É com alegria, emoção e confiança que tomo conhecimento e noticio a criação do Centro Paraolímpico Brasileiro. A instalação pioneira do país, é um legado para o esporte paralímpico e congregará 14 modalidades de esportes paralimpicos.
Certamente, inúmeros paratletas serão beneficiados, abrindo espaço para novos talentos que merecem espaço e condição apropriada para exercitar seus dons e nos representar nos esporte nacional e internacional. Trata-se de um sonho possível, que muito defendi pessoal e publicamente e que hoje São Paulo realiza para nosso país. Muito bom, também ouvir a opinião consciente e envolvimento do medalhista paralímpico Daniel Dias, representante mais que ativo desta causa, em cuja competência acredito e, deposito sinceros votos para o sucesso deste empreendimento.
Minha gratidão aos que também levantam esta bandeira com a devida responsabilidade e seriedade profissional. Que a concretização do Centro, sua utilização e manutenção venham para um pais mais digno para todos. (MF)
Clique no player, a seguir, ouça e saiba mais:
O Centro Paralímpico Brasileiro, que será erguido no Parque Fontes do Ipiranga, na zona sul da capital paulista é parte do Plano Brasil Medalhas, do Ministério do Esporte.
(Fonte Rádio Esporte / Ministério do Esporte do Brasil )
O complexo esportivo, que tem por objetivo consolidar o país entre as maiores potências esportivas do mundo, que tem por objetivo consolidar o país entre as maiores potências esportivas do mundo, reunirá 14 esportes: atletismo, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, natação, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para paralisados cerebrais), goalball, halterofiliso, judô, rúgbi em cadeira de rodas, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa e voleibol sentado. A concentração de modalidades em um só local é inspirada em países como Ucrânia, China e Coreia do Sul. A previsão é entregar a primeira parte das obras em 2014 e o complemento em 2015.
“Aqui, estamos comemorando e mais que homenageando, apoiando a persistência, a força de vontade e o movimento de superação que um grande atleta olímpico ou paralímpico tem que ter para lutar e chegar até o pódio. É para esses atletas que o Brasil implanta o Centro. Porque a palavra é dever e nós devemos esse apoio, porque ele é crucial para que os atletas de alto rendimento conquistem mais vitórias. Além disso, transformem tudo em conhecimento”, disse a Presidente Dilma.
Em uma área projetada em 94 mil metros quadrados, serão construídos quatro ginásios, dois campos de futebol, quadras de tênis e pista de atletismo. Além disso, uma área residencial composta por alojamentos, refeitório e lavanderia, um setor administrativo com escritórios, salas de reunião, auditórios, depósitos e estacionamento fazem parte do projeto. O Centro de Medicina e Ciências do Esporte, a academia, vestiários e outros espaços de apoio completam o espaço.
O evento de apresentação do Centro contou com a presença dos atletas paralímpicos Daniel Dias, nadador que faz parte do Conselho de Esportes Rio 2016™, e Fernando Fernandes, da paracanoagem.
(fonte: Rio2016.com)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
CRIAÇÃO DO CENTRO PARALÍMPICO BRASILEIRO
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
1º CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE SAUDE DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
O objetivo do evento é aprimorar os profissionais de saúde no tratamento de pessoas com deficiência. O Congresso irá apresentar trabalhos sobre educação, inclusão social, acessibilidade e saúde.
(descrição imagem - logomarca congresso)
A Associação Brasileira de Odontologia para Pessoas com Necessidades Especiais teve a iniciativa de promover o evento com a finalidade de debater e procurar soluções, junto às diferentes áreas da saúde, em prol do bem estar das pessoas com deficiência e, com isso, promover avanços sociais para o país. O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRMDF) e outras autarquias do país, voltadas para a área da saúde, estão colaborando com a realização do congresso. O evento ocorrerá entre os dias 16 e 19 de maio de 2013, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília. A programação e as inscrições do congresso estarão disponíveis no site www.saudeinclusiva.com.br, a partir de 1º de agosto.
Um dos principais objetivos do congresso é contribuir com as metas do plano “Viver sem limites”. Trata-se de um plano nacional de direitos da pessoa com deficiência, lançado em 2011, voltado para ações no âmbito da educação, inclusão social, acessibilidade e saúde. Em relação à parte clínica, existe a proposta de criar protocolos e diretrizes terapêuticas voltadas para o Sistema Único de Saúde (SUS), além de aprimorar os profissionais diante do atendimento às pessoas com deficiência. A realização do congresso visa também estimular o interesse de acadêmicos e profissionais na especialização do tratamento de pessoas com deficiência e apresentar trabalhos científicos relevantes para a sociedade brasileira em torno do tema de atendimento à saúde desses cidadãos. A comissão organizadora pretende ainda, entre outros objetivos, promover a integração entre as diversas áreas da saúde, permitindo estreitar o relacionamento e o conhecimento recíproco das atividades desempenhadas.
De acordo com os organizadores do evento, “o 1º Congresso Internacional sobre Saúde da Pessoa com Deficiência tem a finalidade de fomentar debates que busquem soluções e que promovam a capacitação e a qualificação permanente de profissionais”. O evento destina-se às organizações e profissionais, brasileiros e internacionais, da área da saúde. Estão previstas as participações de representantes de órgãos governamentais; hospitais, clínicas e consultórios especializados ou não; profissionais do SUS; organizações não–governamentais; empresas privadas, diretas ou indiretamente, ligadas ao tratamento de deficientes físicos; instituições acadêmicas e de pesquisa; indivíduos com deficiência, seus familiares e responsáveis, além de outros setores da sociedade que lidam com o assunto. Estima-se a participação de 2000 profissionais de saúde cadastrados no Congresso e, aproximadamente, 3000 pessoas por dia, entre representantes de entidades, órgãos governamentais e cidadãos.
O congresso internacional conta também com o apoio de órgãos da administração pública, entre eles a Casa Civil, Secretarias vinculadas à Presidência da República, Ministérios da Educação, Saúde Trabalho e Emprego, entre outros. O Governo do Distrito Federal também contribuirá com o evento. Entidades vinculadas à sociedade – autarquias, fundações e organizações não–governamentais, iniciativa privada e instituições e órgãos de fomento à pesquisa científica – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF).
Para saber mais, acompanhe:
http://www.crmdf.cfm.org.br
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NOVA LEI AMPLIA OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
(descrição imagem - pessoa com deficiência física em cadeira de rodas, criação artística em material biscuit)
Já está em vigor a Lei 20.617, de 2013, que visa garantir informação a pessoas com deficiência em locais públicos e altera termos inadequados.
A sanção publicada no Diário Oficial do Estado, o Minas Gerais, no último sábado (12/1/13) traz alterações na Lei nº 8.193, de 1982, que dispõe sobre o apoio e a assistência às pessoas com deficiência.
Aprovada em dezembro do ano passado, originada do Projeto de Lei 596/11, do Deputado Fred Costa (PEN), a nova lei traz alterações em relação a lei nº 8193, de 1982.
Esta nova lei inclui a garantia à informação e orientação às pessoas com deficiência nos edifícios e logradouros públicos entre os objetivos da Política Estadual de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência.
Outra alteração é a substituição das expressões “pessoa deficiente” por “pessoa com deficiência” e “servidor deficiente” por “servidor com deficiência”. Essas alterações, devem-se ao fato de que o termo deficiente é considerado inadequado por ser depreciativo e estigmatizante. Por esses motivos, a mudança na denominação para pessoa com deficiência e servidor com deficiência busca ressaltar a pessoa e não sua deficiência.
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domingo, 6 de janeiro de 2013
LYA LUFT - UM OLHAR SOBRE A INCLUSÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Por ocasião do projeto Sempre um Papo, realizado em 27/11/12 no Auditório da Cemig, a escritora Lya Luft respondeu a mim, para o nosso "Eficiência Especial" à pergunta "seu olhar sobre a inclusão de portadores de necessidades especiais. Lya Luft esteve em BH para o lançamento do seu livro "O tigre na sombra", que traz a personagem principal, Dôda, portadora de uma deficiência física - uma perna mais curta que a outra. Aproveitei o aspecto metafórico literário da escritora na lida com o universo das emoções, para colher mais uma impressão acerca da necessidade universal da inclusão. Confira o referido trecho do "Sempre um Papo":
Nota Eficiência Especial:
segue coluna semanal da escritora, que integra abordagem do tema, publicada na revista Veja, para sua reflexão.
