Com muita alegria, publico aqui, a matéria com o amigo Felipe Kizu, para a SportTV. Superação através do esporte e super alto astral.
Aos 18 anos, o mineiro Felipe Kizu caiu da varanda da casa de um colega e ficou paraplégico. A tragédia, que poderia ter mudado a vida dele para pior, o aproximou dos amigos e o fez descobrir um novo esporte em sua vida: o caiaque. Assista ao vídeo: http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-news/noticia/2011/08/paraplegico-mineiro-supera-acidente-e-desponta-no-caiaque-sobre-ondas.html
Imagens lindas! Que orgulho, Felipe!
(descrição da imagem: Felipe Kizu viaja o mundo atrás das ondas (Foto: Reprodução SporTV)
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
PERFIL - FELIPE KIZU - SUPERAÇÃO E ALTO ASTRAL
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
AUTONOMIA
Neste texto escrito por Jairo Marques, em seu blog "Assim como você", uma bem humorada reflexão sobre o respeito à dignidade e a autonomia de um portador de necessidades especiais:
"Soltinho
Quando mais intimidade um ‘serumano’ que usa cadeira de rodas tem com uma pessoa, menos ele consegue tocar suas rodas livremente.
Como diz a Valéria, do Zorra Total, nossos acompanhantes ficam sempre no “cutuco” para ajudar quando a gente faz o mínimo movimento... 
Diversas vezes já escrevi aqui, mas repito, não é um lance de “não gostar” de ser empurrado, é que eu também quero ir sozinho, pai amado! 
Durante minhas férias, lá nas “Trelagoa”, aos finais de tarde ia com a mama passear no calçadão da lagoa maior (sim, é um luxo
). Era a minha chance de mexer o esqueleto, de tentar queimar as calorias da pança, mas tá que a dona Marli deixava...
“Mãe, eu vou sozinho, pode deixar!”
“Não, menino, aqui é subida, eu ajudo....”
“Mãe, aqui eu vou...”
“Não, tem muito buraco....”
(descrição imagem: cadeirante, circulando com autonomia, na pista de pedestres no entorno de uma lagoa)
Quando enfim ela “me soltava”, não demoravam quinze minutos de “rodada” e lá vinha:
“Você já tá muito cansado, deixa que eu te empurro.” 
Obviamente que o povo quer facilitar a nossa vida, quer dar mais conforto, mas vou repetir isso até a guela ficar seca: não é sempre que a gente precisa de “descansar os braços”, não é sempre que a gente tá fazendo “muito esforço”, não é sempre que a gente precisa de uma “caroninha”, não é sempre que a gente “quer uma mãozinha”.
(descrição imagem: cadeirante, circulando com autonomia, na pista de pedestres no entorno de uma lagoa)
Quando você vai ao ‘xopim’, não gosta de ficar zanzando sem rumo certo olhando um trequim aqui outro ali? Então, comigo é o mesmo que rola, acontece que, quando a mulher tá comigo, ela tá sempre me empurrando e acabo indo só pra onde ela também vai.. 
“Deixa que eu toco a cadeira sozinho, meu bem...”
Não passam nem cinco minutos, lá está a mulher no “cutuco”... 
Mesmo o pessoal que tem “cadeira elétrica” o povo vive achando que é preciso dar uma ajudinha de vez em quando....
Bem, o lance é repetir aqui a máxima do Arnaldo Cézar Coelho: “a regra é claaaara”, zente! Quando temos necessidade de um apoio, a gente pede, fechô?!
"
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
DELEGADO QUE AGREDIU CADEIRANTE VAI PRESTAR SERVIÇOS COMUNITÁRIOS
(descrição foto: Delegado Damásio Marino)
O delegado Damásio Marino foi condenado nesta terça-feira a três meses de detenção, em regime aberto, pela agressão a um cadeirante em um estacionamento em São José dos Campos (SP), em janeiro deste ano. O juiz Carlos Gutemberg De Santis Cunha, da 4ª Vara Criminal, converteu a pena por lesão corporal em prestação de serviços à comunidade. Ele poderá recorrer em liberdade.
De acordo com a denúncia, no dia 17 de janeiro, o cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini repreendeu o delegado no estacionamento de um cartório por ter estacionado seu carro em uma vaga destinada a deficientes e Marino reagiu chamando Morandini de “aleijado”. O cadeirante, então, cuspiu contra o veículo do delegado, que desceu do carro com uma arma em punho, golpeou a vítima na cabeça e a ameaçou. A defesa de Marino afirmou que ele agiu em legítima defesa, desferindo dois tapas em Morandini, e que o cadeirante era “encrenqueiro”.
O juiz absolveu o delegado da acusação de injúria e ameaça, e não aceitou a alegação de que os golpes teriam sido em legítima defesa. Ele também não aceitou o pedido do Ministério Público para que Marino perdesse o cargo, uma vez que não foi constatado abuso de poder. “Em nenhum momento o acusado fez menção ao cargo que ocupa ou se colocou em posição de superioridade”, afirmou o magistrado. Para a conversão da pena, Cunha levou em consideração que o delegado não tem antecedentes criminais e o crime não teve agravantes.
“Tentou a defesa ‘destruir’ a reputação da vítima. Mas não conseguiu. Tudo o que fez foi mostrar que se trata de pessoa que busca garantir a observância de seus direitos, nada mais do que isso. É ‘encrenqueiro’ porque pretende ver respeitada a vaga reservada para deficientes?”, afirmou o juiz, na sentença.
O delegado Damásio Marino foi condenado nesta terça-feira a três meses de detenção, em regime aberto, pela agressão a um cadeirante em um estacionamento em São José dos Campos (SP), em janeiro deste ano. O juiz Carlos Gutemberg De Santis Cunha, da 4ª Vara Criminal, converteu a pena por lesão corporal em prestação de serviços à comunidade. Ele poderá recorrer em liberdade.
De acordo com a denúncia, no dia 17 de janeiro, o cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini repreendeu o delegado no estacionamento de um cartório por ter estacionado seu carro em uma vaga destinada a deficientes e Marino reagiu chamando Morandini de “aleijado”. O cadeirante, então, cuspiu contra o veículo do delegado, que desceu do carro com uma arma em punho, golpeou a vítima na cabeça e a ameaçou. A defesa de Marino afirmou que ele agiu em legítima defesa, desferindo dois tapas em Morandini, e que o cadeirante era “encrenqueiro”.
O juiz absolveu o delegado da acusação de injúria e ameaça, e não aceitou a alegação de que os golpes teriam sido em legítima defesa. Ele também não aceitou o pedido do Ministério Público para que Marino perdesse o cargo, uma vez que não foi constatado abuso de poder. “Em nenhum momento o acusado fez menção ao cargo que ocupa ou se colocou em posição de superioridade”, afirmou o magistrado. Para a conversão da pena, Cunha levou em consideração que o delegado não tem antecedentes criminais e o crime não teve agravantes.
“Tentou a defesa ‘destruir’ a reputação da vítima. Mas não conseguiu. Tudo o que fez foi mostrar que se trata de pessoa que busca garantir a observância de seus direitos, nada mais do que isso. É ‘encrenqueiro’ porque pretende ver respeitada a vaga reservada para deficientes?”, afirmou o juiz, na sentença.
(descrição foto: Advogado cadeirante Anatole Morandini)
(Fonte: http://www.jb.com.br e Deficiente Ciente)
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domingo, 14 de agosto de 2011
CONHECENDO: OTTO BOCK E SUAS ÓRTESES E PRÓTESES ORTOPÉDICAS
Líder mundial na comercialização de órteses e próteses ortopédicas, a Otto Bock é comprometida com a reabilitação e reintegração social de pessoas com deficiência física. A companhia está presente nos cinco continentes e possui 35 filiais.
Em 2010, a empresa completa 35 anos de atividade no Brasil, fortalecendo seu compromisso com a sociedade brasileira e se consolidando como
grande pioneira no fornecimento de próteses de alta qualidade em território nacional. Recentemente, a empresa, preocupada em oferecer soluções completas para o mercado de ortopedia técnica, passou a fornecer linhas especiais de cadeiras de rodas, promovendo ainda mais a reinclusão de pessoas com deficiência.
