A Cámara Oficial Española de Comercio en Brasil, realiza na próxima quinta-feira, (28/07) das 08h30 às 10h30, a palestra “COTAS – Como vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”. O evento apresentará, de maneira direta e sucinta, o resultado da pesquisa realizada pela i.Social, junto a 612 pessoas portadoras de necessidades especiais, sobre aspectos concernentes a sua inserção profissional e assuntos correlatos. Os participantes da conferência receberão orientações dos pontos de reflexão sobre a inclusão desse público no mercado de trabalho formal, a partir desse panorama. Para discutir o assunto foram convidados o diretor comercial da i.Social, Danilo Al Makul e o sócio da Almeida Advogados, Luiz Fernando Alouche. O evento tem entrada franca para associados. Para o público em geral, o valor fica em R$50,00.
Sobre os palestrantes:
Danilo Al Makul é formado em Administração de Empresas e já atuou nas áreas administrativa, comercial e de marketing de diversas corporações. É especializado em administração para o terceiro setor e presta consultoria para grandes companhias na implantação de práticas de sustentabilidade, inclusão e responsabilidade social e, atualmente, é diretor comercial da i.Social.
Luiz Fernando Alouche é especialista em Direito do Trabalho pelo centro de Extensão Universitária e pós-graduado em Direito da Economia e Empresa pela Fundação Getúlio Vargas. É, também, sócio da Almeida Advogados.
SERVIÇO
Conferência “COTAS – Como vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência”
Dia: 28 de julho – quinta-feira
Horário: das 08h30 às 10h30
Local: Cámara Oficial Española de Comercio. Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1681, 14º andar. São Paulo –SP
Entrada franca para associados e R$50,00 para o público em geral
Inscrições: eventos@camaraespanhola.org.br
das 9h às 18h
(Fonte: Danilo Al Makul)
terça-feira, 26 de julho de 2011
Deficiência é tema de palestra na Cámara Oficial Española de Comercio en Brasil
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
CARTILHA QUER ORIENTAR POLICIAIS MILITARES SOBRE DEFICIÊNCIAS
Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência
A Polícia Militar do estado de São Paulo lançou, neste mês, uma cartilha com orientações aos policiais para que eles saibam atender pessoas com deficiência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a iniciativa surgiu de uma tese de mestrado do curso do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que detectou a necessidade de ter uma participação mais efetiva da PM com os grupos vulneráveis. Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência.
“Elas necessitam de um cuidado especial, de uma atenção diferente. Para atravessar a rua com um cego, por exemplo, existe uma forma correta conduzi-lo. Essas questões, que parecem simples, são mais comuns do que a gente imagina”, disse o presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Elcio Inocente, ao site da secretaria.
A cartilha possui orientações para todos os tipos de deficiência, seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla. Ela também possui dicas de como se comunicar com um deficiente de forma adequada – por exemplo, como falar com uma pessoa com deficiência auditiva. A cartilha possui alguns sinais utilizados com frequência para se comunicar com um surdo. Além disso, o policial militar ainda tem o alfabeto completo e os números em Braille e em LIBRAS.
(Fonte: Guia Inclusivo)
A Polícia Militar do estado de São Paulo lançou, neste mês, uma cartilha com orientações aos policiais para que eles saibam atender pessoas com deficiência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a iniciativa surgiu de uma tese de mestrado do curso do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que detectou a necessidade de ter uma participação mais efetiva da PM com os grupos vulneráveis. Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência.
“Elas necessitam de um cuidado especial, de uma atenção diferente. Para atravessar a rua com um cego, por exemplo, existe uma forma correta conduzi-lo. Essas questões, que parecem simples, são mais comuns do que a gente imagina”, disse o presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Elcio Inocente, ao site da secretaria.
A cartilha possui orientações para todos os tipos de deficiência, seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla. Ela também possui dicas de como se comunicar com um deficiente de forma adequada – por exemplo, como falar com uma pessoa com deficiência auditiva. A cartilha possui alguns sinais utilizados com frequência para se comunicar com um surdo. Além disso, o policial militar ainda tem o alfabeto completo e os números em Braille e em LIBRAS.
(Fonte: Guia Inclusivo)
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OSCAR PISTORIUS CONSEGUE INDICE PARA O MUNDIAL DE ATLETISMO
(descrição da imagem: Oscar Pistorius, correndo, com o uso seu eficiente par de proteses)
O sul-africano Oscar Pistorius vai disputar pela primeira vez o Mundial de Atletismo. Grande estrela do esporte paraolímpico - tem as duas pernas amputadas desde os 11 meses de idade, ele conseguiu na última terça, em Lignano, na Itália, o índice para disputar a prova dos 400 metros na competição que acontecerá a partir do dia 27 de agosto, em Daegu, na Coreia do Sul.