Nossa postura, você que nos acompanha, já sabe: inclusão, sempre! Que as ações alternativas, familiares e do terceiro setor e os consideráveis (e considerados) avanços nos programas de inclusão, do setor público, possam se tornar ponto de partida para um universo de inclusão real, possível e sem preconceitos. Valorizando o ser e suas diferenças, a dignidade humana em sua plenitude. Educação que inclua deficientes ou não, na liberdade e direito de tê-la igual e saúde integral. e amor: está faltando muito amor, para abordarmos e compreendermos uma visão além dos limites do nosso cordão umbilical. Com amor, o que nos "perturba"?
" O ano das criancinhas mortas
Lya Luft - Veja 31/12/12
o contrário do habitual, não escrevo sobre projetos, sonhos, depressões e culpas que para muitas pessoas caracterizam as festas de fim de ano. Não sou qualificada a falar do tema que elegi, a não ser como observadora das nossas glórias e misérias humanas: mas às vezes não dá para calar. Refiro-me ao que, tendo ocorrido há duas semanas, ainda me faz arrepiar a raiz dos cabelos: mais uma carnificina nos Estados Unidos, mais um demente solto a fuzilar gente inocente. Nesse caso, vinte criancinhas de 6 e 7 anos, e suas professoras (antes, a mãe do assassino). Já ocorreu neste nosso Brasil, embora, que eu saiba, uma vez ou duas, em uma escola no Rio, em um cinema em São Paulo. Já ocorreu numa escola na civilizadíssima Escócia e na mais civilizada ainda Noruega, onde um insano matou dezenas de jovens numa ilha sossegada.
Se nos Estados Unidos são frequentes essas matanças, por aqui morremos todos os dias nas ruas, nas casas, a tragédia é cotidiana: morremos mais aqui do que em qualquer guerra. Não sei se há muito a fazer, cada país tem suas características próprias, mas no caso dessas carnificinas por um desequilibrado deverá ser algo cirúrgico, rigoroso, ainda que sendo humano. Escapando de jogos políticos e outros interesses, o que é quase impossível, sobrepondo-se ao lastimável politicamente correto, o que exige coragem. Primeiro, precisamos de rigor no controle de armas. No Brasil e em outros países onde o narcotráfico é forte, a miséria grande e os vícios quase incontroláveis, compram-se armas de fogo por alguns trocados em qualquer beira de favela ou embaixo dos viadutos. Mesmo nos Estados Unidos, que mal saem do choque pela morte das crianças — um policial que chegou primeiro ao local, tendo servido em duas guerras, disse nunca ter visto carnificina igual à executada naqueles corpinhos — há quem batalhe duramente em favor do uso de armas. Teria a ver com liberdade, “qualquer cidadão tem de poder possuir armas para se defender“. Obama, na ocasião, indagou se a liberdade valeria tantas mortes. A arma usada pelo criminoso era de guerra, mas, segundo comerciantes, é uma das mais vendidas no país. Talvez seja uma pergunta ingênua, mas não seria melhor controlar isso de que precisamos nos defender em lugar de favorecer que qualquer um adquira armas pesadas?
Segundo, precisamos, sim, rever em toda parte nossos conceitos, leis e preconceitos quanto a doenças mentais. O politicamente correto agora é a inclusão geral, significando também que crianças com deficiência devem ser forçadas (na minha opinião) a frequentar escolas dos ditos “normais“ (também não gosto da palavra), muitas vezes não só perturbando a turma, mas afligindo a criança, que tem de se adaptar e agir para além de seus limites — dentro dos quais poderia se sentir bem, confortável, feliz.
Pessoas com qualquer tipo de transtorno mental devem ser cuidadas conforme a gravidade de sua perturbação, que pode ser leve ou chegar a estados perigosos para si mesmas ou para os demais — o que na maioria das vezes irrompe ou se agrava no fim da adolescência. Mas em geral, pela tremenda dor de termos um filho ou filha com tais problemas, fingimos que nada ali é “anormal“ (detesto essa palavra também).
É feio levar ao médico a criança com transtornos psiquiátricos, porque é feio desconfiar que um filho ou filha tem esse tipo de “problema“: é mais feio ainda aceitar tratamento (“remédios fazem mal“, “vacina me deixa doente”, “anticoncepcionais me atacam os nervos“). Pior que tudo, pensar em colocar mesmo nas melhores clínicas quem já não tem condições de viver e conviver com os outros na escola, na rua e até em casa. Parece ter sido o caso do jovem Herodes americano, que a mãe protegeu até onde foi possível, mas que, depois de a liquidar com vários tiros de arma pesada na cabeça, chacinou vinte inocentes criancinhas e seis professoras. Ao fim e ao cabo, chegando a polícia para interromper sua faina mortal, o rapaz se suicidou. Por alguns momentos, breves, o mundo respirou em relativa paz."
Nota Eficiência Especial:
segue coluna semanal da escritora, que integra abordagem do tema, publicada na revista Veja, para sua reflexão.
Nossa postura, você que nos acompanha, já sabe: inclusão, sempre! Que as ações alternativas, familiares e do terceiro setor e os consideráveis (e considerados) avanços nos programas de inclusão, do setor público, possam se tornar ponto de partida para um universo de inclusão real, possível e sem preconceitos. Valorizando o ser e suas diferenças, a dignidade humana em sua plenitude. Educação que inclua deficientes ou não, na liberdade e direito de tê-la igual e saúde integral. e amor: está faltando muito amor, para abordarmos e compreendermos uma visão além dos limites do nosso cordão umbilical. Com amor, o que nos "perturba"?
" O ano das criancinhas mortas
Lya Luft - Veja 31/12/12
o contrário do habitual, não escrevo sobre projetos, sonhos, depressões e culpas que para muitas pessoas caracterizam as festas de fim de ano. Não sou qualificada a falar do tema que elegi, a não ser como observadora das nossas glórias e misérias humanas: mas às vezes não dá para calar. Refiro-me ao que, tendo ocorrido há duas semanas, ainda me faz arrepiar a raiz dos cabelos: mais uma carnificina nos Estados Unidos, mais um demente solto a fuzilar gente inocente. Nesse caso, vinte criancinhas de 6 e 7 anos, e suas professoras (antes, a mãe do assassino). Já ocorreu neste nosso Brasil, embora, que eu saiba, uma vez ou duas, em uma escola no Rio, em um cinema em São Paulo. Já ocorreu numa escola na civilizadíssima Escócia e na mais civilizada ainda Noruega, onde um insano matou dezenas de jovens numa ilha sossegada.
Se nos Estados Unidos são frequentes essas matanças, por aqui morremos todos os dias nas ruas, nas casas, a tragédia é cotidiana: morremos mais aqui do que em qualquer guerra. Não sei se há muito a fazer, cada país tem suas características próprias, mas no caso dessas carnificinas por um desequilibrado deverá ser algo cirúrgico, rigoroso, ainda que sendo humano. Escapando de jogos políticos e outros interesses, o que é quase impossível, sobrepondo-se ao lastimável politicamente correto, o que exige coragem. Primeiro, precisamos de rigor no controle de armas. No Brasil e em outros países onde o narcotráfico é forte, a miséria grande e os vícios quase incontroláveis, compram-se armas de fogo por alguns trocados em qualquer beira de favela ou embaixo dos viadutos. Mesmo nos Estados Unidos, que mal saem do choque pela morte das crianças — um policial que chegou primeiro ao local, tendo servido em duas guerras, disse nunca ter visto carnificina igual à executada naqueles corpinhos — há quem batalhe duramente em favor do uso de armas. Teria a ver com liberdade, “qualquer cidadão tem de poder possuir armas para se defender“. Obama, na ocasião, indagou se a liberdade valeria tantas mortes. A arma usada pelo criminoso era de guerra, mas, segundo comerciantes, é uma das mais vendidas no país. Talvez seja uma pergunta ingênua, mas não seria melhor controlar isso de que precisamos nos defender em lugar de favorecer que qualquer um adquira armas pesadas?
Segundo, precisamos, sim, rever em toda parte nossos conceitos, leis e preconceitos quanto a doenças mentais. O politicamente correto agora é a inclusão geral, significando também que crianças com deficiência devem ser forçadas (na minha opinião) a frequentar escolas dos ditos “normais“ (também não gosto da palavra), muitas vezes não só perturbando a turma, mas afligindo a criança, que tem de se adaptar e agir para além de seus limites — dentro dos quais poderia se sentir bem, confortável, feliz.
Pessoas com qualquer tipo de transtorno mental devem ser cuidadas conforme a gravidade de sua perturbação, que pode ser leve ou chegar a estados perigosos para si mesmas ou para os demais — o que na maioria das vezes irrompe ou se agrava no fim da adolescência. Mas em geral, pela tremenda dor de termos um filho ou filha com tais problemas, fingimos que nada ali é “anormal“ (detesto essa palavra também).