A Otto Bock Brasil fornece produtos e sistemas inovadores, funcionais e fabricados com alta tecnologia. Além disso, contribui no processo de adaptação e inclusão social dos protetizados e promove treinamentos contínuos para o aperfeiçoamento dos profissionais da área, com o projeto itinerante Reabilitar, que já percorreu mais de 10 cidades de norte a sul do País.
É a primeira empresa de ortopedia técnica no mundo a receber o certificado de Qualidade Total, segundo critérios da Norma ISO 9001. Desta maneira, a Otto Bock é reconhecida mundialmente por definir padrões de alta qualidade e colaborar para a constante melhoria e desenvolvimento da mobilidade humana.
VISITE
http://www.ottobock.com.br/
(descrição das imagens: fotos de algumas próteses Otto Bock)
*Acontecerá em Natal-RN, na data de 26 à 01.10.2011, o II CONGRESSO LATINO-AMERICANO e VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ORTOPEDIA TÉCNICA que se realizarão em conjunto com a VIII FEIRA PRODUTOS ORTOPÉDICOS. A Otto Bock estará presente.





Em 2010, a empresa completa 35 anos de atividade no Brasil, fortalecendo seu compromisso com a sociedade brasileira e se consolidando como
grande pioneira no fornecimento de próteses de alta qualidade em território nacional. Recentemente, a empresa, preocupada em oferecer soluções completas para o mercado de ortopedia técnica, passou a fornecer linhas especiais de cadeiras de rodas, promovendo ainda mais a reinclusão de pessoas com deficiência.
A Otto Bock Brasil fornece produtos e sistemas inovadores, funcionais e fabricados com alta tecnologia. Além disso, contribui no processo de adaptação e inclusão social dos protetizados e promove treinamentos contínuos para o aperfeiçoamento dos profissionais da área, com o projeto itinerante Reabilitar, que já percorreu mais de 10 cidades de norte a sul do País.
É a primeira empresa de ortopedia técnica no mundo a receber o certificado de Qualidade Total, segundo critérios da Norma ISO 9001. Desta maneira, a Otto Bock é reconhecida mundialmente por definir padrões de alta qualidade e colaborar para a constante melhoria e desenvolvimento da mobilidade humana.
VISITE
http://www.ottobock.com.br/
(descrição das imagens: fotos de algumas próteses Otto Bock)
*Acontecerá em Natal-RN, na data de 26 à 01.10.2011, o II CONGRESSO LATINO-AMERICANO e VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ORTOPEDIA TÉCNICA que se realizarão em conjunto com a VIII FEIRA PRODUTOS ORTOPÉDICOS. A Otto Bock estará presente.
(video Genium Knee Bionic Prosthetic System - Hanger P&O)
(video - New Prosthetic Hand by Otto Bock)
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Pessoas com deficiência visual ganham máquinas em braille
Parceria entre Ministério Publico do Trabalho, INSS, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e Associação Laramara, viabiliza a distribuição de máquinas de escrever em braille para 133 cegos
Em evento realizado no dia 5 de agosto, na sede do Ministério Público do Trabalho em São Paulo , foram distribuídas 133 máquinas de escrever em braille, com valor correspondente a R$ 250.000,00 como doação para pessoas com deficiência visual assistidos pela Laramara - Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual.
A iniciativa faz parte do Programa de Concessão de Acesso às Tecnologias Assistivas, idealizado pela Gerência Executiva INSS São Paulo Centro e que tem como parceiros o Ministério Público do Trabalho - 2ª Região/SP e a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Dentro dessa parceria os acordos judiciais realizados no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região/SP têm gerado doações para compra de equipamentos que beneficiam e facilitam o acesso das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho.
A iniciativa faz parte do Programa de Concessão de Acesso às Tecnologias Assistivas, idealizado pela Gerência Executiva INSS São Paulo Centro e que tem como parceiros o Ministério Público do Trabalho - 2ª Região/SP e a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Dentro dessa parceria os acordos judiciais realizados no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região/SP têm gerado doações para compra de equipamentos que beneficiam e facilitam o acesso das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho.
Durante a cerimônia, que contou com a participação dos parceiros, apoiadores e beneficiários do Programa, Sanieli de Almeida (18 anos), que está se preparando para ingressar no mercado de trabalho, destacou o significado de possuir o equipamento: “Todos nós temos direito a ler e escrever, por isso a máquina braille é tão importante para nós, cegos”. Também Everaldo Aparecido de Oliveira (38 anos), que perdeu a visão depois de adulto, expressou o seu contentamento “Aprendi o [método] Braille há três meses e agora, com a máquina braille tenho como ler e escrever”.
Para Marcos Belizário, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), o evento foi significativo para marcar o resultado dessa parceria com o Ministério Público do Trabalho e o INSS. Ressaltou também a satisfação de ter sido essa a segunda ação, na mesma semana, voltada para pessoas com deficiência visual. A outra, que ocorreu no dia 4 de agosto, foi a entrega para a Biblioteca da Câmara Municipal das edições completas em braille das leis Orgânica do Município, de Mudança do Clima (14.933/2009), Cidade Limpa (14.223/2006), Código Sanitário do Município (13.725/2004), além da que consolida a legislação municipal sobre honrarias, símbolos e matéria correlata (14.472/2007). Obras que também comporão os acervos das bibliotecas municipais que concentram acervos em braille.
Esta iniciativa faz parte do Termo de Cooperação Técnica (009/2010) assinado pela Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) e Senado Federal, para impressão gratuita em braille pelo Senado das publicações solicitadas pela SMPED, visando à inclusão social das Pessoas com Deficiência Visual.
A próxima ação nesse sentido será a entrega de 50 cópias, de 15 títulos, para o acervo de obras disponíveis para o público com deficiência visual na Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB/SP) e Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
(Fonte:Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida)
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domingo, 7 de agosto de 2011
Circuito termina com três recordes mundiais e 72 brasileiros
Superação de marcas na primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias CAIXA de Atletismo, Halterofilismo e Natação é reflexo da motivação da busca de vagas para o Parapan de Guadalajara
O assunto nos bastidores da primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias CAIXA, disputado neste fim de semana, em São Paulo, foi o mesmo: a classificação para os Jogos Parapanamericanos de Guadalajara, em novembro. Tanto no atletismo, quanto no halterofilismo e na natação, todos os atletas se empenharam em superar suas marcas em busca da sonhada vaga para a competição no México. O reflexo disso são os três recordes mundiais e os 72 brasileiros (36 na natação, 33 no atletismo e três no halterofilismo).
“Levaremos para os Jogos Parapanamericanos o que o Brasil tem de melhor e muitos países farão o mesmo. Para algumas modalidades, o Parapan será classificatório para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012. O caminho para Londres começa aqui”, afirmou o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.
Durante dois dias, mais de 600 atletas brasileiros e 50 de outros países (Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia) disputaram provas de olho na classificação para os Jogos do México. A próxima Etapa Nacional do Circuito acontecerá nos dias 3 e 4 de setembro, em São Paulo, e será a última chance para conquistar a vaga no Parapan.
Na pista
Para o coordenador técnico nacional de atletismo, Ciro Winckler, o saldo foi bastante positivo.

“Levaremos para os Jogos Parapanamericanos o que o Brasil tem de melhor e muitos países farão o mesmo. Para algumas modalidades, o Parapan será classificatório para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012. O caminho para Londres começa aqui”, afirmou o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.
Durante dois dias, mais de 600 atletas brasileiros e 50 de outros países (Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia) disputaram provas de olho na classificação para os Jogos do México. A próxima Etapa Nacional do Circuito acontecerá nos dias 3 e 4 de setembro, em São Paulo, e será a última chance para conquistar a vaga no Parapan.
Na pista
Para o coordenador técnico nacional de atletismo, Ciro Winckler, o saldo foi bastante positivo.
(descrição foto: imagem de paratletas na pista de competição - atletismo)
“O Odair conseguiu o recorde mundial nos 800m no sábado e hoje (domingo) baixou o recorde mundial nos 1.500m, conquistado por ele em janeiro deste ano, no Mundial (Nova Zelândia). Além disso tivemos revelações, como Angelo Pereira (T37), Cleiton Pereira (T46) e Marivana da Nóbrega (F35). São três atletas geração RIO 2016”, afirmou Ciro.