Dono de vários títulos e recordes paraolímpicos, Pistorius ficou mundialmente famoso em 2008, quando travou uma batalha jurídica com a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) para poder disputar a Olimpíada de Pequim naquele mesmo ano. A entidade defendia que, por causa das próteses, ele teria vantagem ao competir com os atletas sem deficiência.
Pistorius acabou vencendo a batalha jurídica com a Iaaf e foi liberado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) para competir junto com os atletas sem deficiência. Mas ele não conseguiu fazer o índice para a Olimpíada de Pequim. Dessa vez, porém, o sul-africano cravou o tempo de 45s07 nos400 metros , abaixo dos 45s25 exigidos para a disputa da prova no Mundial de Daegu.
Com esse tempo, inclusive, ele já tem o índice necessário para disputar a Olimpíada de Londres, em 2012. Mas, para isso, ainda depende da convocação para fazer parte da equipe olímpica da África do Sul, podendo ser preterido por um atleta que tenha uma marca melhor. De qualquer maneira, Pistorius já realizará um sonho de poder competir no Mundial de Atletismo.
Dono de vários títulos e recordes paraolímpicos, Pistorius ficou mundialmente famoso em 2008, quando travou uma batalha jurídica com a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) para poder disputar a Olimpíada de Pequim naquele mesmo ano. A entidade defendia que, por causa das próteses, ele teria vantagem ao competir com os atletas sem deficiência.
Pistorius acabou vencendo a batalha jurídica com a Iaaf e foi liberado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) para competir junto com os atletas sem deficiência. Mas ele não conseguiu fazer o índice para a Olimpíada de Pequim. Dessa vez, porém, o sul-africano cravou o tempo de 45s07 nos
Com esse tempo, inclusive, ele já tem o índice necessário para disputar a Olimpíada de Londres, em 2012. Mas, para isso, ainda depende da convocação para fazer parte da equipe olímpica da África do Sul, podendo ser preterido por um atleta que tenha uma marca melhor. De qualquer maneira, Pistorius já realizará um sonho de poder competir no Mundial de Atletismo.
(Fonte: Agência Estado – ESPN)
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domingo, 24 de julho de 2011
TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA - 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS
1 - Há alguma regra especial quanto à formalização do contrato de trabalho com trabalhador portador de deficiência?
Não. As normas gerais da CLT em relação ao contrato de trabalho aplicadas ao trabalhador sem deficiência também são aplicadas ao portador com deficiência.
2 - O trabalhador com deficiência tem direito à jornada especial?
Sim, dependendo do grau de deficiência do trabalhador poderá haver horário flexível ou reduzido, com proporcionalidade de salário, quando tais procedimentos se fizerem necessários.
É o caso, por exemplo, do trabalhador que possui acompanhamento semanal em tratamento médico (exigindo horário determinado), situação em que a empresa deverá estabelecer um horário de trabalho de tal forma que o mesmo possa realizar o tratamento - (Decreto nº 3.298/99).
3 - Qual a remuneração a ser paga ao empregado com deficiência?
Não há qualquer diferenciação quanto ao salário a ser pago, sendo igual aos demais empregados na mesma função, força do art. 7º, incisos XXX e XXXI, da Constituição Federal de 1988 e o art. 461 da CLT.
4 - O empregado com deficiência tem direito ao vale-transporte?
Salvo se o trabalhador deficiente for detentor de passe livre que o isente do pagamento de passagens em transporte coletivo em todo o trecho de deslocamento entre a residência e o local de trabalho (Lei nº 6.418/85), este terá direito ao vale-transporte normalmente.
5 - Como informar na Relação Anual das Informações Anuais (RAIS) que o empregado é pessoa com deficiência?
No campo sobre os dados pessoais do empregado, no item “Deficiente Habilitado ou Beneficiário Reabilitado”, deve ser marcado o campo como “Sim”, se o trabalhador é pessoa com deficiência.
Em complemento a esta informação, ainda deve ser indicado o tipo de deficiência com a seguinte codificação: 1 – Física; 2 – Auditiva; 3 – Visual; 4 – Mental; 5 – Múltipla; e 6 – Reabilitado.
A empresa é passível de autuação, se apresentar a RAIS contendo informações inexatas ou declarações falsas (art. 24 da Lei nº 7.998/90, c/c art. 7º do Decreto nº 76.900/75).
Sim. Em qualquer movimentação devem ser informados, no campo reservado, os dados cadastrais do empregado no item “Portador de Deficiência”, colocando "1" para indicar “SIM”.
7 - O empregado com deficiência possui estabilidade? Ele pode ser dispensado sem justa causa?
Não há previsibilidade legal de estabilidade para o empregado com deficiência. A dispensa de empregado com deficiência ou reabilitado, quando se tratar de contrato por prazo determinado, superior a 90 dias, e a dispensa imotivada, no contrato por prazo indeterminado, somente poderá ocorrer após a contratação de substituto em condições semelhantes.
A demissão de um trabalhador com deficiência ensejará a contratação de outro com deficiência. Essa regra deve ser observada enquanto a empresa não tenha atingido o percentual mínimo legal. Fora desse requisito, valem as regras gerais que disciplinam a rescisão do contrato de trabalho (Lei nº 8.213/91).