É feio levar ao médico a criança com transtornos psiquiátricos, porque é feio desconfiar que um filho ou filha tem esse tipo de “problema“: é mais feio ainda aceitar tratamento (“remédios fazem mal“, “vacina me deixa doente”, “anticoncepcionais me atacam os nervos“). Pior que tudo, pensar em colocar mesmo nas melhores clínicas quem já não tem condições de viver e conviver com os outros na escola, na rua e até em casa. Parece ter sido o caso do jovem Herodes americano, que a mãe protegeu até onde foi possível, mas que, depois de a liquidar com vários tiros de arma pesada na cabeça, chacinou vinte inocentes criancinhas e seis professoras. Ao fim e ao cabo, chegando a polícia para interromper sua faina mortal, o rapaz se suicidou. Por alguns momentos, breves, o mundo respirou em relativa paz."
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
VÍDEO: Brasil comemora ano histórico no Prêmio Paralímpicos 2012
Melhores atletas paralímpicos do país falam sobre o novo ciclo até 2016, ano dos Jogos em casa
Descrição imagem: Terezinha Guilhermina comemora com seu guia mais uma medalha em Londres 2012 (Foto: Divulgação)
Após alcançarem a sétima colocação nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, atletas e dirigentes brasileiros comemoram o resultado histórico no Prêmio Paralímpicos 2012, realizado na Marina da Glória, Rio de Janeiro. Nas palavras dos protagonistas, o brilho nos Jogos da capital britânica será ainda maior em 2016, quando a disputa é dentro de casa, com o carinho da calorosa torcida brasileira. Assista ao vídeo!
(fonte: Rio2016)
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
PRÊMIO PARALIMPICOS 2012
O Rio de Janeiro – sede dos próximos Jogos Olímpicos e Paralímpicos – foi escolhido para ser palco do segundo Prêmio Paralímpicos, que premiará os melhores atletas de 2012.
Gabriel "o Pensador" e Daniele Suzuki serão os grandes mestres da cerimônia que premiará os melhores atletas paralímpicos de 2012.
Organizado pelo CPB, o Prêmio está em sua 2ª edição e reúne nesta quarta, 19, às 19h30, a nata do paradesporto nacional na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.
Saiba mais: www.cpb.org.br
(FONTE: CPB)
Gabriel "o Pensador" e Daniele Suzuki serão os grandes mestres da cerimônia que premiará os melhores atletas paralímpicos de 2012.
Organizado pelo CPB, o Prêmio está em sua 2ª edição e reúne nesta quarta, 19, às 19h30, a nata do paradesporto nacional na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.
Saiba mais: www.cpb.org.br
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Cegos vão ganhar mobilidade
Prefeitura ainda avalia como vai arcar com o custo de R$ 5 milhões
FOTO: DANIEL PROTZNER
O Conselho Municipal de Pessoas Portadoras de Deficiência de Belo Horizonte aprovou ontem a implantação do sistema DPS 2000, que auxilia deficientes visuais a usarem o ônibus do transporte coletivo com independência. Os aparelhos, que emitem um sinal sonoro quando o ônibus requisitado pelo deficiente se aproxima do ponto, terão custo estimado de R$ 5 milhões. A prefeitura ainda estuda alternativas para financiar a iniciativa.
Na prática, o cego usa um transmissor portátil para emitir sinais de rádio a um receptor acoplado no ônibus. Dessa forma, a 100 m do ponto, o motorista identifica que um deficiente visual espera o coletivo.
A ideia inicial é implantar o DPS 2000 em todos os 3.024 ônibus que circulam na capital. "Se houver custos para o usuário, deverá ser um preço mínimo, como R$ 10 pelo aluguel mensal de um transmissor", disse Marcos Fontoura, analista de transportes da Empresa de Trânsito e Transportes de Belo Horizonte (BHTrans).
Segundo ele, mesmo com algumas falhas, o aparelho atende às necessidades dos deficientes visuais. "Ainda é preciso fazer alguns ajustes, mas o transmissor muda a vida dos cegos, que se tornam independentes", disse.
Entre essas falhas, estão o fato de o aparelho permitir a solicitação de apenas uma linha de ônibus por vez e a possibilidade de um ônibus que trafega no sentido oposto ao demandado pelo usuário ser acionado erroneamente, caso o ponto esteja a menos de 100 m do veículo.
Aprovação. Testado na capital durante 15 dias, em agosto deste ano, com a distribuição de 20 aparelhos a deficientes e o treinamento de motoristas, o projeto é visto como uma vitória para os deficientes, às vésperas do Dia Nacional do Cego, comemorado nesta quinta-feira.
Para o professor Antônio José de Paula, 63, que participou dos testes do projeto, os aparelhos ajudam os deficientes visuais em momentos inesperados. "O volume do som do ônibus avisando que ele está parado é claro e audível, mesmo com a movimentação da rua. É muito bom poder ser independente nessa hora", disse.
Na prática, o cego usa um transmissor portátil para emitir sinais de rádio a um receptor acoplado no ônibus. Dessa forma, a 100 m do ponto, o motorista identifica que um deficiente visual espera o coletivo.
A ideia inicial é implantar o DPS 2000 em todos os 3.024 ônibus que circulam na capital. "Se houver custos para o usuário, deverá ser um preço mínimo, como R$ 10 pelo aluguel mensal de um transmissor", disse Marcos Fontoura, analista de transportes da Empresa de Trânsito e Transportes de Belo Horizonte (BHTrans).
Segundo ele, mesmo com algumas falhas, o aparelho atende às necessidades dos deficientes visuais. "Ainda é preciso fazer alguns ajustes, mas o transmissor muda a vida dos cegos, que se tornam independentes", disse.
Entre essas falhas, estão o fato de o aparelho permitir a solicitação de apenas uma linha de ônibus por vez e a possibilidade de um ônibus que trafega no sentido oposto ao demandado pelo usuário ser acionado erroneamente, caso o ponto esteja a menos de 100 m do veículo.
Aprovação. Testado na capital durante 15 dias, em agosto deste ano, com a distribuição de 20 aparelhos a deficientes e o treinamento de motoristas, o projeto é visto como uma vitória para os deficientes, às vésperas do Dia Nacional do Cego, comemorado nesta quinta-feira.
Para o professor Antônio José de Paula, 63, que participou dos testes do projeto, os aparelhos ajudam os deficientes visuais em momentos inesperados. "O volume do som do ônibus avisando que ele está parado é claro e audível, mesmo com a movimentação da rua. É muito bom poder ser independente nessa hora", disse.
Detalhes vão ser definidos por comissão
A Prefeitura de Belo Horizonte deve criar uma comissão para avaliar as formas de custeio e implementação do DPS 2000 na cidade. Depois disso, o próprio órgão vai estabelecer um prazo para que a comissão defina os detalhes de implementação.
A ideia é que as frotas de Betim e Contagem, na região metropolitana, também possam aderir ao sistema, de forma integrada. De acordo com o analista de transportes da Empresa de Trânsito e Transportes de Belo Horizonte (BHTrans), Marcos Fontoura, o ideal é que um sistema integre essas cidades, mas isso "ainda depende da implementação na capital mineira primeiro".
Falhas. Conforme o engenheiro Adriano Rabelo Assis, da Empresa Geraes, responsável pela elaboração do DPS 2000, caso as falhas que foram apontadas para o sistema sejam corrigidas - o que é possível de ser feito, segundo ele -, o custo do serviço deve aumentar.
"Se houver modificações, o preço (do sistema) não será o mesmo", informou Assis. (Lucas Simões)
A ideia é que as frotas de Betim e Contagem, na região metropolitana, também possam aderir ao sistema, de forma integrada. De acordo com o analista de transportes da Empresa de Trânsito e Transportes de Belo Horizonte (BHTrans), Marcos Fontoura, o ideal é que um sistema integre essas cidades, mas isso "ainda depende da implementação na capital mineira primeiro".
Falhas. Conforme o engenheiro Adriano Rabelo Assis, da Empresa Geraes, responsável pela elaboração do DPS 2000, caso as falhas que foram apontadas para o sistema sejam corrigidas - o que é possível de ser feito, segundo ele -, o custo do serviço deve aumentar.
"Se houver modificações, o preço (do sistema) não será o mesmo", informou Assis. (Lucas Simões)
(fonte: Jornal O Tempo)
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
CHUVA DE RECORDES NO CIRCUITO PARALIMPICO, EM FORTALEZA
Mais de 20 marcas nacionais do atletismo são batidas na última etapa do Circuito Brasil Paralímpico Loterias Caixa. Domingo também contou com grande desempenho do cearense Carlos Maciel e inédita competição de Powerlifting
Será possível uma linda manhã de sol, mais de 30 graus e chuva? Fortaleza provou que sim. Mas se o sol veio de forma natural, a chuva veio através do esforço e qualidade dos atletas que participaram do último dia da terceira etapa do Circuito Brasil Paralímpico Loterias Caixa 2012.