Além dos recordes mundiais de Odair dos Santos na T11 (perda total de visão), a jovem Mariane dos Santos, de 20 anos, fez 4.37 no salto em distância F45 (amputados e les autres – os outros). A marca anterior era de 3.85, da canadense Cole, em 1980.
“O resultado é reflexo do treinamento. Quero melhorar essa marca ainda mais. Sei que faço mais que isso e na próxima etapa (3 e 4 de setembro) irei superar”, avisou a saltadora de Barra Velha (SC).
“O resultado da Mariane foi excelente, mas infelizmente não existem tantos atletas na F45. Para ela disputar os Jogos Parapanamericanos e Paraolímpicos precisa ter o índice na classe F46, que é mais elevado”, explicou Ciro.
Revelações no halterofilismo
Concentração, força e agilidade. Com apoio da torcida, atletas de todas as regiões do País se encontraram em São Paulo para disputar a principal competição do halterofilismo. José Ricardo da Silva atravessou quase quatro mil quilômetros para quebrar o recorde brasileiro na categoria até 100kg, com 187,5kg.
O atleta da Adefa fez bonito na manhã deste domingo. O amazonense subiu à barra e tentou bater o recorde brasileiro, que era de 185kg e pertencia a Joseando dos Santos. Na tentativa, conseguiu. Fez 186kg, movimento válido pelos três árbitros. Na segunda rodada, José ousou e conseguiu se superar levantando 187,5kg, sagrando-se dono da nova marca nacional.
“O grito da vitória veio com gosto especial. Enfrentei mais de quatro horas de vôo para conseguir melhorar essa marca. Em 2007 representei o Brasil no Parapan e sonho em repetir a façanha este ano, no México”, disse o atleta.
Para o coordenador técnico nacional da modalidade, Antonio Augusto Junior, esta foi uma etapa com boas surpresas. No sábado, dois importantes recordes brasileiros foram quebrados: Ailton Clemente Silva – superou sua marca anterior em 1,5kg e levantou 117,5kg, na categoria até 52kg – e Bruno Carra – melhorou a marca anterior (que não era alterada há cinco anos) em 5kg, levantando 145kg, na categoria até 56kg. Com 22 anos, Bruno é uma das apostas da modalidade.
“O esporte vive de renovação e estamos muito satisfeitos com esta etapa, que revelou bons nomes. A próxima terá um nível técnico excelente, pois será a definição dos nomes que disputarão os Jogos Parapanamericanos do México”, lembrou Junior.
Mais de 20 recordes brasileiros na piscina
A natação encerrou a primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias CAIXA com mais de 24 recordes brasileiros batidos. O desempenho dos atletas na piscina do Corinthians Sport Club reforçou o alto nível técnico da competição, que marcou a luta dos atletas por uma vaga nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara.
Para o coordenador técnico nacional da modalidade, Murilo Barreto, o resultado foi muito positivo.
“Tivemos uma competição forte e as classes estão mais competitivas. Agora temos informações para acompanhar o desenvolvimento dos atletas em relação ao ano passado. Faremos uma análise e assim teremos segurança para formar uma equipe bem forte”, explicou Barreto.
Paloma Sampaio foi um dos destaques deste domingo. A paulista bateu o recorde nacional nos 100m peito, classe SB5, com a marca de 2m13s62.
“Esperava fazer uma marca boa, mas não imaginava que seria recorde. Fiquei bastante feliz e isso dá uma animada para pensar na convocação. Tenho trabalhado muito para baixar meus tempos, mas meu maior objetivo é o Parapan”, comentou a atleta.
Recordista de medalhas em Paraolimpíadas, Daniel Dias estava muito feliz por nadar na “casa” do timão.
“Estou muito alegre por competir no Corinthians, meu time do coração. Essa competição além de ser um Brasileiro, onde estão os melhores atletas do País”, finalizou.
Os resultados das provas podem ser conferidos no site da competição:
http://www.neocompeticao.com.br/circaixanacional1Além dos recordes mundiais de Odair dos Santos na T11 (perda total de visão), a jovem Mariane dos Santos, de 20 anos, fez 4.37 no salto em distância F45 (amputados e les autres – os outros). A marca anterior era de 3.85, da canadense Cole, em 1980.
“O resultado é reflexo do treinamento. Quero melhorar essa marca ainda mais. Sei que faço mais que isso e na próxima etapa (3 e 4 de setembro) irei superar”, avisou a saltadora de Barra Velha (SC).
“O resultado da Mariane foi excelente, mas infelizmente não existem tantos atletas na F45. Para ela disputar os Jogos Parapanamericanos e Paraolímpicos precisa ter o índice na classe F46, que é mais elevado”, explicou Ciro.
Revelações no halterofilismo
Concentração, força e agilidade. Com apoio da torcida, atletas de todas as regiões do País se encontraram em São Paulo para disputar a principal competição do halterofilismo. José Ricardo da Silva atravessou quase quatro mil quilômetros para quebrar o recorde brasileiro na categoria até 100kg, com 187,5kg.
O atleta da Adefa fez bonito na manhã deste domingo. O amazonense subiu à barra e tentou bater o recorde brasileiro, que era de 185kg e pertencia a Joseando dos Santos. Na tentativa, conseguiu. Fez 186kg, movimento válido pelos três árbitros. Na segunda rodada, José ousou e conseguiu se superar levantando 187,5kg, sagrando-se dono da nova marca nacional.
“O grito da vitória veio com gosto especial. Enfrentei mais de quatro horas de vôo para conseguir melhorar essa marca. Em 2007 representei o Brasil no Parapan e sonho em repetir a façanha este ano, no México”, disse o atleta.
Para o coordenador técnico nacional da modalidade, Antonio Augusto Junior, esta foi uma etapa com boas surpresas. No sábado, dois importantes recordes brasileiros foram quebrados: Ailton Clemente Silva – superou sua marca anterior em 1,5kg e levantou 117,5kg, na categoria até 52kg – e Bruno Carra – melhorou a marca anterior (que não era alterada há cinco anos) em 5kg, levantando 145kg, na categoria até 56kg. Com 22 anos, Bruno é uma das apostas da modalidade.
“O esporte vive de renovação e estamos muito satisfeitos com esta etapa, que revelou bons nomes. A próxima terá um nível técnico excelente, pois será a definição dos nomes que disputarão os Jogos Parapanamericanos do México”, lembrou Junior.
Mais de 20 recordes brasileiros na piscina
A natação encerrou a primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias CAIXA com mais de 24 recordes brasileiros batidos. O desempenho dos atletas na piscina do Corinthians Sport Club reforçou o alto nível técnico da competição, que marcou a luta dos atletas por uma vaga nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara.
Para o coordenador técnico nacional da modalidade, Murilo Barreto, o resultado foi muito positivo.
“Tivemos uma competição forte e as classes estão mais competitivas. Agora temos informações para acompanhar o desenvolvimento dos atletas em relação ao ano passado. Faremos uma análise e assim teremos segurança para formar uma equipe bem forte”, explicou Barreto.
Paloma Sampaio foi um dos destaques deste domingo. A paulista bateu o recorde nacional nos 100m peito, classe SB5, com a marca de 2m13s62.
“Esperava fazer uma marca boa, mas não imaginava que seria recorde. Fiquei bastante feliz e isso dá uma animada para pensar na convocação. Tenho trabalhado muito para baixar meus tempos, mas meu maior objetivo é o Parapan”, comentou a atleta.
Recordista de medalhas em Paraolimpíadas, Daniel Dias estava muito feliz por nadar na “casa” do timão.
“Estou muito alegre por competir no Corinthians, meu time do coração. Essa competição além de ser um Brasileiro, onde estão os melhores atletas do País”, finalizou.
Os resultados das provas podem ser conferidos no site da competição:
(fonte: CPB)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Começa neste sábado a etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil
O judoca Antônio Tenório deu o ponta-pé inicial na competição, que contará com mais de 600 atletas da natação, atletismo e halterofilismo, em São Paulo
(descrição foto: o judoca Antônio Tenório em palestra na Agência Caixa Santo Amaro/SP)
A primeira etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação teve o pontapé inicial dado nesta terça-feira, 2, pelo tetracampeão paraolímpico Antônio Tenório. Na agência da Caixa Econômica Federal de Santo Amaro, o judoca contou sua história, respondeu a curiosidades e convidou os mais de 100 gerentes presentes na palestra para assistirem as disputas que acontecem neste fim de semana, em São Paulo.
