Aprendemos a esfumar a sombra, passar batom com pincel e a usar o blush.” Ela conta que maquiar os olhos é a parte mais sensível, mas aos poucos a insegurança dissipa. “Nosso olho é precioso e quem tem baixa visão que preservá-lo o máximo possível. Por isso, fica com medo dos produtos químicos. Adaptamos, escolhemos o rímel incolor, por exemplo, que é mais suave. Mas aos poucos queremos passar uma sombra brilhante. A partir da maquiagem elevamos a autoestima. Acho que todas as meninas devem se gostar mais. Muitas ficam deprimidas e encolhem, mas é preciso se animar, ter objetivos e vontade de viver. Há dificuldades, mas temos de nos jogar na sociedade, mostrar que podemos, para termos mais chance em tudo na vida e, assim, nos incluir cada vez mais.”
O maquiador revela que a maior dificuldade das alunas é pintar os olhos. “É onde está a sensibilidade. Por isso, o trabalho é redobrado de afeto e carinho. Quem perdeu a visão cedo lida melhor, mas quem deixou de enxergar mais tarde, tem mais barreiras”, mas nada que uma linda maquiagem não ajude a seguir em frente. “Tenho uma aluna que me manda a maquiagem que aprendeu comigo ou fez sozinha por aplicativo. É uma linda arquiteta que me deixa superorgulhoso.” Os encontros, lembra Marcos, fazem um bem danado. “As aulas são gostosas, divertidas, damos boas risadas e os nossos problemas ficam menores. Muitas vezes, a fechadura da porta travada ou um pneu furado se tornam um drama. Hipervalorizamos situações e desconhecemos os verdadeiros obstáculos. Meu olhar para a vida passou a ser outro. Quanto às alunas, acredito que passaram a perceber a vida de outra forma. Além da maquiagem, elas ficaram mais atentas com a imagem, em ter a unha feita e roupas mais arrumadas. Começaram a se cuidar mais.”
BLOG A arquiteta Lucia Helena Florio, de 38 anos, conheceu Marcos na Fundação Dorina, se encantou com ele e pela maquiagem. Inspirada, decidiu criar um blog para ensinar quem tem baixa visão a se maquiar. O endereço entrou no ar em setembro de 2014 e para acessá-lo basta clicar no site www.belezanapontadosdedos.com.br. Ela já postou quatro vídeos. “Preocupo-me em dar dicas com bastante descrição, para que todas possam aprender. Procuro ficar por dento das tendências, mas como também estou aprendendo, comecei com os passos mais simples. Sombras leves, batom mais claro para não aparecer tanto um erro, enfim, cores suaves para que elas possam perder o medo e se jogar.”
Lucia tem baixa visão. Ela conta que aos 8 anos percebeu a brusca perda da visão e foi diagnosticada com a doença de Stargardt, que se manifesta de forma progressiva. Profissional autônoma, ela faz projetos de interiores, consultorias e, agora, está focada no blog. “Fui a Dorina para cursos de mobilidade, do uso da bengala branca, e conheci o Marcos. Entrei para o grupo de maquiagem e tive a ideia do blog. Antes, não dava tanta importância, só me maquiava em ocasiões especiais. Mas me despertei e fiquei apaixonada. Ele nos ensina a quantidade para não exagerarmos com os produtos, já que tudo é ampliado para termos noção. Aprendemos a esfumar a sombra, passar batom com pincel e a usar o blush.” Ela conta que maquiar os olhos é a parte mais sensível, mas aos poucos a insegurança dissipa. “Nosso olho é precioso e quem tem baixa visão que preservá-lo o máximo possível. Por isso, fica com medo dos produtos químicos. Adaptamos, escolhemos o rímel incolor, por exemplo, que é mais suave. Mas aos poucos queremos passar uma sombra brilhante. A partir da maquiagem elevamos a autoestima. Acho que todas as meninas devem se gostar mais. Muitas ficam deprimidas e encolhem, mas é preciso se animar, ter objetivos e vontade de viver. Há dificuldades, mas temos de nos jogar na sociedade, mostrar que podemos, para termos mais chance em tudo na vida e, assim, nos incluir cada vez mais.”