O domingo na Universidade de Fortaleza foi de recordes no campo (arremesso de peso, lançamento de dardo e lançamento de disco) e na pista, fossem nas provas de salto ou de corrida. O grande desempenho dos atletas de todos os cantos do país na manhã dominical somou-se ao do sábado para resultar em mais de 20 recordes nacionais.
“Para uma competição em dezembro, no fim do ano, o número de recordes foi excelente”, afirmou Ciro Winckler, coordenador de atletismo do Comitê Paralímpico Brasileiro.
“Em casa”, Carlos Maciel faz a festa
A manhã na piscina do Náutico Atlético Cearense contou com a participação de mais de 70 clubes e cerca de 200 atletas na disputa por medalhas. No total, foram quebradas mais de 25 recordes brasileiros. E o grande destaque foi o atleta local Carlos Alberto Maciel, representante do estado nas Paralimpíadas de Londres. Carlos Maciel, da classe S8, conquistou três medalhas, sendo duas delas de ouro e mais uma de prata.
O coordenador técnico da seleção brasileira, Murilo Barreto, falou sobre 2012 e fez projeções animadoras para o próximo ano.
“Vimos que o nível técnico aumentou muito. A gente trabalha para o surgimento de novos nomes e que eles entrem nesse seleto time de competidores. Os projetos que estão por vir prometem muito, principalmente para os atletas jovens”, comentou.
Unifor recebe inédita competição de Powerlifting
Uma das atrações que mais atenção despertou no domingo foi o Powerlifting, modalidade de levantamento de pesos para cegos que, pela primeira vez, pôde utilizar a estrutura fornecida pelo CPB.
“O CPB trabalha em parceria com outras confederações e associações tendo em vista a grandeza do Circuito Brasil Paralímpico. Nós disponibilizamos toda a estrutura e assistência para os atletas deficientes visuais participarem desta competição e, assim, se incluírem no sistema nacional que oferece oportunidades, como o bolsa atleta, para aqueles que obtêm bons resultados em competições significantes”, afirmou Felipe Dias, coordenador do Halterofilismo paralímpico.
Todos os resultados podem ser consultados neste link: http://neocompeticao.com.br/circaixanacional3
(fonte: CPB)
O domingo na Universidade de Fortaleza foi de recordes no campo (arremesso de peso, lançamento de dardo e lançamento de disco) e na pista, fossem nas provas de salto ou de corrida. O grande desempenho dos atletas de todos os cantos do país na manhã dominical somou-se ao do sábado para resultar em mais de 20 recordes nacionais.
“Para uma competição em dezembro, no fim do ano, o número de recordes foi excelente”, afirmou Ciro Winckler, coordenador de atletismo do Comitê Paralímpico Brasileiro.
“Em casa”, Carlos Maciel faz a festa
A manhã na piscina do Náutico Atlético Cearense contou com a participação de mais de 70 clubes e cerca de 200 atletas na disputa por medalhas. No total, foram quebradas mais de 25 recordes brasileiros. E o grande destaque foi o atleta local Carlos Alberto Maciel, representante do estado nas Paralimpíadas de Londres. Carlos Maciel, da classe S8, conquistou três medalhas, sendo duas delas de ouro e mais uma de prata.
O coordenador técnico da seleção brasileira, Murilo Barreto, falou sobre 2012 e fez projeções animadoras para o próximo ano.
“Vimos que o nível técnico aumentou muito. A gente trabalha para o surgimento de novos nomes e que eles entrem nesse seleto time de competidores. Os projetos que estão por vir prometem muito, principalmente para os atletas jovens”, comentou.
Unifor recebe inédita competição de Powerlifting
Uma das atrações que mais atenção despertou no domingo foi o Powerlifting, modalidade de levantamento de pesos para cegos que, pela primeira vez, pôde utilizar a estrutura fornecida pelo CPB.
“O CPB trabalha em parceria com outras confederações e associações tendo em vista a grandeza do Circuito Brasil Paralímpico. Nós disponibilizamos toda a estrutura e assistência para os atletas deficientes visuais participarem desta competição e, assim, se incluírem no sistema nacional que oferece oportunidades, como o bolsa atleta, para aqueles que obtêm bons resultados em competições significantes”, afirmou Felipe Dias, coordenador do Halterofilismo paralímpico.
Todos os resultados podem ser consultados neste link: http://neocompeticao.com.br/circaixanacional3
(fonte: CPB)
nota Eficiência Especial: Superação é a palavra para o atleta paralímpico mineiro Felipe Marinho, que mais uma vez fez Minas brilhar no Circuito Brasil Paralímpico da Caixa, neste final de semana, e Fortaleza-CE. Felipe, que viajou acompanhado pelo técnico Gustavo Portugal (em sua Equipe Associação dos Amigos do Instituto São Rafael - AAISR, traz na bagagem 1 medalha de Ouro, nos 100m borboleta e duas de bronze: 200m medley e 100m costas. Neste 3 de dezembro, dia Internacional da Pessoa com Deficiência: INCLUSÃO, SEMPRE!
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
ANA LÚCIA GAZZOLA FALA SOBRE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO MINEIRA, AO NOSSO EFICIÊNCIA ESPECIAL
Por ocasião da solenidade oficial do Governo de Minas, para a entrega de veiculos escolares, doados à quase 400 prefeituras mineiras através de emendas de parlamentares junto ao governo federal, ocorrida nesta sexta, 23 de novembro, na Cidade Administrativa, a Secretária de Estado da Educação, Ana Lúcia Gazzola que, junto ao Governador Antônio Anastasia presidiu a reunião, falou diretamente ao nosso "Eficiência Especial" sobre o assunto, planos e ações de governo, visando a necessária inclusão de portadores de necessidades especiais.
Vamos em frente, otimistas, com esta fala e, como sempre, na torcida para que venham as concretizações, o quanto antes. O olhar inclusivo, responsabilidade de todos é ainda mais necessário, ao poder público, para ações práticas e como importante porta-voz para elevar os conceitos de capacidade muito além de preconceitos e desconhecimento da causa.
entrevista concedida à jornalista Márcia Francisco, (23/11/12 - Cidade Administrativa - BH - MG)
CONFIRA O VÍDEO:
Vamos em frente, otimistas, com esta fala e, como sempre, na torcida para que venham as concretizações, o quanto antes. O olhar inclusivo, responsabilidade de todos é ainda mais necessário, ao poder público, para ações práticas e como importante porta-voz para elevar os conceitos de capacidade muito além de preconceitos e desconhecimento da causa.
entrevista concedida à jornalista Márcia Francisco, (23/11/12 - Cidade Administrativa - BH - MG)
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
3ª Virada Inclusiva 2012 - Participação Plena
(descrição imagem: cartaz virada inclusiva, com o texto - 3º virada inclusiva 2012, celebrando o dia internacional da pessoa com deficiencia, 01, 02 e 03 de dezembro)
Nos dias 1, 2 e 3 de dezembro de 2012 (sábado, domingo e segunda-feira) será realizada a 3ª edição da "Virada Inclusiva - Participação Plena", em comemoração ao "Dia Internacional da Pessoa com Deficiência".
Inspirado na Virada Cultural e na Virada Esportiva, o evento vai oferecer mais de 800 atividades de cultura, esporte e lazer em mais de 80 cidades do Estado de São Paulo, reunindo sempre pessoas com e sem deficiência.
Os locais e as atrações terão acessibilidade fĩsica e de comunicação, para que TODOS possam participar ou acompanhar as atividades em igualdade de condições.
A Virada Inclusiva é organizada em conjunto por órgãos públicos e instituições da sociedade civil, sob a coordenação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e contando com a participação voluntária de pessoas e grupos do mundo artístico e esportivo.
Os municípios e instituições que queiram aderir devem enviar email para viradainclusiva@sp.gov.br
Nova Cor Para a Virada
Um dos destaques da programação deste ano é a forte ligação com o mundo das artes plásticas. O cartunista Ziraldo foi homenageado com a escolha da cor Flicts – título de um de seus livros mais conhecidos – como a cor oficial desta e das futuras edições do evento.
A escolha se justifica pela forte sintonia entre a obra e o espírito do evento. No livro, Flicts era uma cor discriminada porque "não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul " até o dia em que percebeu que era, na verdade, a cor da Lua. Nos três dias do evento, essa cor iluminará viadutos, monumentos e edifícios como o da Assembléia Legislativa, na capital.
Durante o evento, a pintora mexicana Frida Kahlo, que na infância teve poliomielite, também será lembrada, com a exibição de painéis com fotos e imagens inéditas de obras.