“Este ano teremos o Parapan e no ano que vem as Paraolimpíadas em Londres. O Circuito é a oportunidade dos brasileiros verem de perto os atletas que poderão representá-los nas duas grandes competições. Quando subimos ao pódio, não vamos sozinhos. Somos os mais de 197 milhões de brasileiros, entre eles os 17% que tem deficiência”, ressaltou o atleta.
Serão mais de 600 atletas competindo pelo lugar mais alto do pódio em São Paulo e as melhores marcas nas três modalidades. Nos últimos Campeonatos Mundiais o Brasil conquistou a quarta e melhor colocação brasileira na competição, com Josilene Alves no halterofilismo (julho de 2010, na Malásia), 26 medalhas na natação (14 ouros, três pratas e nove bronzes, em agosto de 2010, na Holanda) e o terceiro lugar no quadro geral de medalhas no atletismo (30 medalhas, sendo 12 ouros, 10 pratas e oito bronzes), em janeiro deste ano, na Nova Zelândia.
Nesta etapa, os atletas terão uma motivação a mais para darem o seu melhor na piscina, pista e no levantamento de peso. O desempenho nas disputas contará para a classificação nos Jogos Parapanamericanos em novembro, em Guadalajara.
“Podemos esperar uma competição bem disputada. Os atletas estão muito concentrados. Sem dúvida será a competição mais importante do ano no Brasil, porque é a última chance dos atletas da natação conquistarem o índice para o Parapan. Os do atletismo e do halterofilismo terão esta e a segunda etapa do Circuito (3 e 4 de setembro) para conseguirem. No entanto, serão levados em consideração os resultados em outras competições, de acordo com a modalidade”, explicou o diretor técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Edílson Tubiba.
Serviço
Primeira Etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Data: 6 e 7 de agosto
Horários: Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h. Domingo das 8h às 12h
Locais: Atletismo e Halterofilismo
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa – COTP
Av. Ibirapuera, 1315 - Moema
Natação
Sport Club Corinthians Paulista
R. São Jorge 777 – Parque São Jorge - Tatuapé
(Fonte: CPB)
“Este ano teremos o Parapan e no ano que vem as Paraolimpíadas em Londres. O Circuito é a oportunidade dos brasileiros verem de perto os atletas que poderão representá-los nas duas grandes competições. Quando subimos ao pódio, não vamos sozinhos. Somos os mais de 197 milhões de brasileiros, entre eles os 17% que tem deficiência”, ressaltou o atleta.
Serão mais de 600 atletas competindo pelo lugar mais alto do pódio em São Paulo e as melhores marcas nas três modalidades. Nos últimos Campeonatos Mundiais o Brasil conquistou a quarta e melhor colocação brasileira na competição, com Josilene Alves no halterofilismo (julho de 2010, na Malásia), 26 medalhas na natação (14 ouros, três pratas e nove bronzes, em agosto de 2010, na Holanda) e o terceiro lugar no quadro geral de medalhas no atletismo (30 medalhas, sendo 12 ouros, 10 pratas e oito bronzes), em janeiro deste ano, na Nova Zelândia.
Nesta etapa, os atletas terão uma motivação a mais para darem o seu melhor na piscina, pista e no levantamento de peso. O desempenho nas disputas contará para a classificação nos Jogos Parapanamericanos em novembro, em Guadalajara.
“Podemos esperar uma competição bem disputada. Os atletas estão muito concentrados. Sem dúvida será a competição mais importante do ano no Brasil, porque é a última chance dos atletas da natação conquistarem o índice para o Parapan. Os do atletismo e do halterofilismo terão esta e a segunda etapa do Circuito (3 e 4 de setembro) para conseguirem. No entanto, serão levados em consideração os resultados em outras competições, de acordo com a modalidade”, explicou o diretor técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Edílson Tubiba.
Serviço
Primeira Etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Data: 6 e 7 de agosto
Horários: Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h. Domingo das 8h às 12h
Locais: Atletismo e Halterofilismo
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa – COTP
Av. Ibirapuera, 1315 - Moema
Natação
Sport Club Corinthians Paulista
R. São Jorge 777 – Parque São Jorge - Tatuapé
(Fonte: CPB)
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
OPORTUNIDADE DE TRABALHO PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
Recomendo este portal que apresenta a disponibilidade de vagas e oportunidade de trabalho para portadores de deficiência, muito especial:
http://www.deficienteonline.com.br/
http://www.deficienteonline.com.br/
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
PARAOLIMPÍADAS ESCOLARES 2011
Principal competição estudantil de esportes adaptados do país contará com 24 estados, dois a mais do que na edição de 2010
(descrição foto: logomarca das Paraolímpiadas Escolares)
Finalizadas as inscrições nominais para as Paraolimpíadas Escolares 2011, que acontecerão em São Paulo (SP), entre os dias 26 e 31 de agosto. Já é a terceira edição seguida dos Jogos e o número de participantes não para de aumentar, evidenciando a força da competição.
Em 2009, participaram delegações de 20 estados, somando cerca de 850 pessoas. No ano seguinte, esse número aumentou para 1.200 inscritos e 22 delegações. Desta vez, por fim, são esperados mais de 1.800 participantes de 24 estados, contando atletas e equipes técnicas. Só de alunos, são mais de 1.200 inscritos, número que supera em quase 400 a quantidade total de participantes da edição de 2010.
São dez as modalidades englobadas pelas Paraolimpíadas Escolares: atletismo, bocha, futebol de 5, futebol de 7, Goalball, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. Em busca dos melhores atletas para defenderem suas bandeiras, algumas unidades da federação têm até que promover seletivas estaduais, como aconteceu com Santa Catarina, Pará e Distrito Federal na edição de 2010.
Em 2009, participaram delegações de 20 estados, somando cerca de 850 pessoas. No ano seguinte, esse número aumentou para 1.200 inscritos e 22 delegações. Desta vez, por fim, são esperados mais de 1.800 participantes de 24 estados, contando atletas e equipes técnicas. Só de alunos, são mais de 1.200 inscritos, número que supera em quase 400 a quantidade total de participantes da edição de 2010.
São dez as modalidades englobadas pelas Paraolimpíadas Escolares: atletismo, bocha, futebol de 5, futebol de 7, Goalball, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. Em busca dos melhores atletas para defenderem suas bandeiras, algumas unidades da federação têm até que promover seletivas estaduais, como aconteceu com Santa Catarina, Pará e Distrito Federal na edição de 2010.
- Apenas Amapá, Roraima e Tocantins não terão representantes nas Paraolimpíadas Escolares 2011
(na foto: mapa do Brasil em que se destaca que Amapá, Roraima e Tocantins não terão representantes nas paraolímpíadas escolares)
Os estados estreantes nas Paraolimpíadas Escolares 2011 serão Ceará e Piauí. Em 2010, mais de 800 atletas disputaram 10 modalidades esportivas. São Paulo foi o estado com a maior delegação: 161 pessoas (111 atletas) . O Rio de Janeiro veio na sequência, com 159 , (99 atletas) à frente do Distrito Federal, com 127 participantes (79 atletas)Santa Catarina 115 pessoas, e Minas Gerais com 106 (67 atletas).
Para Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), os objetivos dos jogos escolares vão além da revelação de atletas para o Rio 2016:
“Identificamos os novos talentos do esporte para pessoas com deficiência, de olho nos Jogos de 2016, mas acima de tudo, o maior legado das Paraolimpíadas Escolares é uma geração de jovens que acreditam no esporte como forma de exercer sua cidadania”, destaca.
As competições acontecerão no Clube Espéria, no Centro Olímpico da cidade e no Parque Anhembi.
Além do CPB, participam da organização das Paraolimpíadas Escolares o Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.
Para Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), os objetivos dos jogos escolares vão além da revelação de atletas para o Rio 2016:
“Identificamos os novos talentos do esporte para pessoas com deficiência, de olho nos Jogos de 2016, mas acima de tudo, o maior legado das Paraolimpíadas Escolares é uma geração de jovens que acreditam no esporte como forma de exercer sua cidadania”, destaca.
As competições acontecerão no Clube Espéria, no Centro Olímpico da cidade e no Parque Anhembi.