(fonte: Estado de Minas)
sexta-feira, 15 de março de 2013
CONCURSO DE MISS ESCOLHE CADEIRANTE MAIS BELA, NA HUNGRIA
A Hungria realizou mais um concurso de beleza para cadeirantes. É a moda e a beleza valorizando a inclusão. Confira algumas informações e imagens:
Descrição imagem: Candidatas se preparam antes do início do
Descrição imagem: Candidatas se apresentam durante o concurso Miss Colours Hungria, Foto: Bernadett Szabo/Reuters
Descrição imagem: A partir da esquerda, Nikolett Almasi (3º lugar),
Descrição imagem: Vanda Vasas, 20, sorri após vencer o
(Fontes: Bol/ Deficiente Online)
concurso Miss Colours Hungria, onde apenas beldades
cadeirantes disputaram a coroa,
em Budapeste Bernadett Szabo/Reuters
Vanda Vasas (1º lugar) e Anita Vaczi (2º lugar) desfilam
após a final do concurso Miss Colours Hungria,
.Foto: Bernadett Szabo/Reuters
Descrição imagem: : Vanda Vasas, 20, sorri após vencer o concurso Miss Colours Hungria, Foto: Lajos Soos/Epa/Efe
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Terapia com cavalos está com atividades paralisadas no Bairro Prado - BH - MG
(*** nota Eficiência Especial - LAMENTÁVEL: caras autoridades, o que pode ser feito? as crianças atendidas estão desamparadas com a situação)
Profissionais de que atuam em serviço gratuito no Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes foram demitidos e não há data para recontratação.
Mais de 300 pessoas com deficiência e necessidades especiais atendidas pelo Centro de Equoterapia do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (Cercat), no Bairro Prado, Região Oeste de Belo Horizonte, tiveram as atividades paralisadas ontem por falta de profissionais. O único que oferece o serviço gratuito em Minas Gerais fica fechado por tempo indeterminado. Há 15 anos, o Cercat oferece reabilitação para pessoas com deficiências neuromotoras, autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral, hidrocefalia e ainda para pacientes com sequelas de acidente vascular cerebral e traumatismo craniano. Hoje, a lista de espera para atendimento tem mais de mil nomes.
Os problemas no Cercat começaram no ano passado quando o Ministério Público determinou que somente concursados poderiam trabalhar no local. Segundo o sargento José Geraldo Nunes, subcoordenador do centro de equoterapia, todos os profissionais foram demitidos. Como o pagamento do corpo técnico é de responsabilidade da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), uma negociação com a Secretaria de Estado da Saúde garantiu a continuidade das atividades do Cercat após a liberação da verba de R$300 mil. Contudo, as regras para a contratação inviabilizaram a continuidade do trabalho.
“Precisávamos de uma entidade sem fins lucrativos para gerir esse recurso e a Fundação Dom Bosco se tornou nossa parceira. Mas o Estado diz que os contratos não podem ser superiores a um ano. Também não permite o registro em carteira ou o pagamento de qualquer outro direito trabalhista. Nenhum profissional da saúde vai aceitar essas condições, quanto mais profissionais qualificados como os que precisamos aqui. A verba está lá e não podemos trabalhar”, lamenta o sargento Nunes.
Benefícios
Para as famílias, o impasse causa apreensão, já que a continuidade é fundamental para o tratamento e a interrupção prolongada pode significar a perda dos benefícios adquiridos. A terapeuta Fátima Coelho esperou por quatro anos uma vaga para a filha Melissa, de 12 anos, que tem paralisia cerebral. Há um ano Melissa faz equoterapia e os resultados são visíveis, segundo a mãe. “Minha filha já está andando a cavalo sozinha. A equoterapia ajudou a melhorar a postura, o equilíbrio, a marcha, a fortalecer o tronco, é muito importante para ela. Vai ser muito ruim para os praticantes se não houver uma solução rápida para o problema”, ressalta Fátima.
A Secretaria de Estado da Saúde informou em nota que liberou recursos por meio de convênio para o centro, porém eles não são destinados para contratação de pessoal, mas sim para manutenção das atividades. A gestão do centro cabe à própria Polícia Militar.
O comandante da Cavalaria, tenente coronel Mac Dowel, rebate as informações da Secretaria de Estado da Saúde e diz que a Fhemig é a responsável pelo pagamento dos profissionais. Segundo ele, desde que foi criado o centro já atendeu 60 mil pessoas e a PM arcou com todas as despesas com a manutenção do espaço, tratamento dos cavalos e pagamento de militares.