CONFIRA TODA A PROGRAMAÇÃO EM:
http://viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br
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domingo, 18 de novembro de 2012
SOMOS TODOS DIFERENTES
SUGESTÃO:
Disponível, em versão integral, no you yube, o filme SOMOS TODOS DIFERENTES (legendado) :
O filme conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção.
Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele, visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida... e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens.
Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver.
CONFIRA O FILME, AQUI:
Disponível, em versão integral, no you yube, o filme SOMOS TODOS DIFERENTES (legendado) :
O filme conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção.
Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele, visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida... e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens.
Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver.
CONFIRA O FILME, AQUI:
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
ADÉLIA PRADO - UM OLHAR SOBRE A INCLUSÃO DE DEFICIENTES
(Descrição imagem: a escritora e poeta Adélia Prado - Foto: Marcia Francisco)
Inclusão, sempre!
CONFIRA O VÍDEO, A SEGUIR.
(gravação sem edições, por Márcia Francisco, em Belo Horizonte/MG, 06 de novembro de 2012)
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Programa de capacitação e qualificação para o trabalho de pessoas com deficiência e reabilitadas pelo INSS
Estão abertas as inscrições para o programa de capacitação e qualificação para o trabalho de pessoas com deficiência e reabilitadas pelo INSS. Os cursos oferecidos gratuitamente pelo Núcleo de Direitos Humanos e Inclusão da Pró-Reitoria de Extensão da PUC Minas, em parceria com o Instituto Ester Assumpção. As aulas são ministradas nas unidades Coração Eucarístico , Barreiro, Contagem, Betim, São Gabriel e Praça da Liberdade. As inscrições podem ser feitas até 14 de dezembro. O objetivo é capacitar pessoas com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual, e múltipla)reabilitadas pelo INSS, prioritariamente de baixa renda, para a inclusão no mercado de trabalho. Podem se candidatar aos cursos pessoas portadoras de deficiências que tenham mais de 16 anos. Informações adicionais: (31) 33194082
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Caravana da Inclusão chega a Orlândia
Próximo encontro será em Paraguaçu Paulista
Próximo encontro da Caravana será no dia 10 de novembro
(Descrição imagem: Moradores de Orlândia e região participaram da Caravana da Inclusão, no dia 20/10)
Durante a manhã do último 20 de outubro, aconteceu no município de Orlândia o sétimo encontro da Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania.
A região Mogiana recebeu autoridades, representantes de entidades voltadas a pessoa com deficiência e a sociedade civil para o evento que discutiu projetos de leis e iniciativas que favorecem a inclusão das pessoas com deficiência.
Estiveram presentes os representantes da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Assessor Parlamentar, Carlos Cruz e a Analista de Gestão, Flávia Vital, além do Presidente da União dos Vereadores do Estado de São Paulo – UVESP, Sebastião Miziara e da Secretária de Educação do município, Vera Lúcia Bruno.
Os encontros abordam temas como empregabilidade, educação inclusiva e reabilitação. Nesta data, ao final do evento houve uma apresentação dos judocas do Projeto Vitória, associação do município de Orlândia que auxilia pessoas com deficiência visando os potenciais afetivo, social e intelectual.
Participaram representantes dos municípios paulistas de Orlândia, Araraquara, Ribeirão Preto, Novo Horizonte, Nuporanga, Morro Agudo, Bebedouro, Jaborandi, Pirassununga, Sales Oliveira, Guarulhos, Guaira, Barretos, Sertãozinho, Batatais, São Joaquim da Barra, Ituverava e Promissão.
Duas novidades estão sendo apresentadas nesta Caravana: versão itinerante do Memorial da Inclusão, que apresenta documentos sobre a trajetória de lutas e conquistas de pessoas com deficiência e o desfile de Moda Inclusiva.
A próxima cidade a receber a Caravana será Paraguaçú Paulista, em 10 de novembro. Todos estão convidados!
Sobre a Caravana
A Caravana da Acessibilidade, Inclusão e Cidadania consiste em uma série de encontros regionais, com o objetivo de conscientizar os participantes sobre os direitos das pessoas com deficiência, que incluem: educação inclusiva, trabalho, transporte, cidadania, reabilitação, entre outros.
Além do fomento a políticas públicas que assegurem a cidadania e os direitos das pessoas com deficiência, a Caravana também apresenta ao público as ações e programas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência voltados ao público com deficiência.
A Caravana é aberta ao público, as inscrições são gratuitas e podem ser realizadas na abertura de cada evento.
Calendário da Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania de 2012
Novo Horizonte – 21 de julho
Botucatu – 4 de agosto
Garça – 18 de agosto
Bananal - 01 de Setembro
Bertioga – 15 de setembro
Itapeva – 29 de setembro
Orlândia – 20 de outubro
Paraguaçu Paulista – 10 de novembro
Caconde – 24 de novembro
Cotia – 8 de dezembro
Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania
Data: 10 de novembro
Horário: 9h às 13h
Endereço: Rua Guerino Matheus, 205 - Jardim Paulista - Paraguaçu Paulista
Data: 10 de novembro
Horário: 9h às 13h
Endereço: Rua Guerino Matheus, 205 - Jardim Paulista - Paraguaçu Paulista
(fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo)
Fórum Internacional de Moda e Sustentabilidade e Desfile do 4º Concurso de Moda Inclusiva acontecem em novembro
Os eventos acontecem em 13 de novembro no Museu Brasileiro de Escultura
(descrição imagem: moldelo em Desfile de Moda Inclusiva).
No próximo dia 13 de novembro, terça-feira, acontecerá no Museu Brasileiro de Escultura, o 1º Fórum Internacional de Moda Inclusiva e Sustentabilidade, realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo. Na mesma data será apresentado o desfile dos finalistas do 4º Concurso de Moda Inclusiva.
O 1º Fórum discutirá os temas moda e sustentabilidade do ponto de vista inclusivo e conta com a presença de palestrantes renomados como o sociólogo e jornalista Francesco Morace e a terapeuta ocupacional Thais Tavares Terranova.
Durante o desfile, será possível conhecer os 20 looks selecionados de todo o Brasil, criados por estudantes e profissionais de moda para pessoas com deficiência no desfile do 4º Concurso de Moda Inclusiva.
As inscrições para o 1º Fórum de Moda Inclusiva e Sustentabilidade estão abertas até 9 de novembro e podem ser feitas pelo site: http://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br /forum
Para confirmar presença no desfile do 4º Concurso de Moda Inclusiva, mande email para: minclusiva@sp.gov.br
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1º Fórum Internacional de Moda e Sustentabilidade e Desfile do 4º Concurso de Moda Inclusiva
Data: 13 de novembro
Horário: Fórum – das 14h às 18h / Desfile – 19h
Local: MuBE – Museu Brasileira de Escultura
Endereço: Av. Europa, 218 – São Paulo
Data: 13 de novembro
Horário: Fórum – das 14h às 18h / Desfile – 19h
Local: MuBE – Museu Brasileira de Escultura
Endereço: Av. Europa, 218 – São Paulo
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Fórum Internacional de Moda e Sustentabilidade e Desfile do 4º Concurso de Moda Inclusiva acontecem em novembro,
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Entrevista com o Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro
Dirigente comenta sobre o excelente rendimento do Brasil em Londres 2012 e sobre as expectativas para a primeira edição dos Jogos na América do Sul
Descrição imagem>Andrew Parsons abraça Alan Fonteles enrolado na bandeira do Brasil (Foto: CPB)
O ouro de Fonteles ajudou o Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e membro do Comitê Executivo do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons, de 34 anos, a cumprir a promessa feita ao público brasileiro antes de Londres 2012: o sétimo lugar no quadro de medalhas, duas acima da classificação de Pequim 2008. Para Rio 2016™, a meta é a quinta posição, o que, na edição londrina, significaria 12 medalhas de ouro a mais.
Nesta entrevista, o dirigente, que ocupa o cargo mais alto do Movimento Paralímpico no Brasil desde 2009, comenta sobre o desafio dos próximos quatro anos, uma continuação do planejamento até agora bem-sucedido que iniciou com a vitória do Rio de Janeiro para sediar os Jogos. Fala ainda dos esforços para a mudança de foco na imagem do atleta paraolímpico. Confira:
Como foi seu início no Movimento Paralímpico?
O esporte fez parte da minha vida desde muito novo. Pratiquei muitos esportes, mas não me profissionalizei. Sempre quis trabalhar com algo relacionado e procurava me informar sobre as entidades esportivas. Morava em Niterói, vizinha ao Rio, e estava terminando o curso de Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense, onde ficava o CPB. O esporte paralímpico tinha todos os ingredientes que eu queria. Além da emoção e adrenalina, continha um elemento social.