Além do CPB, participam da organização das Paraolimpíadas Escolares o Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro)
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Deficiência é tema de palestra na Cámara Oficial Española de Comercio en Brasil
A Cámara Oficial Española de Comercio en Brasil, realiza na próxima quinta-feira, (28/07) das 08h30 às 10h30, a palestra “COTAS – Como vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”. O evento apresentará, de maneira direta e sucinta, o resultado da pesquisa realizada pela i.Social, junto a 612 pessoas portadoras de necessidades especiais, sobre aspectos concernentes a sua inserção profissional e assuntos correlatos. Os participantes da conferência receberão orientações dos pontos de reflexão sobre a inclusão desse público no mercado de trabalho formal, a partir desse panorama. Para discutir o assunto foram convidados o diretor comercial da i.Social, Danilo Al Makul e o sócio da Almeida Advogados, Luiz Fernando Alouche. O evento tem entrada franca para associados. Para o público em geral, o valor fica em R$50,00.
Sobre os palestrantes:
Danilo Al Makul é formado em Administração de Empresas e já atuou nas áreas administrativa, comercial e de marketing de diversas corporações. É especializado em administração para o terceiro setor e presta consultoria para grandes companhias na implantação de práticas de sustentabilidade, inclusão e responsabilidade social e, atualmente, é diretor comercial da i.Social.
Luiz Fernando Alouche é especialista em Direito do Trabalho pelo centro de Extensão Universitária e pós-graduado em Direito da Economia e Empresa pela Fundação Getúlio Vargas. É, também, sócio da Almeida Advogados.
SERVIÇO
Conferência “COTAS – Como vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”
Dia: 28 de julho – quinta-feira
Horário: das 08h30 às 10h30
Local: Cámara Oficial Española de Comercio. Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1681, 14º andar. São Paulo –SP
Entrada franca para associados e R$50,00 para o público em geral
Inscrições: eventos@camaraespanhola.org.br
das 9h às 18h
(Fonte: Danilo Al Makul)
Sobre os palestrantes:
Danilo Al Makul é formado em Administração de Empresas e já atuou nas áreas administrativa, comercial e de marketing de diversas corporações. É especializado em administração para o terceiro setor e presta consultoria para grandes companhias na implantação de práticas de sustentabilidade, inclusão e responsabilidade social e, atualmente, é diretor comercial da i.Social.
Luiz Fernando Alouche é especialista em Direito do Trabalho pelo centro de Extensão Universitária e pós-graduado em Direito da Economia e Empresa pela Fundação Getúlio Vargas. É, também, sócio da Almeida Advogados.
SERVIÇO
Conferência “COTAS – Como vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”
Dia: 28 de julho – quinta-feira
Horário: das 08h30 às 10h30
Local: Cámara Oficial Española de Comercio. Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1681, 14º andar. São Paulo –SP
Entrada franca para associados e R$50,00 para o público em geral
Inscrições: eventos@camaraespanhola.org.br
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(Fonte: Danilo Al Makul)
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
CARTILHA QUER ORIENTAR POLICIAIS MILITARES SOBRE DEFICIÊNCIAS
Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência
A Polícia Militar do estado de São Paulo lançou, neste mês, uma cartilha com orientações aos policiais para que eles saibam atender pessoas com deficiência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a iniciativa surgiu de uma tese de mestrado do curso do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que detectou a necessidade de ter uma participação mais efetiva da PM com os grupos vulneráveis. Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência.
“Elas necessitam de um cuidado especial, de uma atenção diferente. Para atravessar a rua com um cego, por exemplo, existe uma forma correta conduzi-lo. Essas questões, que parecem simples, são mais comuns do que a gente imagina”, disse o presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Elcio Inocente, ao site da secretaria.
A cartilha possui orientações para todos os tipos de deficiência, seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla. Ela também possui dicas de como se comunicar com um deficiente de forma adequada – por exemplo, como falar com uma pessoa com deficiência auditiva. A cartilha possui alguns sinais utilizados com frequência para se comunicar com um surdo. Além disso, o policial militar ainda tem o alfabeto completo e os números em Braille e em LIBRAS.
(Fonte: Guia Inclusivo)
A Polícia Militar do estado de São Paulo lançou, neste mês, uma cartilha com orientações aos policiais para que eles saibam atender pessoas com deficiência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a iniciativa surgiu de uma tese de mestrado do curso do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que detectou a necessidade de ter uma participação mais efetiva da PM com os grupos vulneráveis. Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência.
“Elas necessitam de um cuidado especial, de uma atenção diferente. Para atravessar a rua com um cego, por exemplo, existe uma forma correta conduzi-lo. Essas questões, que parecem simples, são mais comuns do que a gente imagina”, disse o presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Elcio Inocente, ao site da secretaria.
A cartilha possui orientações para todos os tipos de deficiência, seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla. Ela também possui dicas de como se comunicar com um deficiente de forma adequada – por exemplo, como falar com uma pessoa com deficiência auditiva. A cartilha possui alguns sinais utilizados com frequência para se comunicar com um surdo. Além disso, o policial militar ainda tem o alfabeto completo e os números em Braille e em LIBRAS.
(Fonte: Guia Inclusivo)
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OSCAR PISTORIUS CONSEGUE INDICE PARA O MUNDIAL DE ATLETISMO
(descrição da imagem: Oscar Pistorius, correndo, com o uso seu eficiente par de proteses)
O sul-africano Oscar Pistorius vai disputar pela primeira vez o Mundial de Atletismo. Grande estrela do esporte paraolímpico - tem as duas pernas amputadas desde os 11 meses de idade, ele conseguiu na última terça, em Lignano, na Itália, o índice para disputar a prova dos 400 metros na competição que acontecerá a partir do dia 27 de agosto, em Daegu, na Coreia do Sul.
Dono de vários títulos e recordes paraolímpicos, Pistorius ficou mundialmente famoso em 2008, quando travou uma batalha jurídica com a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) para poder disputar a Olimpíada de Pequim naquele mesmo ano. A entidade defendia que, por causa das próteses, ele teria vantagem ao competir com os atletas sem deficiência.
Pistorius acabou vencendo a batalha jurídica com a Iaaf e foi liberado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) para competir junto com os atletas sem deficiência. Mas ele não conseguiu fazer o índice para a Olimpíada de Pequim. Dessa vez, porém, o sul-africano cravou o tempo de 45s07 nos400 metros , abaixo dos 45s25 exigidos para a disputa da prova no Mundial de Daegu.
Com esse tempo, inclusive, ele já tem o índice necessário para disputar a Olimpíada de Londres, em 2012. Mas, para isso, ainda depende da convocação para fazer parte da equipe olímpica da África do Sul, podendo ser preterido por um atleta que tenha uma marca melhor. De qualquer maneira, Pistorius já realizará um sonho de poder competir no Mundial de Atletismo.
Dono de vários títulos e recordes paraolímpicos, Pistorius ficou mundialmente famoso em 2008, quando travou uma batalha jurídica com a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) para poder disputar a Olimpíada de Pequim naquele mesmo ano. A entidade defendia que, por causa das próteses, ele teria vantagem ao competir com os atletas sem deficiência.
Pistorius acabou vencendo a batalha jurídica com a Iaaf e foi liberado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) para competir junto com os atletas sem deficiência. Mas ele não conseguiu fazer o índice para a Olimpíada de Pequim. Dessa vez, porém, o sul-africano cravou o tempo de 45s07 nos
Com esse tempo, inclusive, ele já tem o índice necessário para disputar a Olimpíada de Londres, em 2012. Mas, para isso, ainda depende da convocação para fazer parte da equipe olímpica da África do Sul, podendo ser preterido por um atleta que tenha uma marca melhor. De qualquer maneira, Pistorius já realizará um sonho de poder competir no Mundial de Atletismo.
(Fonte: Agência Estado – ESPN)
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domingo, 24 de julho de 2011
TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA - 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS
1 - Há alguma regra especial quanto à formalização do contrato de trabalho com trabalhador portador de deficiência?
Não. As normas gerais da CLT em relação ao contrato de trabalho aplicadas ao trabalhador sem deficiência também são aplicadas ao portador com deficiência.
2 - O trabalhador com deficiência tem direito à jornada especial?