8 - O aprendiz com deficiência pode contar, simultaneamente, para a cota de aprendizagem e de pessoas com deficiência?
A legislação trabalhista dispõe que não há sobreposição das cotas, já que cada uma delas tem finalidades e condições próprias. Cada instituto possui finalidade própria, pois enquanto a legislação fala na habilitação prévia ao deficiente, a aprendizagem visa justamente habilitar o aprendiz para o mercado de trabalho.
9 - Há algum impedimento para que uma pessoa com deficiência seja contratada como aprendiz?
Não há nenhuma oposição. Ao contrário, o instituto da aprendizagem pode se constituir em um importante instrumento de qualificação desse segmento, pois sequer há limite de idade (Decreto nº 5.598/05). Não obstante, a contratação deverá ser enquadrada na cota de aprendiz.
10- O empregado com deficiência contratado por empresa terceirizada conta para fins de comprovação de preenchimento da cota da tomadora?
A legislação fala de reserva de cargos que devem ser preenchidos pela empresa. Dessa forma, os empregados da empresa terceirizada somente contam para esta, não para a tomadora.
(Fonte: Equipe Guia Trabalhista)
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TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA - 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Caros amigos, participem conosco desta campanha. Cadastre-se como doador de MEDULA ÓSSEA. Em apoio à campanha 5ml de Esperança. Saiba mais: (31) 3454 2045 - http://www.capec.org.br/
(descrição da imagem: cartaz da campanha: Cadastre-se como doador de MEDULA ÓSSEA. Em apoio à campanha 5ml de Esperança. Saiba mais: (31) 3454 2045 - www.capec.org.br)
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
CURSO DE LIBRAS MELHORA INCLUSÃO PELOS SINAIS
Novo curso a distância, oferecido pela PUC Minas, busca melhorar a comunicação entre surdos e quem escuta
(descrição da foto: imagem de camera de vídeo focalizando deficiente auditivo, para ilustrar "foram 24 videos com situações em que os surdos têm dificuldades de se comunicar - crédito foto: Frederico Haikal)
"Uma compra no supermercado, reunião na empresa e encontro na escola são algumas situações dramatizadas para as filmagens de 24 vídeos desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de professores e técnicos da PUC Minas. O material faz parte da nova disciplina oferecida pela universidade, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), na modalidade a distância. O curso, que começa em agosto, oferece 500 vagas, 400 delas já preenchidas.
A ideia, como destaca a coordenadora do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) da PUC Minas, a professora Maria do Carmo Menicucci, é propagar a inclusão do deficiente auditivo na sociedade, possibilitando o conhecimento básico dessa língua e capacitando o aluno para comunicações do dia a dia.
A universidade tem hoje 199 alunos deficientes, cerca de 40 deles surdos ou com alguma deficiência auditiva. "A disciplina é uma oportunidade de conhecer o processo comunicativo da pessoa surda", disse Maria do Carmo. Ela explica que a PUC já tem a disciplina de forma presencial, mas é uma das universidades pioneiras no país a oferecer o curso virtualmente.
Uma vez que é aberta a qualquer interessado que esteja cursando (ou tenha concluído) o Ensino Superior, a disciplina pode ser feita de forma isolada. "O curso não formará professores, mas será um aliado na formação desses profissionais e também de quem está nas salas de aula", destaca a professora.
Com investimentos de R$ 230 mil, o conjunto de 24 vídeos, com seis minutos de duração cada, reproduz situações cotidianas como, por exemplo, o ato de matricular-se numa escola, ver a previsão do tempo e a entrega de currículo no setor de recursos humanos de uma empresa. Situações que podem parecer simples para pessoas sem problemas de audição, mas que para um surdo são dificultadas por falhas na comunicação.
Para a produção do material, como ressalta a coordenadora da área de vídeo, Iara Franco, foram escolhidos atores surdos, tornando a situação mais real. A escolha de atores com deficiência partiu dos responsáveis pela disciplina, os professores (que são deficientes auditivos) Marcos Antônio de Souza Junior e Rodrigo Rocha Malta, ambos membros da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Foi um ano de trabalho exaustivo, sendo dois meses na elaboração das argumentações e oito meses para criar os roteiros, selecionar os atores, produzir e, finalmente, gravar.
O professor Marcos Antônio, que perdeu a audição aos 6 anos por causa de meningite, ressalta que as novas tecnologias adotadas na disciplina a distância de Libras contam com a realidade aumentada. Por este recurso, o aluno pode visualizar a linguagem de sinais por meio de uma webcam focalizada sobre um marcador, o que possibilita a visualização do alfabeto, por exemplo, em terceira dimensão. "Na linguagem de sinais, a precisão dos movimentos é fundamental para a compreensão", observa o professor.
Marcos Antônio diz que o material, que tem dicas sobre o alfabeto, vai agilizar muito o aprendizado do aluno.