Costumo dizer que não existe crise de identidade no Movimento Paralímpico, mas uma sinergia. Só conseguimos o respeito das pessoas com e sem deficiência enfatizando o alto rendimento e a competitividade. O reconhecimento do potencial do desporto paralímpico propicia uma reabilitação emocional para as pessoas com deficiência. Em certo ponto da gestão esportiva, não levamos em consideração o fato de serem pessoas com deficiência, mas atletas. A ideia é mostrar que a deficiência é uma entre as dezenas de características que essas pessoas têm.
O senhor é jornalista de formação e tem 15 anos de CPB. Como analisa a evolução do esporte paralímpico do Brasil neste período?
O Movimento Paralimpico se tornou mais maduro. Tomou consciência do seu tamanho e potencial. Temos um modelo bom de parceria, trabalhamos em coordenação com as confederações paralímpicas. O Movimento Paralímpico se profissionalizou em relação a verba e posicionamento. A aproximação com os meios de comunicação se deu a partir de Atenas 2004, quando o CPB adquiriu os direitos de transmissão dos Jogos e sublicenciou para 13 emissoras de televisão. Com isso conseguimos bater recordes de transmissão e cobertura jornalística dos Jogos Paralímpicos no Brasil. Foi aí que o Brasil passou a entender que os Jogos Paralímpicos não eram para pessoas com deficiência, mas sim para atletas de alto rendimento.
Atenas foi um divisor de águas?
Atenas nos ajudou no recrutamento de novos atletas. Daniel Dias e André Brasil, que hoje são estrelas, tomaram conhecimento do potencial do esporte paralímpico naquela edição dos Jogos. Se espelharam no Clodoaldo Silva (nadador detentor de 13 medalhas em Jogos Paralímpicos) e foram responsáveis por metade das medalhas de ouro que ganhamos em Pequim 2008 (ganharam oito medalhas de ouro, quatro cada). Em Pequim, repetimos a estratégia e em Londres não precisamos mais investir em compra de direitos de transmissão, pois uma emissora de tv se interessou e comprou. Mostramos que a transmissão dos Jogos Paralímpicos é comercialmente viável.
Quais os benefícios dos Jogos Paralímpicos em casa?
Acho que é o ápice da curva que o Movimento Paralimpico vem fazendo nos últimos anos. Espero que as pessoas assistam aos Jogos e torçam pelo esporte paralímpico. Espero que fique evidente o potencial do esporte paralimpico como diversão para o público de modo geral. O maior legado vai ser para as pessoas com deficiência. Afinal de contas, se eu posso vibrar por uma pessoa com deficiência que pode levar o meu país ao pódio numa competição esportiva, esta pessoa pode ser meu amigo de trabalho, meu chefe. O esporte é um grande meio para mostrar que as pessoas com deficiência podem desempenhar diversos papéis na sociedade.
Como analisa os resultados obtidos pelo Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012?
O Brasil deu um passo firme e relevante para se incluir entre as potências paralímpicas mundiais. Tivemos momentos de afirmação do Brasil nos Jogos de Londres. A vitória do Alan Fonteles é um desses momentos. Ao mesmo tempo, conseguimos nos tornar uma referência positiva em gestão esportiva. Desenvolvemos projetos e programas para chegar ao sétimo lugar e conseguimos. Estamos falando de pular duas posições quando você já está entre os dez primeiros. Cada posição avançada é uma potência esportiva que você deixa para trás.
Quais os próximos passos?
Em 2009, depois que ganhamos o direito de sediar os Jogos Paralímpicos, fizemos um planejamento até 2016. Cada modalidade tem seu próprio caminho. Cada uma tem seu ritmo de intercâmbio de atletas, treinadores, investimento maior na base e apoio a atletas de ponta. Para 2016, teremos dois esportes novos no programa, que são a paracanoagem e o paratriatlo. O Brasil tem ótimos resultados nos campeonatos mundiais dessas modalidades, portanto acho que o ingresso desses esportes no programa irá nos ajudar a alcançar nossa meta.
E as maiores barreiras?
Continuamos trabalhando o quinto lugar como referência, mas temos que analisar melhor os Jogos de Londres. Avançamos as duas posições almejadas e repetir este feito se tornou muito mais difícil, por estarmos atrás apenas de grandes potências. Temos consciência que o referencial mudou. Existe uma concentração maior de medalhas nas grandes potências e isso faz com que tenhamos que ganhar um número maior de medalhas e em mais modalidades.
Estamos caminhando na direção certa, mas precisamos de mais estrutura e mais envolvimento. Acho que temos um bom apoio governamental, mas é fundamental o apoio da iniciativa privada. Ganhamos medalha de ouro em cinco esportes e precisamos ampliar esse leque. Temos potencial para isso, só precisamos de um gás a mais.
A primeira edição dos Jogos Paralímpicos foi realizada em Roma em 1960. Naquela época, a estrutura e organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos eram bem diferentes das atuais. As competições aconteciam em cidades e datas diferentes.
No Brasil, a prática do esporte adaptado foi trazida quase uma década depois da primeira edição dos Jogos Paralímpicos, por pessoas que tratavam suas lesões em hospitais no exterior e que assistiam à prática esportiva de pessoas com deficiência. A primeira participação dos brasileiros em uma competição paradesportiva internacional foi nos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires em 1969.
Em Jogos Paralímpicos, a primeira participação foi em Heidelberg 1972, na Alemanha. A conquista da primeira medalha foi em Toronto 1976, por Luis Carlos da Costa e Robson Sampaio de Almeida na competição de duplas de Lawnballs, uma espécie de bocha na grama.
O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) foi criado em 1989. Seu atual presidente é Philip Craven. Cabe ao IPC a chancela dos Jogos Paralímpicos de verão e de inverno, e a supervisão dos campeonatos mundiais.
O CPB foi constituído em 1995. A entidade é o órgão máximo do esporte paraolímpico brasileiro e representante legal do país junto ao IPC. É responsável também pela organização, fomento e participação brasileira nos Jogos Paralímpicos, nos Jogos Parapanamericanos e nos campeonatos mundiais. A sede do CPB está localizada em Brasília.
Nesta entrevista, o dirigente, que ocupa o cargo mais alto do Movimento Paralímpico no Brasil desde 2009, comenta sobre o desafio dos próximos quatro anos, uma continuação do planejamento até agora bem-sucedido que iniciou com a vitória do Rio de Janeiro para sediar os Jogos. Fala ainda dos esforços para a mudança de foco na imagem do atleta paraolímpico. Confira:
Como foi seu início no Movimento Paralímpico?
O esporte fez parte da minha vida desde muito novo. Pratiquei muitos esportes, mas não me profissionalizei. Sempre quis trabalhar com algo relacionado e procurava me informar sobre as entidades esportivas. Morava em Niterói, vizinha ao Rio, e estava terminando o curso de Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense, onde ficava o CPB. O esporte paralímpico tinha todos os ingredientes que eu queria. Além da emoção e adrenalina, continha um elemento social.
Costumo dizer que não existe crise de identidade no Movimento Paralímpico, mas uma sinergia. Só conseguimos o respeito das pessoas com e sem deficiência enfatizando o alto rendimento e a competitividade. O reconhecimento do potencial do desporto paralímpico propicia uma reabilitação emocional para as pessoas com deficiência. Em certo ponto da gestão esportiva, não levamos em consideração o fato de serem pessoas com deficiência, mas atletas. A ideia é mostrar que a deficiência é uma entre as dezenas de características que essas pessoas têm.
O senhor é jornalista de formação e tem 15 anos de CPB. Como analisa a evolução do esporte paralímpico do Brasil neste período?
O Movimento Paralimpico se tornou mais maduro. Tomou consciência do seu tamanho e potencial. Temos um modelo bom de parceria, trabalhamos em coordenação com as confederações paralímpicas. O Movimento Paralímpico se profissionalizou em relação a verba e posicionamento. A aproximação com os meios de comunicação se deu a partir de Atenas 2004, quando o CPB adquiriu os direitos de transmissão dos Jogos e sublicenciou para 13 emissoras de televisão. Com isso conseguimos bater recordes de transmissão e cobertura jornalística dos Jogos Paralímpicos no Brasil. Foi aí que o Brasil passou a entender que os Jogos Paralímpicos não eram para pessoas com deficiência, mas sim para atletas de alto rendimento.
Atenas foi um divisor de águas?