Sim, dependendo do grau de deficiência do trabalhador poderá haver horário flexível ou reduzido, com proporcionalidade de salário, quando tais procedimentos se fizerem necessários.
É o caso, por exemplo, do trabalhador que possui acompanhamento semanal em tratamento médico (exigindo horário determinado), situação em que a empresa deverá estabelecer um horário de trabalho de tal forma que o mesmo possa realizar o tratamento - (Decreto nº 3.298/99).
3 - Qual a remuneração a ser paga ao empregado com deficiência?
Não há qualquer diferenciação quanto ao salário a ser pago, sendo igual aos demais empregados na mesma função, força do art. 7º, incisos XXX e XXXI, da Constituição Federal de 1988 e o art. 461 da CLT.
4 - O empregado com deficiência tem direito ao vale-transporte?
Salvo se o trabalhador deficiente for detentor de passe livre que o isente do pagamento de passagens em transporte coletivo em todo o trecho de deslocamento entre a residência e o local de trabalho (Lei nº 6.418/85), este terá direito ao vale-transporte normalmente.
5 - Como informar na Relação Anual das Informações Anuais (RAIS) que o empregado é pessoa com deficiência?
No campo sobre os dados pessoais do empregado, no item “Deficiente Habilitado ou Beneficiário Reabilitado”, deve ser marcado o campo como “Sim”, se o trabalhador é pessoa com deficiência.
Em complemento a esta informação, ainda deve ser indicado o tipo de deficiência com a seguinte codificação: 1 – Física; 2 – Auditiva; 3 – Visual; 4 – Mental; 5 – Múltipla; e 6 – Reabilitado.
A empresa é passível de autuação, se apresentar a RAIS contendo informações inexatas ou declarações falsas (art. 24 da Lei nº 7.998/90, c/c art. 7º do Decreto nº 76.900/75).
Sim. Em qualquer movimentação devem ser informados, no campo reservado, os dados cadastrais do empregado no item “Portador de Deficiência”, colocando "1" para indicar “SIM”.
7 - O empregado com deficiência possui estabilidade? Ele pode ser dispensado sem justa causa?
Não há previsibilidade legal de estabilidade para o empregado com deficiência. A dispensa de empregado com deficiência ou reabilitado, quando se tratar de contrato por prazo determinado, superior a 90 dias, e a dispensa imotivada, no contrato por prazo indeterminado, somente poderá ocorrer após a contratação de substituto em condições semelhantes.
A demissão de um trabalhador com deficiência ensejará a contratação de outro com deficiência. Essa regra deve ser observada enquanto a empresa não tenha atingido o percentual mínimo legal. Fora desse requisito, valem as regras gerais que disciplinam a rescisão do contrato de trabalho (Lei nº 8.213/91).
8 - O aprendiz com deficiência pode contar, simultaneamente, para a cota de aprendizagem e de pessoas com deficiência?
A legislação trabalhista dispõe que não há sobreposição das cotas, já que cada uma delas tem finalidades e condições próprias. Cada instituto possui finalidade própria, pois enquanto a legislação fala na habilitação prévia ao deficiente, a aprendizagem visa justamente habilitar o aprendiz para o mercado de trabalho.
9 - Há algum impedimento para que uma pessoa com deficiência seja contratada como aprendiz?
Não há nenhuma oposição. Ao contrário, o instituto da aprendizagem pode se constituir em um importante instrumento de qualificação desse segmento, pois sequer há limite de idade (Decreto nº 5.598/05). Não obstante, a contratação deverá ser enquadrada na cota de aprendiz.
10- O empregado com deficiência contratado por empresa terceirizada conta para fins de comprovação de preenchimento da cota da tomadora?
A legislação fala de reserva de cargos que devem ser preenchidos pela empresa. Dessa forma, os empregados da empresa terceirizada somente contam para esta, não para a tomadora.
(Fonte: Equipe Guia Trabalhista)
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TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA - 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Caros amigos, participem conosco desta campanha. Cadastre-se como doador de MEDULA ÓSSEA. Em apoio à campanha 5ml de Esperança. Saiba mais: (31) 3454 2045 - http://www.capec.org.br/
(descrição da imagem: cartaz da campanha: Cadastre-se como doador de MEDULA ÓSSEA. Em apoio à campanha 5ml de Esperança. Saiba mais: (31) 3454 2045 - www.capec.org.br)
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
CURSO DE LIBRAS MELHORA INCLUSÃO PELOS SINAIS
Novo curso a distância, oferecido pela PUC Minas, busca melhorar a comunicação entre surdos e quem escuta
(descrição da foto: imagem de camera de vídeo focalizando deficiente auditivo, para ilustrar "foram 24 videos com situações em que os surdos têm dificuldades de se comunicar - crédito foto: Frederico Haikal)
"Uma compra no supermercado, reunião na empresa e encontro na escola são algumas situações dramatizadas para as filmagens de 24 vídeos desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de professores e técnicos da PUC Minas. O material faz parte da nova disciplina oferecida pela universidade, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), na modalidade a distância. O curso, que começa em agosto, oferece 500 vagas, 400 delas já preenchidas.
A ideia, como destaca a coordenadora do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) da PUC Minas, a professora Maria do Carmo Menicucci, é propagar a inclusão do deficiente auditivo na sociedade, possibilitando o conhecimento básico dessa língua e capacitando o aluno para comunicações do dia a dia.
A universidade tem hoje 199 alunos deficientes, cerca de 40 deles surdos ou com alguma deficiência auditiva. "A disciplina é uma oportunidade de conhecer o processo comunicativo da pessoa surda", disse Maria do Carmo. Ela explica que a PUC já tem a disciplina de forma presencial, mas é uma das universidades pioneiras no país a oferecer o curso virtualmente.
Uma vez que é aberta a qualquer interessado que esteja cursando (ou tenha concluído) o Ensino Superior, a disciplina pode ser feita de forma isolada. "O curso não formará professores, mas será um aliado na formação desses profissionais e também de quem está nas salas de aula", destaca a professora.
Com investimentos de R$ 230 mil, o conjunto de 24 vídeos, com seis minutos de duração cada, reproduz situações cotidianas como, por exemplo, o ato de matricular-se numa escola, ver a previsão do tempo e a entrega de currículo no setor de recursos humanos de uma empresa. Situações que podem parecer simples para pessoas sem problemas de audição, mas que para um surdo são dificultadas por falhas na comunicação.
Para a produção do material, como ressalta a coordenadora da área de vídeo, Iara Franco, foram escolhidos atores surdos, tornando a situação mais real. A escolha de atores com deficiência partiu dos responsáveis pela disciplina, os professores (que são deficientes auditivos) Marcos Antônio de Souza Junior e Rodrigo Rocha Malta, ambos membros da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Foi um ano de trabalho exaustivo, sendo dois meses na elaboração das argumentações e oito meses para criar os roteiros, selecionar os atores, produzir e, finalmente, gravar.
O professor Marcos Antônio, que perdeu a audição aos 6 anos por causa de meningite, ressalta que as novas tecnologias adotadas na disciplina a distância de Libras contam com a realidade aumentada. Por este recurso, o aluno pode visualizar a linguagem de sinais por meio de uma webcam focalizada sobre um marcador, o que possibilita a visualização do alfabeto, por exemplo, em terceira dimensão. "Na linguagem de sinais, a precisão dos movimentos é fundamental para a compreensão", observa o professor.
Marcos Antônio diz que o material, que tem dicas sobre o alfabeto, vai agilizar muito o aprendizado do aluno.
Ele destaca que o trabalho tem abordagens comunicativas, expressões contextualizadas e não letra por letra ou fala por fala. Formado em Psicologia pela PUC, ele conta que só aprendeu a linguagem de sinais aos 21 anos. "Na época, por orientação de um médico, meus pais acreditavam que se eu aprendesse a linguagem de sinais acabaria por me acomodar e não conseguiria entender a leitura labial", diz o professor. No entanto ele entende perfeitamente esse tipo de leitura, tem uma vida normal e além de aulas dá palestras." (Fonte: Jornal Hoje em Dia, Minas, Educação, pag, 23, matéria Jaqueline da Mata)
(descrição da foto: imagem de camera de vídeo focalizando deficiente auditivo, para ilustrar "foram 24 videos com situações em que os surdos têm dificuldades de se comunicar - crédito foto: Frederico Haikal)
"Uma compra no supermercado, reunião na empresa e encontro na escola são algumas situações dramatizadas para as filmagens de 24 vídeos desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de professores e técnicos da PUC Minas. O material faz parte da nova disciplina oferecida pela universidade, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), na modalidade a distância. O curso, que começa em agosto, oferece 500 vagas, 400 delas já preenchidas.