Ele destaca que o trabalho tem abordagens comunicativas, expressões contextualizadas e não letra por letra ou fala por fala. Formado em Psicologia pela PUC, ele conta que só aprendeu a linguagem de sinais aos 21 anos. "Na época, por orientação de um médico, meus pais acreditavam que se eu aprendesse a linguagem de sinais acabaria por me acomodar e não conseguiria entender a leitura labial", diz o professor. No entanto ele entende perfeitamente esse tipo de leitura, tem uma vida normal e além de aulas dá palestras." (Fonte: Jornal Hoje em Dia, Minas, Educação, pag, 23, matéria Jaqueline da Mata)
(descrição da foto: imagem de camera de vídeo focalizando deficiente auditivo, para ilustrar "foram 24 videos com situações em que os surdos têm dificuldades de se comunicar - crédito foto: Frederico Haikal)
"Uma compra no supermercado, reunião na empresa e encontro na escola são algumas situações dramatizadas para as filmagens de 24 vídeos desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de professores e técnicos da PUC Minas. O material faz parte da nova disciplina oferecida pela universidade, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), na modalidade a distância. O curso, que começa em agosto, oferece 500 vagas, 400 delas já preenchidas.
A ideia, como destaca a coordenadora do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) da PUC Minas, a professora Maria do Carmo Menicucci, é propagar a inclusão do deficiente auditivo na sociedade, possibilitando o conhecimento básico dessa língua e capacitando o aluno para comunicações do dia a dia.
A universidade tem hoje 199 alunos deficientes, cerca de 40 deles surdos ou com alguma deficiência auditiva. "A disciplina é uma oportunidade de conhecer o processo comunicativo da pessoa surda", disse Maria do Carmo. Ela explica que a PUC já tem a disciplina de forma presencial, mas é uma das universidades pioneiras no país a oferecer o curso virtualmente.
Uma vez que é aberta a qualquer interessado que esteja cursando (ou tenha concluído) o Ensino Superior, a disciplina pode ser feita de forma isolada. "O curso não formará professores, mas será um aliado na formação desses profissionais e também de quem está nas salas de aula", destaca a professora.
Com investimentos de R$ 230 mil, o conjunto de 24 vídeos, com seis minutos de duração cada, reproduz situações cotidianas como, por exemplo, o ato de matricular-se numa escola, ver a previsão do tempo e a entrega de currículo no setor de recursos humanos de uma empresa. Situações que podem parecer simples para pessoas sem problemas de audição, mas que para um surdo são dificultadas por falhas na comunicação.
Para a produção do material, como ressalta a coordenadora da área de vídeo, Iara Franco, foram escolhidos atores surdos, tornando a situação mais real. A escolha de atores com deficiência partiu dos responsáveis pela disciplina, os professores (que são deficientes auditivos) Marcos Antônio de Souza Junior e Rodrigo Rocha Malta, ambos membros da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Foi um ano de trabalho exaustivo, sendo dois meses na elaboração das argumentações e oito meses para criar os roteiros, selecionar os atores, produzir e, finalmente, gravar.
O professor Marcos Antônio, que perdeu a audição aos 6 anos por causa de meningite, ressalta que as novas tecnologias adotadas na disciplina a distância de Libras contam com a realidade aumentada. Por este recurso, o aluno pode visualizar a linguagem de sinais por meio de uma webcam focalizada sobre um marcador, o que possibilita a visualização do alfabeto, por exemplo, em terceira dimensão. "Na linguagem de sinais, a precisão dos movimentos é fundamental para a compreensão", observa o professor.
Marcos Antônio diz que o material, que tem dicas sobre o alfabeto, vai agilizar muito o aprendizado do aluno.
Ele destaca que o trabalho tem abordagens comunicativas, expressões contextualizadas e não letra por letra ou fala por fala. Formado em Psicologia pela PUC, ele conta que só aprendeu a linguagem de sinais aos 21 anos. "Na época, por orientação de um médico, meus pais acreditavam que se eu aprendesse a linguagem de sinais acabaria por me acomodar e não conseguiria entender a leitura labial", diz o professor. No entanto ele entende perfeitamente esse tipo de leitura, tem uma vida normal e além de aulas dá palestras." (Fonte: Jornal Hoje em Dia, Minas, Educação, pag, 23, matéria Jaqueline da Mata)
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VIDEO - INCLUSÃO SOCIAL
(descrição:
Video sobre a Inclusão dos portadores de deficiência, feita por Roxele, para Seminário do Estágio de seu Curso de Formação de Docentes, em 2009. Informa e estimula a inclusão através de dados úteis e imagens especiais)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Prefeitura de Novo Hamburgo orienta fiscais de trânsito a prestar assistência à deficientes visuais
Os fiscais da Faixa Nobre estão encarregados de prestar assistência às pessoas com deficiência visual na travessia de vias públicas em Novo Hamburgo (RS). A ideia, concebida em reunião entre a Coordenadoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (CPPD) e Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana (SESMUR), foi levada à direção da Companhia Municipal de Urbanismo (COMUR), que acolheu a sugestão. Segundo o Coordenador da CPPD, Darwin Kremer, há relatos de deficientes visuais que levam cerca de quinze minutos para atravessar ruas do centro do Município, em virtude do trânsito intenso e da falta de solidariedade de motoristas e de outros pedestres.