PALAVRA DE ESPECIALISTA: David Castelo Branco, psicólogo especializado em equoterapia
“A equoterapia é um trabalho diferente dos tratamentos tradicionais pois não é feito em consultório ou hospitais. É um tratamento lúdico, feito em ambiente aberto e que tem o animal como facilitador do trabalho. Em 30 minutos de sessão o cavalo transmite de 1.800 a 2.200 estímulos no corpo do praticante. É uma estimulação sensorial muito grande e o resultado esperado é muito mais rápido do que somente dos tratamentos convencionais. A equoterapia melhora a parte motora, mental e de comportamento. Também traz bons resultados para a marcha, a respiração, a coordenação do tronco, o tônus muscular, a coordenação motora fina, além de facilitar a integração social e elevar a autoestima. Todo este trabalho tem como principal objetivo a independência do praticante.”
Profissionais de que atuam em serviço gratuito no Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes foram demitidos e não há data para recontratação.
| (descrição foto: Trabalho é voltado para pessoas com necessidades especiais como autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral, entre outras) |
Mais de 300 pessoas com deficiência e necessidades especiais atendidas pelo Centro de Equoterapia do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (Cercat), no Bairro Prado, Região Oeste de Belo Horizonte, tiveram as atividades paralisadas ontem por falta de profissionais. O único que oferece o serviço gratuito em Minas Gerais fica fechado por tempo indeterminado. Há 15 anos, o Cercat oferece reabilitação para pessoas com deficiências neuromotoras, autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral, hidrocefalia e ainda para pacientes com sequelas de acidente vascular cerebral e traumatismo craniano. Hoje, a lista de espera para atendimento tem mais de mil nomes.
Os problemas no Cercat começaram no ano passado quando o Ministério Público determinou que somente concursados poderiam trabalhar no local. Segundo o sargento José Geraldo Nunes, subcoordenador do centro de equoterapia, todos os profissionais foram demitidos. Como o pagamento do corpo técnico é de responsabilidade da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), uma negociação com a Secretaria de Estado da Saúde garantiu a continuidade das atividades do Cercat após a liberação da verba de R$300 mil. Contudo, as regras para a contratação inviabilizaram a continuidade do trabalho.
“Precisávamos de uma entidade sem fins lucrativos para gerir esse recurso e a Fundação Dom Bosco se tornou nossa parceira. Mas o Estado diz que os contratos não podem ser superiores a um ano. Também não permite o registro em carteira ou o pagamento de qualquer outro direito trabalhista. Nenhum profissional da saúde vai aceitar essas condições, quanto mais profissionais qualificados como os que precisamos aqui. A verba está lá e não podemos trabalhar”, lamenta o sargento Nunes.
Benefícios
Para as famílias, o impasse causa apreensão, já que a continuidade é fundamental para o tratamento e a interrupção prolongada pode significar a perda dos benefícios adquiridos. A terapeuta Fátima Coelho esperou por quatro anos uma vaga para a filha Melissa, de 12 anos, que tem paralisia cerebral. Há um ano Melissa faz equoterapia e os resultados são visíveis, segundo a mãe. “Minha filha já está andando a cavalo sozinha. A equoterapia ajudou a melhorar a postura, o equilíbrio, a marcha, a fortalecer o tronco, é muito importante para ela. Vai ser muito ruim para os praticantes se não houver uma solução rápida para o problema”, ressalta Fátima.
A Secretaria de Estado da Saúde informou em nota que liberou recursos por meio de convênio para o centro, porém eles não são destinados para contratação de pessoal, mas sim para manutenção das atividades. A gestão do centro cabe à própria Polícia Militar.
O comandante da Cavalaria, tenente coronel Mac Dowel, rebate as informações da Secretaria de Estado da Saúde e diz que a Fhemig é a responsável pelo pagamento dos profissionais. Segundo ele, desde que foi criado o centro já atendeu 60 mil pessoas e a PM arcou com todas as despesas com a manutenção do espaço, tratamento dos cavalos e pagamento de militares.
PALAVRA DE ESPECIALISTA: David Castelo Branco, psicólogo especializado em equoterapia
“A equoterapia é um trabalho diferente dos tratamentos tradicionais pois não é feito em consultório ou hospitais. É um tratamento lúdico, feito em ambiente aberto e que tem o animal como facilitador do trabalho. Em 30 minutos de sessão o cavalo transmite de 1.800 a 2.200 estímulos no corpo do praticante. É uma estimulação sensorial muito grande e o resultado esperado é muito mais rápido do que somente dos tratamentos convencionais. A equoterapia melhora a parte motora, mental e de comportamento. Também traz bons resultados para a marcha, a respiração, a coordenação do tronco, o tônus muscular, a coordenação motora fina, além de facilitar a integração social e elevar a autoestima. Todo este trabalho tem como principal objetivo a independência do praticante.”
(FONTE: Estado de Minas, 05/06/12, Minas - por Andréa Castello Branco)
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