Atenas nos ajudou no recrutamento de novos atletas. Daniel Dias e André Brasil, que hoje são estrelas, tomaram conhecimento do potencial do esporte paralímpico naquela edição dos Jogos. Se espelharam no Clodoaldo Silva (nadador detentor de 13 medalhas em Jogos Paralímpicos) e foram responsáveis por metade das medalhas de ouro que ganhamos em Pequim 2008 (ganharam oito medalhas de ouro, quatro cada). Em Pequim, repetimos a estratégia e em Londres não precisamos mais investir em compra de direitos de transmissão, pois uma emissora de tv se interessou e comprou. Mostramos que a transmissão dos Jogos Paralímpicos é comercialmente viável.
Quais os benefícios dos Jogos Paralímpicos em casa?
Acho que é o ápice da curva que o Movimento Paralimpico vem fazendo nos últimos anos. Espero que as pessoas assistam aos Jogos e torçam pelo esporte paralímpico. Espero que fique evidente o potencial do esporte paralimpico como diversão para o público de modo geral. O maior legado vai ser para as pessoas com deficiência. Afinal de contas, se eu posso vibrar por uma pessoa com deficiência que pode levar o meu país ao pódio numa competição esportiva, esta pessoa pode ser meu amigo de trabalho, meu chefe. O esporte é um grande meio para mostrar que as pessoas com deficiência podem desempenhar diversos papéis na sociedade.
Como analisa os resultados obtidos pelo Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012?
O Brasil deu um passo firme e relevante para se incluir entre as potências paralímpicas mundiais. Tivemos momentos de afirmação do Brasil nos Jogos de Londres. A vitória do Alan Fonteles é um desses momentos. Ao mesmo tempo, conseguimos nos tornar uma referência positiva em gestão esportiva. Desenvolvemos projetos e programas para chegar ao sétimo lugar e conseguimos. Estamos falando de pular duas posições quando você já está entre os dez primeiros. Cada posição avançada é uma potência esportiva que você deixa para trás.
Quais os próximos passos?
Em 2009, depois que ganhamos o direito de sediar os Jogos Paralímpicos, fizemos um planejamento até 2016. Cada modalidade tem seu próprio caminho. Cada uma tem seu ritmo de intercâmbio de atletas, treinadores, investimento maior na base e apoio a atletas de ponta. Para 2016, teremos dois esportes novos no programa, que são a paracanoagem e o paratriatlo. O Brasil tem ótimos resultados nos campeonatos mundiais dessas modalidades, portanto acho que o ingresso desses esportes no programa irá nos ajudar a alcançar nossa meta.
E as maiores barreiras?
Continuamos trabalhando o quinto lugar como referência, mas temos que analisar melhor os Jogos de Londres. Avançamos as duas posições almejadas e repetir este feito se tornou muito mais difícil, por estarmos atrás apenas de grandes potências. Temos consciência que o referencial mudou. Existe uma concentração maior de medalhas nas grandes potências e isso faz com que tenhamos que ganhar um número maior de medalhas e em mais modalidades.
Estamos caminhando na direção certa, mas precisamos de mais estrutura e mais envolvimento. Acho que temos um bom apoio governamental, mas é fundamental o apoio da iniciativa privada. Ganhamos medalha de ouro em cinco esportes e precisamos ampliar esse leque. Temos potencial para isso, só precisamos de um gás a mais.
SAIBA MAIS SOBRE O MOVIMENTO PARALÍMPICO
A prática de atividades físicas por pessoas com deficiência teve início no mundo em meados do século XX, entre o fim dos anos 40 e o início dos anos 50, na Europa, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Durante a guerra, um considerável número de combatentes sofreu lesões na coluna vertebral, ficando paraplégicos ou tetraplégicos, principalmente nos países europeus envolvidos no conflito. Este contexto influenciou o neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann a iniciar um trabalho de reabilitação médica e social de veteranos de guerra que apresentavam sequelas, especialmente medulares, utilizando práticas esportivas.A primeira edição dos Jogos Paralímpicos foi realizada em Roma em 1960. Naquela época, a estrutura e organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos eram bem diferentes das atuais. As competições aconteciam em cidades e datas diferentes.
No Brasil, a prática do esporte adaptado foi trazida quase uma década depois da primeira edição dos Jogos Paralímpicos, por pessoas que tratavam suas lesões em hospitais no exterior e que assistiam à prática esportiva de pessoas com deficiência. A primeira participação dos brasileiros em uma competição paradesportiva internacional foi nos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires em 1969.
Em Jogos Paralímpicos, a primeira participação foi em Heidelberg 1972, na Alemanha. A conquista da primeira medalha foi em Toronto 1976, por Luis Carlos da Costa e Robson Sampaio de Almeida na competição de duplas de Lawnballs, uma espécie de bocha na grama.
O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) foi criado em 1989. Seu atual presidente é Philip Craven. Cabe ao IPC a chancela dos Jogos Paralímpicos de verão e de inverno, e a supervisão dos campeonatos mundiais.
O CPB foi constituído em 1995. A entidade é o órgão máximo do esporte paraolímpico brasileiro e representante legal do país junto ao IPC. É responsável também pela organização, fomento e participação brasileira nos Jogos Paralímpicos, nos Jogos Parapanamericanos e nos campeonatos mundiais. A sede do CPB está localizada em Brasília.
Fonte: rio2016.org
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Nova geração de exoesqueleto faz paraplégico voltar a andar
Estrutura de titânio e alumínio pesa 25 kg e funciona com três velocidades
[Califórnia, EUA. Quando Joey Abicca apoia uma muleta de metal no chão com seu braço direito, pequenos motores começam a se enroscar em volta de sua perna esquerda, levantando-a e a movendo para a frente. O barulho metálico lembra as cenas de "RoboCop". O que Abicca, 17, está usando é, basicamente, um robô.
Desde o acidente em que lesionou sua coluna, há três anos, o jovem não consegue mais andar sozinho. O traje, produzido pela empresa Ekso Bionics, é um esforço para mudar isso. O equipamento, controlado por um computador em suas costas e por um par de muletas, permite que o rapaz retome os movimentos das pernas.
A Ekso é uma das organizações que estão trabalhando em robôs "de vestir" projetados para ajudar pessoas com deficiências físicas ou para transformar o corpo humano em super-humano. Originalmente financiada pelas Forças Armadas, a empresa colaborou com a Universidade da Califórnia e com a indústria bélica Lockheed Martin em um aparato chamado Hulc, que permite aos soldados carregar até 100 kg de equipamentos em vários tipos de terreno.
Em fevereiro, a Ekso começou a transportar exoesqueletos que estão sendo usados em fisioterapias, com a finalidade de retirar os usuários de cadeiras de rodas e de usar seus membros inferiores para que os músculos não se deteriorem. Cerca de 15 centros de reabilitação nos Estados Unidos estão utilizando o traje, que custa US$ 140 mil, além dos US$ 10 mil dos contratos de serviços.
Com uma estrutura de titânio e alumínio, o traje biônico - também chamado Ekso - funciona à bateria e pesa 25 kg. Ele ainda não está no ponto em que um paraplégico consiga utilizá-lo sozinho; a bateria dura três horas, quando precisa ser substituída por um fisioterapeuta. A supervisão de um profissional também garante que o paciente não sofra uma queda. De acordo com a empresa, centenas de pacientes já utilizaram o Ekso, e nenhum deles se acidentou até hoje.
O traje também está evoluindo. Sua última versão, lançada em agosto, inclui estilos de marcha com diferentes níveis de dificuldade, para desafiar os pacientes a fazerem progressos em sua reabilitação.
No primeiro modo, quando o paciente ainda está aprendendo a andar com o traje, um fisioterapeuta ajusta a extensão do passo e aperta um botão em um computador para iniciar cada passo. No segundo modo, o paciente pode iniciar um passo apertando os botões das muletas. E, no terceiro modo, uma vez que o paciente já aprendeu a manter o equilíbrio com o traje, ele pode acionar o robô para dar um passo só transferindo o peso de seu corpo para um e outro lado.
Desde o acidente em que lesionou sua coluna, há três anos, o jovem não consegue mais andar sozinho. O traje, produzido pela empresa Ekso Bionics, é um esforço para mudar isso. O equipamento, controlado por um computador em suas costas e por um par de muletas, permite que o rapaz retome os movimentos das pernas.
A Ekso é uma das organizações que estão trabalhando em robôs "de vestir" projetados para ajudar pessoas com deficiências físicas ou para transformar o corpo humano em super-humano. Originalmente financiada pelas Forças Armadas, a empresa colaborou com a Universidade da Califórnia e com a indústria bélica Lockheed Martin em um aparato chamado Hulc, que permite aos soldados carregar até 100 kg de equipamentos em vários tipos de terreno.
Em fevereiro, a Ekso começou a transportar exoesqueletos que estão sendo usados em fisioterapias, com a finalidade de retirar os usuários de cadeiras de rodas e de usar seus membros inferiores para que os músculos não se deteriorem. Cerca de 15 centros de reabilitação nos Estados Unidos estão utilizando o traje, que custa US$ 140 mil, além dos US$ 10 mil dos contratos de serviços.