Com a nova medida, o objetivo é conscientizar a comunidade com um gesto simples, mas que facilita o tráfego de todos. “Essa orientação é importante para a segurança dos deficientes visuais. É uma atitude que envolve cidadania e deve seguir adiante”, salienta Darwin. Em breve, a CPPD agendará reuniões com a Brigada Militar e com a Guarda Municipal visando novas estratégias que facilitem a mobilidade urbana de pessoas com deficiência.
Com a nova medida, o objetivo é conscientizar a comunidade com um gesto simples, mas que facilita o tráfego de todos. “Essa orientação é importante para a segurança dos deficientes visuais. É uma atitude que envolve cidadania e deve seguir adiante”, salienta Darwin. Em breve, a CPPD agendará reuniões com a Brigada Militar e com a Guarda Municipal visando novas estratégias que facilitem a mobilidade urbana de pessoas com deficiência.
(Fonte: Agência de Notícias Novo Hamburgo)
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terça-feira, 19 de julho de 2011
II CONGRESSO PARAOLÍMPICO BRASILEIRO/ I CONGRESSO PARADESPORTIVO NACIONAL
APRESENTAÇÃO
A criação de um espaço de reflexão sobre o fenômeno do desporto paraolímpico nas suas diferentes manifestações, enfocando questões atuais que interessam a estudantes, professores e demais profissionais da área, levou o Comitê Paraolimpico Brasileiro, a Academia Paraolímpica, recém criada, e instituições federais e estaduais de ensino a envidarem esforços no sentido de promover esse espaço de discussões. Neste sentido, a Universidade Federal de Uberlândia por meio de ações de sua Faculdade de Educação Física e Fisioterapia se sentem orgulhosos de sediar o II Congresso Paraolímpico Brasileiro e I Congresso Paradesportivo Internacional.Esse congresso terá diferentes sessões como, conferências, mesas redondas e mini-cursos. Além disso, pretende consolidar-se como o maior evento científico comprometido, também, com a criação de oportunidades para a disseminação da produção de trabalhos científicos, por meio de sessões específicas que envolvem temas livres nas formas de pôster e apresentações orais.Seus organizadores buscam com a participação de pesquisadores, doutores, mestres, alunos de pós-graduação, de grupos de pesquisa, professores e alunos de educação física e, profissionais de áreas afins, envolver e integrar esses congressistas oriundos de diferentes partes do Brasil e do mundo nas diversas áreas de atuação profissional do esporte paraolímpico.
OBJETIVOS
• Propiciar oportunidade para a reflexão sobre o desporto paraolímpico como um fenômeno da atualidade;• Valorizar a pesquisa e assegurar espaço de divulgação da produção cientifica na área do desporto paraolímpico;• Apresentar e discutir inovações metodológicas no desporto paraolímpico valorizando sua aplicação na sociedade;• Mediar a aproximação entre as instituições de ensino superior comprometidas com a produção científica e órgãos dirigentes do desporto paraolímpico;• Assegurar um espaço de discussão sobre as políticas nacionais e Internacionais para o desenvolvimento do desporto paraolímpico de alto rendimento no país;• Conhecer o potencial científico dos profissionais ligados ao desporto paraolímpico no Brasil.