A ideia, como destaca a coordenadora do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) da PUC Minas, a professora Maria do Carmo Menicucci, é propagar a inclusão do deficiente auditivo na sociedade, possibilitando o conhecimento básico dessa língua e capacitando o aluno para comunicações do dia a dia.
A universidade tem hoje 199 alunos deficientes, cerca de 40 deles surdos ou com alguma deficiência auditiva. "A disciplina é uma oportunidade de conhecer o processo comunicativo da pessoa surda", disse Maria do Carmo. Ela explica que a PUC já tem a disciplina de forma presencial, mas é uma das universidades pioneiras no país a oferecer o curso virtualmente.
Uma vez que é aberta a qualquer interessado que esteja cursando (ou tenha concluído) o Ensino Superior, a disciplina pode ser feita de forma isolada. "O curso não formará professores, mas será um aliado na formação desses profissionais e também de quem está nas salas de aula", destaca a professora.
Com investimentos de R$ 230 mil, o conjunto de 24 vídeos, com seis minutos de duração cada, reproduz situações cotidianas como, por exemplo, o ato de matricular-se numa escola, ver a previsão do tempo e a entrega de currículo no setor de recursos humanos de uma empresa. Situações que podem parecer simples para pessoas sem problemas de audição, mas que para um surdo são dificultadas por falhas na comunicação.
Para a produção do material, como ressalta a coordenadora da área de vídeo, Iara Franco, foram escolhidos atores surdos, tornando a situação mais real. A escolha de atores com deficiência partiu dos responsáveis pela disciplina, os professores (que são deficientes auditivos) Marcos Antônio de Souza Junior e Rodrigo Rocha Malta, ambos membros da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Foi um ano de trabalho exaustivo, sendo dois meses na elaboração das argumentações e oito meses para criar os roteiros, selecionar os atores, produzir e, finalmente, gravar.
O professor Marcos Antônio, que perdeu a audição aos 6 anos por causa de meningite, ressalta que as novas tecnologias adotadas na disciplina a distância de Libras contam com a realidade aumentada. Por este recurso, o aluno pode visualizar a linguagem de sinais por meio de uma webcam focalizada sobre um marcador, o que possibilita a visualização do alfabeto, por exemplo, em terceira dimensão. "Na linguagem de sinais, a precisão dos movimentos é fundamental para a compreensão", observa o professor.
Marcos Antônio diz que o material, que tem dicas sobre o alfabeto, vai agilizar muito o aprendizado do aluno.
Ele destaca que o trabalho tem abordagens comunicativas, expressões contextualizadas e não letra por letra ou fala por fala. Formado em Psicologia pela PUC, ele conta que só aprendeu a linguagem de sinais aos 21 anos. "Na época, por orientação de um médico, meus pais acreditavam que se eu aprendesse a linguagem de sinais acabaria por me acomodar e não conseguiria entender a leitura labial", diz o professor. No entanto ele entende perfeitamente esse tipo de leitura, tem uma vida normal e além de aulas dá palestras." (Fonte: Jornal Hoje em Dia, Minas, Educação, pag, 23, matéria Jaqueline da Mata)
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VIDEO - INCLUSÃO SOCIAL
(descrição:
Video sobre a Inclusão dos portadores de deficiência, feita por Roxele, para Seminário do Estágio de seu Curso de Formação de Docentes, em 2009. Informa e estimula a inclusão através de dados úteis e imagens especiais)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Prefeitura de Novo Hamburgo orienta fiscais de trânsito a prestar assistência à deficientes visuais
Os fiscais da Faixa Nobre estão encarregados de prestar assistência às pessoas com deficiência visual na travessia de vias públicas em Novo Hamburgo (RS). A ideia, concebida em reunião entre a Coordenadoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (CPPD) e Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana (SESMUR), foi levada à direção da Companhia Municipal de Urbanismo (COMUR), que acolheu a sugestão. Segundo o Coordenador da CPPD, Darwin Kremer, há relatos de deficientes visuais que levam cerca de quinze minutos para atravessar ruas do centro do Município, em virtude do trânsito intenso e da falta de solidariedade de motoristas e de outros pedestres.
Com a nova medida, o objetivo é conscientizar a comunidade com um gesto simples, mas que facilita o tráfego de todos. “Essa orientação é importante para a segurança dos deficientes visuais. É uma atitude que envolve cidadania e deve seguir adiante”, salienta Darwin. Em breve, a CPPD agendará reuniões com a Brigada Militar e com a Guarda Municipal visando novas estratégias que facilitem a mobilidade urbana de pessoas com deficiência.
Com a nova medida, o objetivo é conscientizar a comunidade com um gesto simples, mas que facilita o tráfego de todos. “Essa orientação é importante para a segurança dos deficientes visuais. É uma atitude que envolve cidadania e deve seguir adiante”, salienta Darwin. Em breve, a CPPD agendará reuniões com a Brigada Militar e com a Guarda Municipal visando novas estratégias que facilitem a mobilidade urbana de pessoas com deficiência.
(Fonte: Agência de Notícias Novo Hamburgo)
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terça-feira, 19 de julho de 2011
II CONGRESSO PARAOLÍMPICO BRASILEIRO/ I CONGRESSO PARADESPORTIVO NACIONAL
APRESENTAÇÃO
A criação de um espaço de reflexão sobre o fenômeno do desporto paraolímpico nas suas diferentes manifestações, enfocando questões atuais que interessam a estudantes, professores e demais profissionais da área, levou o Comitê Paraolimpico Brasileiro, a Academia Paraolímpica, recém criada, e instituições federais e estaduais de ensino a envidarem esforços no sentido de promover esse espaço de discussões. Neste sentido, a Universidade Federal de Uberlândia por meio de ações de sua Faculdade de Educação Física e Fisioterapia se sentem orgulhosos de sediar o II Congresso Paraolímpico Brasileiro e I Congresso Paradesportivo Internacional.Esse congresso terá diferentes sessões como, conferências, mesas redondas e mini-cursos. Além disso, pretende consolidar-se como o maior evento científico comprometido, também, com a criação de oportunidades para a disseminação da produção de trabalhos científicos, por meio de sessões específicas que envolvem temas livres nas formas de pôster e apresentações orais.Seus organizadores buscam com a participação de pesquisadores, doutores, mestres, alunos de pós-graduação, de grupos de pesquisa, professores e alunos de educação física e, profissionais de áreas afins, envolver e integrar esses congressistas oriundos de diferentes partes do Brasil e do mundo nas diversas áreas de atuação profissional do esporte paraolímpico.
OBJETIVOS
• Propiciar oportunidade para a reflexão sobre o desporto paraolímpico como um fenômeno da atualidade;• Valorizar a pesquisa e assegurar espaço de divulgação da produção cientifica na área do desporto paraolímpico;• Apresentar e discutir inovações metodológicas no desporto paraolímpico valorizando sua aplicação na sociedade;• Mediar a aproximação entre as instituições de ensino superior comprometidas com a produção científica e órgãos dirigentes do desporto paraolímpico;• Assegurar um espaço de discussão sobre as políticas nacionais e Internacionais para o desenvolvimento do desporto paraolímpico de alto rendimento no país;• Conhecer o potencial científico dos profissionais ligados ao desporto paraolímpico no Brasil.