Com uma estrutura de titânio e alumínio, o traje biônico - também chamado Ekso - funciona à bateria e pesa 25 kg. Ele ainda não está no ponto em que um paraplégico consiga utilizá-lo sozinho; a bateria dura três horas, quando precisa ser substituída por um fisioterapeuta. A supervisão de um profissional também garante que o paciente não sofra uma queda. De acordo com a empresa, centenas de pacientes já utilizaram o Ekso, e nenhum deles se acidentou até hoje.
O traje também está evoluindo. Sua última versão, lançada em agosto, inclui estilos de marcha com diferentes níveis de dificuldade, para desafiar os pacientes a fazerem progressos em sua reabilitação.
No primeiro modo, quando o paciente ainda está aprendendo a andar com o traje, um fisioterapeuta ajusta a extensão do passo e aperta um botão em um computador para iniciar cada passo. No segundo modo, o paciente pode iniciar um passo apertando os botões das muletas. E, no terceiro modo, uma vez que o paciente já aprendeu a manter o equilíbrio com o traje, ele pode acionar o robô para dar um passo só transferindo o peso de seu corpo para um e outro lado.
Traduzido por Raquel Sodré
(fonte: O Tempo/ The New York Times)
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
Seminário “A Constituição do Sujeito e a Educação Inclusiva”
Nos dias 7 e 8 de novembro, o Programa Arte e Inclusão - atividade de extensão do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo – que tem como objetivo proporcionar o ensino da arte e promover a inclusão social por intermédio de diferentes atividades culturais e profissionalizantes para pessoas com deficiência , em comemoração aos seus 15 anos de atuação, realizará o Seminário “A Constituição do Sujeito e a Educação Inclusiva”. A proposta é pesquisar com profissionais da educação e principalmente professores das três modalidades (fundamental, médio e superior) conhecimentos pertinentes à constituição do aluno com deficiência a partir do seu nascimento e debater a relação do poder público e dos direitos humanos na garantia do melhor atendimento.
*PROGRAMAÇÃO*
A Constituição do Sujeito e a Educação Inclusiva – 7 e 8 de novembro de 2012-09-25
9h - Palestra: O Papel do Outro na Constituição do PsiquismoPalestrante: Professora Clicia Conti
Mediação: Professora Lucia Reily
10h - Café
Exposição, artesanato de instituições e feira de livros
10h30 - Palestra: Plano Nacional dos DireitosProfessora: Ma. Liliane Garcez
Professor: Fabio Adiron
Mediação: Fabio Adiron
12h – Almoço
14h – Palestra: Barreiras Atitudinais
15h40 – Café
Exposição, artesanato de instituições, feira de livros
- Criação de recursos pedagógicos e adaptação de materiais didáticos (planejamento e execução de atividades)
- Ritmo e Movimento
- Expressão pela dança
18h - Encerramento
Os interessados em inscrever seus projetos na Comunicação Oral devem acessar o link:
http://www.belasartes.br/noticias/?id=1355
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DEFICIENCIA E INVISIBILIDADE
A “invisibilidade” na área da Deficiência já se tornou uma velha conhecida. As pessoas com deficiência a sentem na pele, nas mais diversas situações; os que estão perto delas ou trabalham na área têm muitas histórias dela para contar.
Para Harry Potter e seus amigos, a invisibilidade trazia vantagens e, portanto, era desejável. Com a capa mágica, podiam se aventurar, descobrir segredos e identificar vilões. A capa os protegia, dava acesso a informações preciosas ou mesmo favorecia escapadelas.
Não é esse o caso das pessoas com deficiência. Porém, já que repetimos tantas vezes essa afirmação e até comprovamos sua ocorrência, vale a pena refletir sobre isso.
Mas, por que usar o plural? Porque acho que há dois tipos de invisibilidade. A nossa velha conhecida é aquela que ignora as características das pessoas com deficiência, camuflando-as com frases como “Para mim, todos são iguais”; “O que me interessa são pessoas”; “Trato todos do mesmo jeito” ou variações parecidas. Essas frases, que aparentemente traduzem sentimentos louváveis, podem esconder um perigo, embora as intenções de quem fala sejam as melhores e as mais nobres possíveis.
Perigo? Como assim? Ele reside na não consideração de características que fazem parte da natureza da pessoa com deficiência. Se os traços diferenciais são “pasteurizados” em nome desta igualdade que não respeita a diversidade – ao contrário, passa um trator sobre ela -, então essas características ficam, sim, “invisíveis”. Resultado: escolas – e demais espaços sociais – não têm materiais em braile, em português simplificado ou com audiodescrição; surdos não têm intérpretes de Libras; rampas, elevadores, softwares, pisos táteis nem são contemplados em orçamentos etc. etc.
Como alerta Reinaldo Bulgarelli: As pessoas não são “alminhas vagando por aí”; têm corpos, características, desejos e necessidades, que formam sua identidade. Quando esta não é sequer considerada em nome de uma suposta “igualdade”, elas se tornam “invisíveis”, porque algumas de suas características são solenemente ignoradas. Aí, a presença nos espaços sociais se torna difícil ou até mesmo inviável, para muitas. Isso explica por que nem sempre são vistas por nós.
Esse tipo de invisibilidade deve ser combatido, sempre. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que o Brasil ratificou com equivalência constitucional, é o instrumento mais potente que dispomos para garantir a visibilidade. A Convenção traz um novo olhar, tendo como base os Direitos Humanos. Um de seus pilares é a Acessibilidade, em todos os significados do termo. A ausência de acessibilidade configura discriminação – e discriminar é crime. Simples assim.
Ana Paula Crosara, que tinha uma deficiência física, costumava dizer que esperava o dia em que entrar e sair de um carro fosse algo corriqueiro, deixando de ser “um espetáculo”, que atraía olhares curiosos. Esse outro tipo de “invisibilidade” é desejável, pois vem da naturalidade: indica que as condições para que as pessoas com deficiência possam participar da sociedade estão asseguradas. Assim, elas podem “aparecer” e todos podemos conviver com tranquilidade, segurança e respeito.
A “invisibilidade desejável” beneficia a todos, porque considera a diversidade funcional de cada um. Ela cria um círculo virtuoso: ao olhar de frente o diferente, a sociedade inventa alternativas e busca soluções; à medida que a acessibilidade aumenta, mais pessoas entram na roda e a diferença passa a ser percebida e celebrada como parte da riqueza da Vida.
Para termos direitos iguais, nossas diferenças precisam ser vistas, reconhecidas e aceitas.
(Fonte: Estado de Minas - texto de Marta Gil, socióloga, consultora na área da Deficiência, coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas e Fellow da Ashoka Empreendedores Sociais)
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
"Roma é uma cidade proibida para deficientes", denuncia cineasta Bernardo Bertolucci
(descrição imagem: o mundialmente aclamado cineasta Bernardo Bertolucci, em sua cadeira de rodas)
"Vivo na cidade proibida. E, nos arredores de minha casa no Trastevere, parece um campo de batalha: não posso circular com minha cadeira de rodas elétrica", denunciou ao apresentar seu mais recente filme, "Io e Te".
Ele comentou ainda que precisou ser carregado nos braços por desconhecidos para subir o Capitólio, a prefeitura de Roma, para participar de um casamento.
"Quando perguntei se havia uma rampa, me olharam como se eu fosse um marciano", declarou o cineasta.
Bertolucci disse que enviou uma carta ao prefeito de Roma, Gianni Alemanno, mas que recebeu uma "resposta patética e de má fé" indicando que não se podia desfigurar um lugar construído por Michelângelo com uma rampa para deficientes.
"Falo isso por mim e por quem como eu não tem autonomia de movimento. É difícil até para mães com carrinho de bebê circularem e para idosos, que podem tropeçar", acrescentou.
Nota Eficência Especial: a inclusão de deficientes é uma NECESSIDADE UNIVERSAL. Estas importantes constatações e denúncias públicas, independem de classes sociais, econômicas ou de raças e faixa etária e são essenciais para transformar as condições de ACESSIBILIDADE de uma cidade. É importante que seus gestores estejam atentos: a acessibilidade diz respeito aos cidadãos locais, mas, é fator de importância quando se trata da avaliação do potencial turístico de uma cidade. Defenda o TURISMO INCLUSIVO. Somente no Brasil, cerca de 1/4 da população possui algum tipo de deficiência e este número aumenta, diariamente. Portanto, esta ação é para ONTEM! cidadão portador de necessidades especiais: FAÇA VALER SEU DIREITO DE IR E VIR! Representante público: INCLUSÃO, SEMPRE!
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