QUANDO ACONTECE
Data: Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, 26 a 29 de Outubro de 2011
Local: Center Shopping - Centro de Convenções - Avenida João Naves de Ávila, 1331, B. TiberyFaculdade de Educação Física e Fisioterapia da Universidade Federal de Uberlândia
Rua Benjamin Constant, 1286, B. Aparecida
CALENDÁRIO
01/07/2011 até 16/09/2011 - Inscrição e submissão de trabalhos
30/09/2011 - Divulgação dos trabalhos aprovados
15/10/2011 - Prazo final para inscrição dos participantes sem apresentação de trabalhos
27/10/2011 - Abertura do Evento
29/10/2011 - Encerramento
ATIVIDADES DO EVENTO
Conferências:
1. Treinamento no Esporte Paraolímpico
2. Jogos Paraolímpicos de Verão: Evolução e Perspectivas de Barcelona 1992 ao Rio de Janeiro 2016
Mesas Redondas:
1. Gestão e Administração do Esporte Paraolímpico
2. Lesões e Reabilitação no Esporte Paraolímpico
3. Formação do Jovem Atleta Paraolímpico
4. Avaliação Física no Esporte Paraolímpico
5. Doping no Esporte no Paraolímpico
Mini-Cursos:
1. Iniciação ao Esporte Paraolímpico
2. A Natação Paraolímpica: da iniciação ao treinamento
3. O Atletismo Paraolímpico: da iniciação ao treinamento
4. O Basquete em Cadeira de Rodas
5. O Tênis de Mesa Paraolímpico
6. O Goalball
7. Bocha Paraolímpica
8. Tiro com Arco Paraolímpico
9. Futebol de 5
10. Esportes para Pessoas com Deficiência Intelectual
11. Judô Paraolímpico
12. Futebol de 7
Comunicação Oral e Posters - Áreas Temáticas:
1. Treinamento de Alto Rendimento no Esporte Paraolímpico
2. Formação de Recursos Humanos para o Esporte Paraolímpico
3. Avaliação em Esporte Paraolímpico
4. Classificação Funcional em Esporte Paraolímpico
5. Administração e Organização do Esporte Paraolímpico
6. Formação de Jovens Atletas Paraolímpico
7. Lesões e Reabilitação no Esporte Paraolímpico
INSCRIÇÕES
http://www.congressoparaolimpico.proex.ufu.br/
INFORMAÇÕES
Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Atividade Física e Saúde - NIAFS
Faculdade de Educação Física e Fisioterapia - FAEFI
R. Benjamin Constant, 1286, B. Aparecida - Uberlândia/MG - CEP 38400-678
Telefone: (55) 34 3218-2915
Fax: (55) 34 3218-2910
Horário de atendimento: 08h às 11h e das 14h às 17h.
(descrição imagem: cartaz congressos)
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II CONGRESSO PARAOLÍMPICO BRASILEIRO/ I CONGRESSO PARADESPORTIVO NACIONAL,
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APARELHO AJUDA CEGOS A IDENTIFICAREM ÔNIBUS
Equipamento criado na UFMG é implantado na segunda cidade paulista
(descrição foto: DPS 2000, aparelho que ajuda a deficientes cegos a indentificarem linhas de ônibus)
Um dispositivo desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para auxiliar deficientes visuais a identificarem linhas de ônibus será implantado em Ribeirão Preto (SP). A ideia já é realidade em Jaú (SP) desde 2010 e passa por testes também no Rio de Janeiro e Niterói (RJ).
"Em Belo Horizonte, ainda não conseguimos fazer os contatos", disse o professor Julio César David Melo, do Laboratório de Sistemas Inteligentes da Escola de Engenharia da UFMG. Segundo ele, as demandas estão sendo atendidas à medida que surgem.
O equipamento - DPS2000 - funciona com um transmissor, que fica com o deficiente visual, e um receptor no veículo. O cego programa o transmissor com as linhas de ônibus de que precisa, ouvindo os números.
No ponto, ele seleciona o ônibus que deseja e o aparelho transmite um código para os veículos com o receptor. Além de os motoristas identificarem o local onde o deficiente visual espera, quando o veículo para, o alto-falante perto da porta da entrada informa o número da linha.
O aparelho foi criado pelo aposentado Dácio Pedro Simões, que presenciou um cego com dificuldades. Simões levou o dispositivo com radiofrequência à UFMG, em 2001, e a ideia foi desenvolvida por Melo.
"Na próxima licitação das empresas de ônibus em Ribeirão Preto, os veículos vão ter que oferecer esse sistema", diz o professor.
*Aparelho para os ônibus custa R$ 700 para empresas e R$ 400 ao deficiente
(Fonte: O Tempo - 19/07/11)
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
EM CONCURSO DE MODA, ESTUDANTES CRIAM ROUPAS ADAPTADAS PARA DEFICIENTES
"Objetivo do concurso é incentivar a produção específica para este público, que ainda é muito mirrada no Brasil
Luisa Bustamante
Sob a máxima do “seja você mesmo”, a indústria da moda aposta frequentemente na ideia de que ter um estilo próprio é fundamental para o consumidor. Ironicamente, é justamente neste cenário que a falta de roupas adaptadas para deficientes físicos permite que o improviso e os gastos extras com costureiras se tornem companheiros diários daqueles que, por obra do destino, perderam a visão ou a mobilidade.
Com o objetivo de dar luz ao problema que atinge, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 16 milhões de pessoas no Brasil, um concurso de moda premia, anualmente, estilistas com projetos de vestuários adaptados. A iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo está em sua terceira edição e encerra suas inscrições nesta hoje, 15 de julho.
Segundo a coordenadora do projeto, Daniela Auler, com o crescimento de vagas para deficientes físicos no mercado de trabalho aumenta também a necessidade de encontrar marcas que produzam roupas mais práticas e confortáveis. Daniela explica que, dependendo do tipo de deficiência, alguns modelos de vestimentas podem até prejudicar a saúde. “No caso de um cadeirante, os bolsos ou costuras nas calças podem fazer pressão na cadeira e provocar feridas ou escaras”, conta. “Além disso, não faz sentido ter um bolso na parte de trás da calça, então o compartimento deveria ser costurado na coxa.”