QUANDO ACONTECE
Data: Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, 26 a 29 de Outubro de 2011
Local: Center Shopping - Centro de Convenções - Avenida João Naves de Ávila, 1331, B. TiberyFaculdade de Educação Física e Fisioterapia da Universidade Federal de Uberlândia
Rua Benjamin Constant, 1286, B. Aparecida
CALENDÁRIO
01/07/2011 até 16/09/2011 - Inscrição e submissão de trabalhos
30/09/2011 - Divulgação dos trabalhos aprovados
15/10/2011 - Prazo final para inscrição dos participantes sem apresentação de trabalhos
27/10/2011 - Abertura do Evento
29/10/2011 - Encerramento
ATIVIDADES DO EVENTO
Conferências:
1. Treinamento no Esporte Paraolímpico
2. Jogos Paraolímpicos de Verão: Evolução e Perspectivas de Barcelona 1992 ao Rio de Janeiro 2016
Mesas Redondas:
1. Gestão e Administração do Esporte Paraolímpico
2. Lesões e Reabilitação no Esporte Paraolímpico
3. Formação do Jovem Atleta Paraolímpico
4. Avaliação Física no Esporte Paraolímpico
5. Doping no Esporte no Paraolímpico
Mini-Cursos:
1. Iniciação ao Esporte Paraolímpico
2. A Natação Paraolímpica: da iniciação ao treinamento
3. O Atletismo Paraolímpico: da iniciação ao treinamento
4. O Basquete em Cadeira de Rodas
5. O Tênis de Mesa Paraolímpico
6. O Goalball
7. Bocha Paraolímpica
8. Tiro com Arco Paraolímpico
9. Futebol de 5
10. Esportes para Pessoas com Deficiência Intelectual
11. Judô Paraolímpico
12. Futebol de 7
Comunicação Oral e Posters - Áreas Temáticas:
1. Treinamento de Alto Rendimento no Esporte Paraolímpico
2. Formação de Recursos Humanos para o Esporte Paraolímpico
3. Avaliação em Esporte Paraolímpico
4. Classificação Funcional em Esporte Paraolímpico
5. Administração e Organização do Esporte Paraolímpico
6. Formação de Jovens Atletas Paraolímpico
7. Lesões e Reabilitação no Esporte Paraolímpico
INSCRIÇÕES
http://www.congressoparaolimpico.proex.ufu.br/
INFORMAÇÕES
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Atividade Física e Saúde - NIAFS
Faculdade de Educação Física e Fisioterapia - FAEFI
R. Benjamin Constant, 1286, B. Aparecida - Uberlândia/MG - CEP 38400-678
Telefone: (55) 34 3218-2915
Fax: (55) 34 3218-2910
Horário de atendimento: 08h às 11h e das 14h às 17h.
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II CONGRESSO PARAOLÍMPICO BRASILEIRO/ I CONGRESSO PARADESPORTIVO NACIONAL,
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superação através do esporte
APARELHO AJUDA CEGOS A IDENTIFICAREM ÔNIBUS
Equipamento criado na UFMG é implantado na segunda cidade paulista
(descrição foto: DPS 2000, aparelho que ajuda a deficientes cegos a indentificarem linhas de ônibus)
Um dispositivo desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para auxiliar deficientes visuais a identificarem linhas de ônibus será implantado em Ribeirão Preto (SP). A ideia já é realidade em Jaú (SP) desde 2010 e passa por testes também no Rio de Janeiro e Niterói (RJ).
"Em Belo Horizonte, ainda não conseguimos fazer os contatos", disse o professor Julio César David Melo, do Laboratório de Sistemas Inteligentes da Escola de Engenharia da UFMG. Segundo ele, as demandas estão sendo atendidas à medida que surgem.
O equipamento - DPS2000 - funciona com um transmissor, que fica com o deficiente visual, e um receptor no veículo. O cego programa o transmissor com as linhas de ônibus de que precisa, ouvindo os números.
No ponto, ele seleciona o ônibus que deseja e o aparelho transmite um código para os veículos com o receptor. Além de os motoristas identificarem o local onde o deficiente visual espera, quando o veículo para, o alto-falante perto da porta da entrada informa o número da linha.
O aparelho foi criado pelo aposentado Dácio Pedro Simões, que presenciou um cego com dificuldades. Simões levou o dispositivo com radiofrequência à UFMG, em 2001, e a ideia foi desenvolvida por Melo.
"Na próxima licitação das empresas de ônibus em Ribeirão Preto, os veículos vão ter que oferecer esse sistema", diz o professor.
*Aparelho para os ônibus custa R$ 700 para empresas e R$ 400 ao deficiente
(Fonte: O Tempo - 19/07/11)
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
EM CONCURSO DE MODA, ESTUDANTES CRIAM ROUPAS ADAPTADAS PARA DEFICIENTES
"Objetivo do concurso é incentivar a produção específica para este público, que ainda é muito mirrada no Brasil
Luisa Bustamante
Sob a máxima do “seja você mesmo”, a indústria da moda aposta frequentemente na ideia de que ter um estilo próprio é fundamental para o consumidor. Ironicamente, é justamente neste cenário que a falta de roupas adaptadas para deficientes físicos permite que o improviso e os gastos extras com costureiras se tornem companheiros diários daqueles que, por obra do destino, perderam a visão ou a mobilidade.
Com o objetivo de dar luz ao problema que atinge, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 16 milhões de pessoas no Brasil, um concurso de moda premia, anualmente, estilistas com projetos de vestuários adaptados. A iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo está em sua terceira edição e encerra suas inscrições nesta hoje, 15 de julho.
Segundo a coordenadora do projeto, Daniela Auler, com o crescimento de vagas para deficientes físicos no mercado de trabalho aumenta também a necessidade de encontrar marcas que produzam roupas mais práticas e confortáveis. Daniela explica que, dependendo do tipo de deficiência, alguns modelos de vestimentas podem até prejudicar a saúde. “No caso de um cadeirante, os bolsos ou costuras nas calças podem fazer pressão na cadeira e provocar feridas ou escaras”, conta. “Além disso, não faz sentido ter um bolso na parte de trás da calça, então o compartimento deveria ser costurado na coxa.”
A coordenadora também cita as roupas com bordados em braille, indicando o tamanho e a cor das vestes nas etiquetas. “Uma vez uma participante fez um vestido todo bordado em braille e com aplicações em alto relevo, assim a pessoa poderia identificar o que está escrito na roupa que vai comprar”, acrescenta.
Vencedora do concurso no ano passado, a estilista Letícia Nascimento criou uma coleção específica para cadeirantes. Mesmo sem ter contato com ninguém que fosse deficiente, ela conta que se interessou pelo assunto no início da faculdade, durante uma aula, “a partir de então, eu comecei a pesquisar”, lembra. “Ouvi deficientes, médicos e psicólogos e dediquei os últimos três anos de faculdade à pesquisa. Quando soube do concurso, eu já sabia o que fazer, foi espontâneo."
Ainda assim, as pessoas com deficiência são obrigadas a apostar no improviso na hora de se vestir. A própria coordenadora do concurso admite que as coleções não chegam ao mercado, porque “falta investimento”. Cadeirante há 30 anos, Diva Salinas lamenta não poder se vestir da forma como gostaria. “Há alguns anos eu tinha uma costureira que preparava os moldes para mim”, conta Diva. “Hoje, tenho que me limitar à usar só malha mesmo. O grande problema é encontrar o molde certo para cada pessoa, porque o corpo vai ficando deformado com o tempo. E mesmo assim, quando mando fazer os ajustes, o valor da peça acaba dobrando”.
As iniciativas de comercialização de roupas adaptadas ainda são muito tímidas no Brasil. É o caso das estilistas Júlia Sato e Inayê Brito, que lançaram a marca Lira Inclusiva, com a proposta de vender sob encomenda roupas para deficientes. No entanto, Júlia comenta que a dificuldade de produzir em larga escala e a falta de acesso das pessoas com deficiência ainda são grandes desafios. "As empresas ainda não têm a preocupação de se adaptar para atender esse público", analisa. "Além disso, há um problema estrutural, porque uma vez que as deficiências são muito específicas, não dá para produzir em larga escala".
Coordenador do Instituto Novo Ser, entidade que luta pelos direitos das pessoas com deficiência, Fabinho Fernandes afirma que prefere ficar no improviso. “Prefiro fazer os ajustes com meu alfaiate, Seu Azevedo, que me cobra mais barato”, afirma Fabinho, que resolveu, por conta própria, adaptar suas roupas. “Deixo as camisas de botão abertas até pouco menos da metade coloco uma argola no fecho da calça, para conseguir suspender o zíper”, acrescenta.
O concurso é aberto a profissionais de moda de todo o país, que estejam cursando o ensino superior ou técnico." (Fonte: Jornal do Brasil)
Informações adicionais: http://www.sedpcd.sp.gov.br/modainclusiva/namidia.php
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