A coordenadora também cita as roupas com bordados em braille, indicando o tamanho e a cor das vestes nas etiquetas. “Uma vez uma participante fez um vestido todo bordado em braille e com aplicações em alto relevo, assim a pessoa poderia identificar o que está escrito na roupa que vai comprar”, acrescenta.
Vencedora do concurso no ano passado, a estilista Letícia Nascimento criou uma coleção específica para cadeirantes. Mesmo sem ter contato com ninguém que fosse deficiente, ela conta que se interessou pelo assunto no início da faculdade, durante uma aula, “a partir de então, eu comecei a pesquisar”, lembra. “Ouvi deficientes, médicos e psicólogos e dediquei os últimos três anos de faculdade à pesquisa. Quando soube do concurso, eu já sabia o que fazer, foi espontâneo."
Ainda assim, as pessoas com deficiência são obrigadas a apostar no improviso na hora de se vestir. A própria coordenadora do concurso admite que as coleções não chegam ao mercado, porque “falta investimento”. Cadeirante há 30 anos, Diva Salinas lamenta não poder se vestir da forma como gostaria. “Há alguns anos eu tinha uma costureira que preparava os moldes para mim”, conta Diva. “Hoje, tenho que me limitar à usar só malha mesmo. O grande problema é encontrar o molde certo para cada pessoa, porque o corpo vai ficando deformado com o tempo. E mesmo assim, quando mando fazer os ajustes, o valor da peça acaba dobrando”.
As iniciativas de comercialização de roupas adaptadas ainda são muito tímidas no Brasil. É o caso das estilistas Júlia Sato e Inayê Brito, que lançaram a marca Lira Inclusiva, com a proposta de vender sob encomenda roupas para deficientes. No entanto, Júlia comenta que a dificuldade de produzir em larga escala e a falta de acesso das pessoas com deficiência ainda são grandes desafios. "As empresas ainda não têm a preocupação de se adaptar para atender esse público", analisa. "Além disso, há um problema estrutural, porque uma vez que as deficiências são muito específicas, não dá para produzir em larga escala".
Coordenador do Instituto Novo Ser, entidade que luta pelos direitos das pessoas com deficiência, Fabinho Fernandes afirma que prefere ficar no improviso. “Prefiro fazer os ajustes com meu alfaiate, Seu Azevedo, que me cobra mais barato”, afirma Fabinho, que resolveu, por conta própria, adaptar suas roupas. “Deixo as camisas de botão abertas até pouco menos da metade coloco uma argola no fecho da calça, para conseguir suspender o zíper”, acrescenta.
O concurso é aberto a profissionais de moda de todo o país, que estejam cursando o ensino superior ou técnico." (Fonte: Jornal do Brasil)
Informações adicionais: http://www.sedpcd.sp.gov.br/modainclusiva/namidia.php
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Presos de Maringá (PR) ajudam pessoas com deficiência visual
Livros de literatura em alto relevo são produzidos para os cegos.
A cada três dias trabalhados, os presos ganham um dia de remissão da pena.
Presos de Maringá, no Norte do Paraná, começaram a ajudar deficientes visuais. Na própria penitenciária estadual eles produzem materiais em relevo e digitam livros que depois vão ser impressos em braile. O estúdio é adaptado e as ‘vozes’ dos detentos podem ser escutadas em várias cidades do Brasil e até de Portugal.Veja a reportagem exibida no ParanáTV2ª edição, da RPC TV Maringá, clicando no link a seguir: http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/04/presos-de-maringa-pr-ajudam-pessoas-com-deficiencia-visual.html
"Eu nunca imaginei assim que um dia em poderia contribuir com as pessoas - principalmente com a minha voz - porque eu não tinha grau de escolaridade”, afirmou o detento Marcos Gomes.
Os presos também aprendem com o que é produzido. São títulos religiosos, de autoajuda e didáticos. A cada três dias trabalhados, o detento ganha um de remissão na pena.
De acordo com diretor da penitenciária. Marcos Roberto Rodrigues, “o resultado foi tão positivo que a partir de maio estaremos produzindo apostilas para concurso público”. (Fonte: G1)
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
MG: SAI LISTA DE ATLETAS E TÉCNICOS CONVOCADOS PARA PARAOLIMPIADAS ESCOLARES 2011
A Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ), por intermédio da Diretoria de Desenvolvimento do Paradesporto, divulga a lista de convocação dos atletas e técnicos para as Paraolimpíadas Escolares 2011, que acontecerão de 26 a 31 de agosto, em São Paulo. Neste ano, a delegação de Minas Gerais participará em 09 das 10 modalidades esportivas, aumenta as possibilidades de conquista de primeiras colocações. Confira a lista em http://www.esportes.mg.gov.br/
Informações adicionais: Rosana Bastos, Diretoria de Desenvolvimento do Paradesporto, (31) 3915-4636.
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ESPORTE PARAOLÍMPICO: CURSO PARA EDUCADORES
A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo está oferecendo 120 vagas para os interessados no curso Sem Barreiras para o Esporte. A formação, que será realizada entre os dias 28 e 30 de julho, é uma parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e tem a chancela do Comitê Paraolímpico Brasileiro e da Universidade Federal de Uberlândia. Com a iniciativa, os organizadores querem promover o desenvolvimento do esporte Paraolímpico entre os profissionais da Rede Municipal de Ensino.
As inscrições começam hoje e podem ser feitas pelo Portal da Educação www.portalsme.prefeitura.sp.gov.br. O curso está aberto a professores de Educação Física do Ensino Fundamental II e Médio, especialistas em informações técnicas, culturais e desportivas e coordenadores de Núcleo de Esportes e Projetos dos Centros Educacionais Unificados (CEUs).
As escolas municipais atendem hoje cerca de 15,5 mil alunos com deficiência. Em
Sem Barreiras para o Esporte
Período de inscrição: de 7 a 26 de julho ou no término das vagas no
Período de realização: de 28 a 30 de julho
Local: CEU Caminho do Mar - Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5.241 - Jabaquara
Datas e horários:
Dia 28: das 13h às 19h
Dia 29: das 9h às 18h
Dia 30: das 8h30m às 13h30m
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
ENTREVISTA COM O MÚSICO HERMETO PASCOAL
Nesta entrevista concedida por Hermeto Pascoal, com exclusiva atenção ao meu outro blog "Arco-iris Gerais" e que por afinidade de assuntos, compartilho aqui: um contato especial com a sensibilidade de alma, desta entidade da música brasileira. Consciência de ser parte de um todo, olhar atento ao seu tempo, expectativa de vida e realizações, pessoa cujos valores de inclusão consideram a forma mais útil de poder compartilhar saber e voluntariado: cada um em sua especialidade, com respeito humano e divindade. Minha gratidão e reverência, Márcia Francisco
Visite: http://www.hermetopascoal.com.br/
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4º CAMPEONATO BRASILEIRO DE RUGBY EM CADEIRA DE RODAS
(descrição da foto: cartaz do 4º Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas)
O 4º Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas, de 17 a 24 de julho, no Sesc Venda Nova - BH/MG, reunirá sete equipes do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Minas Gerais, representada pela BH Rugby. Na ocasião serão divulgados os pré-convocados para a Seleção Brasileira, que competirá no Panamericano, em Bogotá. Saiba mais: (31) 32791442
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PUC MINAS VIRTUAL OFERECE CURSO DE LIBRAS
A partir do próximo semestre letivo, a PUC Minas Virtual oferece a disciplina língua brasileira de sinais (LIBRAS), na modalidade à distância. Aberta a todos os interessados, a inscrição pode ser feita até 5 de agosto nas secretarias acadêmicas dos polos de apoio presencial (lista: http://www.virtual.pucminas.br/) ou no campus Coração Eucarístico, em BH-MG, prédio 3. Saiba mais: (31) 32385656
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terça-feira, 12 de julho de 2011
DANÇA SOBRE CADEIRA DE RODAS
Confira no vídeo a seguir, imagens de dança sobre cadeira de rodas, do "Wheelchair Dance-International Standard Dance" em Taipei, na Tailândia, 2010:
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DEFICIENTE VISUAL FÃ DO U2 É CONVIDADO AO PALCO E TOCA COM A BANDA DURANTE SHOW!
(Descrição da foto: U2 recebe fã deficiene visual no palco, em show nos EUA)
O U2 convidou um fã com deficiência visual para tocar a última música em um show em Nashville, Estados Unidos, no sábado, dia 09 de julho. A apresentação fez parte da turnê 360°, que passou no Brasil em abril deste ano. Quando a banda estava se despedindo do público, Bono Vox notou que um rapaz cego segurava um cartaz pedindo para subir ao palco e tocar uma música para a esposa. O vocalista então puxou o fã para o palco, lhe entregou uma guitarra e a banda começou a tocar All I Want is You, com forte participação do público. No final, Bono cedeu o instrumento ao fã. É Bono Vox, cuidando da Inclusão! Parabéns!
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DICAS DE RELACIONAMENTO COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
(descrição foto: capa livro "Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência)
Neste ano, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) lançou a 2ª Edição do Livreto “Dicas de Relacionamento com as pessoas com Deficiência”. A nova versão contém informações atualizadas e um formato gráfico diferenciado do livreto anterior. Produzido em versão pocket, com uma linguagem simples e rápida, o livreto é repleto de dicas sobre como podemos nos relacionar com as pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva, visual, surdocegueira e múltipla. A publicação apresenta também informações sobre a evolução das terminologias e alguns mitos e verdades sobre o tema. A proposta não é ditar regras, mas sim, compartilhar as experiências vividas pelos profissionais da secretaria nos últimos anos.
Clique AQUI para fazer o download do Livreto "Dicas de Relacionamento com as pessoas com deficiência" (Fonte: SMPED)
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